terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Mudança de nome da PM de São Paulo resolverá os problemas?

O governador de São Paulo, José Serra, enviou proposta à Assembleia Legislativa para que se altere o nome da Polícia Miiltar para Força Pública de São Paulo. A idéia de tal mudança é aproximar a Polícia Militar da comunidade, tirando o aspecto militarista da corporação.

Assim, esta se tornaria uma polícia em defesa da população e não do Estado. Ficam duas perguntas:

1) Se a comunidade reclama por uma polícia mais próxima às suas demandas, será que mudando o nome da corporação essas demandas serão atendidas?

2) Mudando o nome da corporação ela deixará de ser uma defensora do Estado?

Esses são pontos, entre vários outros, que precisam ser pensados.

Abaixo alguns comentários:

Poderia se fazer isso caso houvesse uma unificação das polícias, aí sim.
Fazer maquiagem é prática comum dos governos de esquerda - governos sempre ávidos por totalitarismo - do qual José Serra é um representante engajado e atuante.
É assim que as esquerdas operam, por chamar uma coisa de outra e não resolver nada.
Porque ele não aumenta os salários, disponibiliza armas e munições das submetralhadores e espingardas que a policia tem para que possa na necessidade usar nas ocorrências? Porque não passa a extender o seguro a tempo integral para os policiais das duas forças? É tanta coisas que se tem que fazer que levar a sério essa proposta é ofender o bom senso.
Perdeu-se a mão... não tem mais a mínima vergonha na cara e tudo passou a ser aceitável. Luís Augusto Panadés · São Paulo (SP)

O comentário de Luiz Augusto , é pertinente, e somada a um governo que se desculpa dizendo que não sabe de nada sobre segurança, reivindicações, manifestações e ou indices da violência.
Não creio ser homem desinformado, e sim mal intencionado, dissimulado e que trata a res-, com total descaso, seu projeto pessoal, politico está acima de tudo e todos.
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Mudar simplesmente o nome da polícia não adianta nada se não existir a valorização do profissional e a limpeza interna retirando maus policiais das ruas e também reestruturando o organismo da polícia.A polícia precisa entender que quantidade não é qualidade.A PM de SP tem mais de 90.000 homens na ativa.Nem todos estão trabalhando na atividade fim.Nem todos são reconhecidos.Mudar o nome da polícia pode até dar certo.Mas se não der faremos o que ? Tentaremos outro nome ? Quem sabé FORÇA POLICIAL ESTADUAL OSTENSIVA ? Tenha dó ... Antonio Marcos Martins de Oliveira · Diadema (SP)
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Essa relação entre a mudança de nome da polícia e solução de problemas relativos ao trabalho policial, não é tão simples como está sendo colocado. A Polícia Militar de São Paulo vem ao longo dos últimos anos realizando uma série de mudanças na estrutura da organização. Essas mudanças têm sido feitas em várias áreas como: na seleção de novos candidatos, na formação, na educação continuada, na implementação de ferramentas inteligentes que possibilitam o melhor gerenciamento do policiamento, na criação de programas de policiamento, entre tantas outras. Um problema que vivemos, e que não é exclusivo da polícia do Brasil, é que carecemos de indicadores para mensurar esse desempenho. Fato é que grande investimento tem sido feito para aprimorar a prestação do serviço policial, no estado de São Paulo. Embora muito esteja sendo feito, ainda há muito por fazer. Na área da segurança pública, sempre haverá algo que se possa aperfeiçoar.
No Brasil e em outros países da América Latina, o termo "Militar" está associado ao regime militar. Um período da história que pertence ao passado, mas que ainda interfere de forma negativa na relação presente entre a polícia e o público. A característica militar da polícia está vinculada às relações internas da instituição. A atividade de policiamento é eminentemente civil. Mudar o nome para Força Pública contribui para reforçar a imagem de uma polícia que já vem mudando. Isso não é maquiagem! Tânia Maria Pinc · São Paulo (SP)
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Em Sâo Paulo o que precisa mudar é esse governandor medíocre e dissimulado, ele é um inimigo dos policiais do Brasil e não só de São Paulo. Mudar o nome não muda a essência, pois os PMs de São Paulo estão sendo massacrados pela política do PSDB, portanto , seria mera maquiagem. PSDB e Serra nunca maisssssss, a sociedade e a polícia não merece tanto desprezo. Sebastião Eduardo Borges de Oliveira · Rio Claro (SP)
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Concordo plenamente com a proposta de alteração do nome da Instituição como sendo mais um passo na sua evolução. A valorização do policial também é muito importante e não deverá ser esquecida nunca, mas essas outras atividades também são necessárias para um melhor aperfeiçoamento da prestação dos serviços policiais. Ronaldo de Oliveira e Silva · São Paulo (SP)

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Alerta na UnB

A Universidade de Brasília (UnB) é um dos pontos preferidos pelos criminosospara furtos de carros e de objetos “esquecidos” dentro deles.
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No último dia 14, três automóveis foram arrombados próximo ao complexo da Faculdade de Educação.Nessa época do ano, com a proximidade das festividades de Natal e ano-novo, a Polícia Civil ressalta que é comum o aumento de crimes em estacionamentos. O chefe da Delegacia de Repressão a Furtos (DRF), delegado Ailton Carlos da Silva, faz um alerta: “É preciso ficar atento, procurar estacionar em locais iluminados e não deixar objetos de valor dentro dos carros porque isso é chamariz parabandido.”
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Ciente dos riscos, o aluno de engenharia civil Bernardo Cascão Pires de Albuquerque, 19 anos, evita deixar o carro muito longe do prédio onde estuda, mas avalia que o perigo maior é a noite. “Acho que durante o dia não tem tanto problema, mas de qualquer forma sempre tento parar por perto. Já rodei uns 20minutos até achar vaga e geralmente não deixo meus pertences à vista para não chamar atenção de bandido”, garante.
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Pelos estacionamentos da universidade,diversas placas estão espalhadas e chamam a atenção dos estudantes para evitar ocorrências de furto na área. São mensagens do tipo: “Não deixe bens à vista nointerior do carro”, “verifique se seu carro está travado” e “verifique se o seu carro está com todos os vidros fechados”.
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Proteção
O delegado-adjunto da Delegacia de Repressão a Furtos de Veículos (DRFV), DanielGomes, confirma que a UnB é um dos alvos dos ladrões. “Uma vez nós fizemos uma interceptação telefônica e o criminoso dizia assim para o outro: ‘Rapaz, isso aqui é uma maravilha. Nunca vi tanto carro novo junto’”, contou. Para Gomes, como a área é extensa, fica difícil manter uma vigilância em tempo integral. “De um modo geral, o tombamento de Brasília que não permite a construção de garagens subterrâneas nos prédios facilita o furto de carros’”, avaliou.
Enquanto isso, os donos de carros tentam se proteger como podem, com instalação de travaselétricas e alarme, itens que hoje em dia nem sempre impedem a ação dosbandidos.

(MP):
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Cartilha de Segurança:
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Segurança (UFSJ):
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Câmera intensifica segurança na Universidade Federal de Juiz de Fora:
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A reitora da Ufal, Ana Dayse Dorea, recebeu a imprensa, na tarde destaquarta-feira, 4, para falar sobre segurança no Campus. A entrevista foi motivadapela tentativa de assalto ocorrida na última sexta-feira, 30 de outubro, quandohomens armados e disfarçados com jalecos de médico entraram no HospitalUniversitário e roubaram 140 mil reais de uma agência bancária.
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Segurança absorve verba de universidades:
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UFRN está investindo R$ 1 milhão em medidas de segurança:

Falta segurança nos campi da UFU - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

CORREIO DE UBERLÂNDIA
29/12/09
De janeiro a outubro deste ano foram 246 ocorrências, 19 veículos furtados dentro da Univ. Fed. de Uberlândia.
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A direção da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) estuda liberar o acesso da Polícia Militar aos campi como forma de melhorar a segurança na instituição. Atualmente, a ronda é feita por 222 seguranças da universidade entre servidores próprios e terceirizados. “O problema é que o nosso pessoal não tem autonomia para abordar eventuais suspeitos, o que dificulta o trabalho”, afirmou o reitor Alfredo Júlio Filho.
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Os furtos e arrombamentos de veículos, objetos pessoais e bens patrimoniais são os problemas mais comuns. Segundo levantamento realizado pelo departamento de segurança da UFU, de janeiro a outubro deste ano foram registradas 246 ocorrências. Deste total, 91 são referentes a furtos, sendo 19 envolvendo veículos. O restante reúne desde acidentes de trânsito, brigas e vandalismo. No ano passado foram registrados 62 furtos nas dependências da universidade. Um aumento de 46,7%. “Fomos avisados pela PM que os ladrões roubam carros e deixam nos estacionamentos da UFU até que cessem o período de rastreamento dos seguros”, afirmou.
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Para Alfredo Júlio, este tipo de ocorrência, assim como o aumento no número de furtos, pode estar relacionado à falta de policiamento no interior dos campi. “A Polícia Militar só vem aqui quando é acionada, devido a uma Lei criada há 30 anos com a Ditadura Militar”.
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PM só pode atuar com autorização
Pela legislação federal, a Polícia Militar só pode atuar preventivamente nos campi após autorização formal da instituição por meio de convênio firmado pela direção da UFU e aprovado pelo Conselho Universitário. Segundo o reitor, o assunto deverá ser tratado nas primeiras reuniões do Conselho Universitário em 2010.
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Resistência
Em outubro, a falta de segurança nos campi da Universidade Federal de Uberlândia foi tema de uma reunião entre as polícias Federal, Militar e Civil, Ministério Público e membros da UFU. Uma das sugestões foi a liberação do patrulhamento preventivo pela Polícia Militar. O tenente coronel Hércules dos Reis Silva, presente na reunião, disse que a Polícia Militar aguarda deliberação do Conselho da UFU para passar a atuar sistematicamente na parte interna dos campi.A medida encontra resistência entre os estudantes. Para o diretor executivo do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFU, João Cláudio Amâncio, a presença da polícia representaria repressão ao corpo dicente. “O que nós queremos é uma segurança bem preparada, mas da própria universidade”, disse.
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Saiba mais: Furtos na UFU
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Janeiro a outubro de 2009
Veículos furtados: 19
Furtos em veículos: 4
Furtos de bens pessoais: 32
Furtos de bens patrimoniais: 7
Janeiro a outubro de 2008
Veículos furtados: 17
Furtos em veículos: 4
Furtos de bens pessoais: 20
Furtos de bens patrimoniais: 18

VIGIAS PRENDEM LADRÃO

Diário de Santa Maria
28/12/2009 N° 2380
UFSM
Um homem de 29 anos foi flagrado furtando fios de uma construção no campus da UFSM, na manhã de sábado. Uma viatura da equipe de vigilância da universidade fazia ronda pelo campus quando avistou o homem em atitude suspeita na obra do prédio do Centro de Ciências Rurais, por volta das 10h30min. Ao abordar o suspeito, os seguranças verificaram que ele estava com um rolo de fio de cobre, cinco rolos de fio de luz e duas extensões de 10 metros cada. Surpreendido, o ladrão fugiu. Ele foi alcançado e detido pelos vigilantes perto do arco de entrada da UFSM até a chegada da Brigada Militar. O ladrão foi levado ao presídio.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

PARECER DO RELATOR DO PLS 173 - Senador Wellington Salgado

Companheiros este é o parecer do relator do PLS 173 do senador Paulo Paim, agora é só começarmos a enviar e-mail para a CCJC do senado pedindo para ser incluído na pauta para apreciação dos senadores e, depois de aprovada irá para C.A.S, última instância do senado antes de ir para camara.

Vamos lotar a caixa de e-mail da CCJC. Seu presidente é Demostenes Torres.
Um abraço de um vigilante do sul do pais.
Mozarte Simões


PARECER Nº , DE 2009

Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o PLS nº. 173, de 2008, que Altera a Lei nº. 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais, para acrescentar o adicional de risco de vida.

RELATOR: Senador WELLINGTON SALGADO

I – RELATÓRIO

Em apreciação nesta Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, o Projeto de Lei do Senado nº 173, de 2008, de autoria do Senador PAULO PAIM, que visa a promover alterações na Lei nº. 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais, para acrescentar o adicional de risco de vida.

A proposição em tela está composta de dois artigos. O artigo 1º constitui o cerne das modificações pretendidas no denominado Estatuto do Servidor Público Civil da União. O artigo 2º. fixa a imprescindível cláusula de vigência, cujo termo inicial dar-se-á com a publicação da lei que resultar da sua aprovação.

Pretende-se alterar os artigos 61, 68 e 70 do Estatuto do Servidor, sem modificar a finalidade de tais dispositivos, mas visando adequar os dispositivos, de maneira a alcançar o adicional pelo exercício de atividades com risco de vida.

No prazo regimental, não foram apresentadas emendas ao Projeto.

II – ANÁLISE

Nos termos do inciso I e II, do art. 101 do Regimento Interno do Senado Federal, compete a esta Comissão opinar, no que toca à presente proposição, sobre a constitucionalidade , juridicidade e regimentalidade, bem como manifestar-se acerca do mérito da matéria nela vertida.

Na forma como apresentado, encontra-se cediço que o assunto pode ser objeto de deliberação pelo Poder Legislativo, uma vez que não afronta as disposições constantes do Texto Constitucional ou do Regimento Interno do Senado Federal, e se coaduna com os princípios gerais de Direito.

Neste particular, vislumbra-se que compete à União legislar sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais.

Por sua parte, a proposição acha-se vazada em boa técnica legislativa, adequando-se com exatidão às prescrições da Lei Complementar nº. 95, de 1998, com a redação dada pela Lei nº. 107, de 2001.

No mérito, é inquestionável a justeza da instituição do adicional de risco de vida para os servidores públicos. É cada vez maior o nível de insegurança de nossas cidades, levando a que os servidores cujas atribuições estão vinculadas às funções de segurança enfrentem, diuturnamente, situações em que suas integridades física e mental são colocadas em jogo. Uma vida não tem preço, mas o Poder Público não pode se esquivar de garantir uma compensação financeira aos servidores que, no exercício de suas atividades, vivenciam situações na quais ela é posta em grande risco.

III – VOTO

À vista do exposto, voto pela constitucionalidade , juridicidade, regimentalidade e adequada técnica legislativa do Projeto de Lei do Senado nº 173, de 2008, e, no mérito, pela sua aprovação.

Sala da Comissão,

, Presidente

, Relator

terça-feira, 10 de novembro de 2009

AS FALSAS LIDERANÇAS E SEUS ASSÉDIOS MORAIS NO MUNDO DO TRABALHO

Em resposta ao e-mail do Sr. Edilson Cosme Tavares, funcionário da UFRN e representante da ATENS (Associação dos Técnicos de Nível Superior).

Lamentável que pessoas destituídas de respeito, de compromisso moral e ético ataquem os trabalhadores em educação. Tenho acompanhado na lista os mais diferentes ataques aos vigilantes feitas por esse senhor e outros, que por falta de engajamento, compromissos políticos não estiveram ao lado dos trabalhadores ao longo da história, mas sim numa sala com ar-condicionado ao lado gestor de forma alienada. Hoje defendem um projeto pessoal, dividindo a categoria, as corporações, no caso especifico ao desconsidera a auxiliar de enfermagem que faz o mesmo serviço de uma técnica em enfermagem. O que ele pretende com essa divisão entre os trabalhadores? A serviço de quem está esse senhor?
Será que não conhece o verdadeiro PPP (Projeto Político Pedagógico), que vá ao encontro da comunidade como um todo, apoiado numa política de gestão de pessoas e não de RH (recursos humanos), esse último preocupado só com a estética do espaço físico das IFES e seu respectivo redimensionamento. Que SUS esse Sr. fala? O nosso é á partir da Reforma Sanitária de 1988 preconizando a saúde como um direito nosso e dever do Estado, cuja ação afirmativa compromete o Estado mínimo, dando a ele a verdadeira responsabilidade social com a sua população.

Reconhecidamente foi a luta do médico sanitarista Sergio Arouca e outros nessa construção,mas o que se vê atualmente é os conchavos,acordinhos dentro do espaço público com a privatização do HUs ,de um SUS cada vez mais privado.

Teoricamente podemos resgatar as origens dessa formulação ideológica velada de uma direita, baseado na educação, cuja essencialidade atualiza a teoria hegeliana onde o máximo é o “EU, Estado e a Igreja”, o que nos remete historicamente a seguinte citação: (... que os portadores de títulos universitários na sua maioria pertencem a setores parasitários da sociedade, improdutivos e alienados que gozam de situação vantajosa sem darem a ela uma correspondente cota de esforço, de trabalho socialmente útil.) Paschoal Lemme, pág. 249 do livro História das Idéias Pedagógicas, Moacir Gadotti.

Desconhece esse senhor que educar politicamente significa desvelar ao indivíduo o contexto social em que vive e sua posição social nele e assim possa ele exercer uma ação mobilizadora que somente a verdade possui. Penso que o verdadeiro papel do líder sindical é o de trazer essa orientação, a verdade, porque a maioria do país não consegue deixar de ser analfabeto político, enquanto uma minoria ínfima tem condições de alcançar o nível maior de educação e a população na sua maioria apenas sobrevive,determinada por essa educação baseada numa estrutura social e econômica capitalista e com seu respectivo Estado mínimo.

Precisamos ler e difundir mais o método Paulo Freire “Educação e Consciência de Classe”, ao afirmar que: a inteligência não é suficiente para servir à classe trabalhadora, mas é necessária a “Consciência de Classe”. Evidentemente, não se pode dizer que as consciências de classe das mesmas sejam “o conhecimento das leis históricas ou econômicas, que regem a vida dos homens”.

A partir dessa consciência, é preciso desconsiderar essa ideologia que oprime, que domina e essa vem desde a Grécia, da educação religiosa dos Jesuítas e da educação atual capitalista, que consiste na reprodução de uma sociedade de classes,e que toda essa ação pedagógico-ideológica é um imposição arbitrária da cultura das classes dominantes e sua reprodução de projetos que correspondem a duas classes fundamentais de sociedade sociais: a burguesia e o proletariado. Esse sistema impositivo liberal-burguês e sua falsa democracia busca a divisão social do trabalho,cujjo método é o de perpetuar a competição, o individualismo.

Portanto, sr. Edson Cosmes tavares, sua fala dá o verdadeiro sentido e significado para o substantivo Maquiavel e seu método, um adjetivo maquiavélico, pois fins não justificam, determinam os meios conforme o sr. quer. A luta e a construção de um novo olhar, onde cada trabalhador tenha a consciência de classe baseado na solidariedae e fraternidade e com esse olhar é permitido afirmar e sonhar e que (... Um outro mundo é possível).

Francisco Carlos Galho Arduim
Vigilante/UFPEL

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E-mail citado: Aos TNS (Técnicos de Nível Superior)
Para conhecimento de todos: A fasubra está em pé de guerra com TNS das IFES, confiram abaixo:

As carreiras em gestação no Mec
Mensagem veiculada na lista TNS-BR no dia 7 do 9 de 2009
Caros TNS das IFE, relatório da audiência no MEC apontou para a formação de duas carreiras no segmento dos TNS. A carreira de Especialista em Educação e a carreira dos Profissionais de Saúde, mais conhecida como Carreira dos HU's.
Estas duas carreiras são de grande importância no atual contexto das Instituições Federais de Ensino. O MEC trabalha com dois grandes projetos na área da educação brasileira que vem ao encontro da importância dos TNS nas IFE. O projeto de expansão da Rede Tecnológica e o REUNI.

Cada vez mais a função de nível superior torna-se, na área de recursos humanos das IFE, estratégica para os projetos do MEC. Esta força de trabalho pode e deve participar da gestão acadêmica das IFE, em iguais condições de trabalho, respeitando a liturgia da sala de aula.

Vejamos o exemplo da carreira dos HU's. O MEC, junto com o Ministério da Saúde, traz à tona essa carreira, sinalizando- a como uma carreira estratégica dentro do ambiente SUS. Hoje, por esse Brasil afora, são os hospitais universitários que dão conta da demanda do SUS, principalmente nos serviços de alta complexidade em saúde. Estes profissionais de saúde estão amarrados dentro do PCCTAE pela tabela visionária da fasubra. Uma tabela que foi construída pela visão das cabeças de vento da cúpula da fasubra, que tinham como noção estratégica de recursos humanos para uma IFE o modelo fabril das montadoras de automóvel. Daí porque, na visão dessa Fasubra, o mais importante numa fábrica é a segurança. Consequentemente, o cargo mais importante passa a ser o de vigilante!!!

Essas cabeças de vento não entendem que, para formar um médico de alta especialidade, como por exemplo a especialidade de neurocirurgia, se requer do profissional seis (6) anos de graduação e cinco (5) anos de residência em neurocirurgia, totalizando onze anos de formação. Isso sem levar em consideração que esse profissional poderá entrar para vida acadêmica de mestrado e doutorado.

Não tem como segurar esses profissionais de saúde na complexidade da questão saúde com a remuneração aviltante, humilhante do PCCTAE.
O MEC e o MS entenderam que não dá para conversar com a Fasubra. Não encontram interlocutora à altura para discutir esse momento estratégico do governo. Vão impor goela abaixo a Carreira dos HU's. Não darão nem tempo para a Fasubra chiar, até porque as cabeças de vento vão contraargumentar que, tudo bem, pode passar a carreiras dos HU's, mas a vigilância dos hospitais não pode ser terceirizadas. Viva a segurança dos hospitais!!

Para vocês TNS terem uma idéia da importância desse segmento, profissionais de saúde para a questão SUS. Dos 32.000 TNS das IFE, 16.000 são profissionais de saúde.
No caso da carreira de Especialista em Educação, estamos no mesmo patamar da situação da saúde, principalmente em relação à reposição de profissionais qualificados para ajudar na gestão acadêmica das IFE.
Os projetos de expansões da Rede Tecnológica e o REUNI das IFE são projetos estratégicos, cruciais para o desenvolvimento do país. O mundo roda e o Brasil avança na montagem de uma política estratégica de estado que tem como baluarte as reservas do Pré-Sal. Não foi à toa que governo colocou nas diretrizes do fundo social criado com a riqueza do Pré-Sal o gasto com as variáveis educação, ciência e tecnologia.
Aonde o governo pretende gastar com educação, ciência e tecnologia que não seja no âmbito das IFE? Entendendo o âmbito das IFE como unidades formuladoras e executoras de pesquisa e extensão, para o desenvolvimento de políticas de educação, ciências e tecnologia.
Daí a importância desse segmento TNS das IFE, como uma força de trabalho detentora das mesmas condições de titulação dos professores, na agenda de gestão estratégica das IFE.
O MEC sinalizou, na mesma audiência, que haverá concurso público para mais 17.000 vagas de TNS, para os anos 2010, 2011 e 2012. Coincidência ou não, são os mesmos anos programados para começar a atingir as metas do REUNI.

Aqui chegamos às mesmas situações dos profissionais de saúde, não tem como aprovar tantos TNS em concursos públicos, com essa remuneração aviltante e humilhante do PCCTAE.
A carreira de Especialista em Educação foi colocada claramente para a Atens Nacional, porque o MEC encontra na máquina político-partidá ria da Fasubra um entrave intransponível.

A Atens Nacional trabalha, conjuntamente com outras formas de organização da base, na organização do I FÓRUM TNS DA ATENS NACIONAL, para novembro de 2009. A dimensão política desse fórum está no fato de colocar para todos os TNS a possibilidade da discussão das carreiras de Especialista em Educação e a carreira dos HU'S. Vamos transformar esse fato político numa vontade política envolvendo a carreira de Especialista em Educação e a carreira dos HU's, gerando as dimensões políticas que podem dar sustentação aos argumentos do MEC quanto à criação das carreiras.

O momento político é de decisão para Atens Nacional. Nós somos uma diretoria provisória e os fatos políticos nos colocaram à frente da nossa missão inicial, a organização das bases da Atens nacional.
O momento requer de outras lideranças TNS um posicionamento equilibrado e responsável na condução desse processo junto à Atens nacional. Lideranças que demonstraram ao longo dessa caminhada dos TNS muita responsabilidade com o processo movimento TNS, como Parcianello, Michelini, Eduardo Maffia, Gustavo, Paulo Menezes, Edilson William, Eduardo Osório, Jorge Quércia, etc, etc, etc, não podem ficar fora dessa discussão. A Atens Nacional conta com vocês para enfrentar essa empreitada.

Rumo à construção da carreira de Especialista em Educação e carreira dos HU's!!!!!!! O movimento TNS vive!!!!!!!! !!!!
Edilson Cosme Tavares - UFRN

terça-feira, 3 de novembro de 2009

BANDO TENTA LEVAR CAIXA ELETRÔNICO DE FACULDADE

Jornal Correio de Uberlândia
02/nov/09
Cinco homens tentaram roubar, ontem, um caixa eletrônico do Banco do Brasil, instalado no prédio da Faculdade UNITRI, no bairro Jardim das Acácias, região sul de Uberlândia.
Os assaltantes armados com revólveres, escopetas e submetralhadoras renderam os vigilantes da instituição. A assessoria da faculdade disse no fim da tarde de ontem, que ainda não tinha tomado conhecimento sobre o caso. De acordo com informações da polícia, os criminosos arrancaram o cofre, mas não tiveram tempo para levá-lo.
No início do mês passado numa ação semelhante, um grupo assaltou a Cooperativa Agropecuária de Uberlândia (CALU). Nas duas ações, um dos integrantes do bando tinha sotaque paulistano. A polícia, no entanto, não tem informações sobre ligação entre as duas ocorrências. Ninguém foi preso.