quinta-feira, 19 de maio de 2011

Polícia não foi avisada a tempo de bloquear entradas, quando jovem de 24 anos foi baleado na cabeça.


A Polícia Militar estava no campus da Universidade de São Paulo (USP), na Zona Oeste da capital paulista, no momento em que o estudante Felipe Ramos de Paiva foi morto, na noite desta quarta-feira (18), mas não foi comunicada a tempo para bloquear as três entradas do campus. “Acredito que foi a falta de comunicação dos vigilantes porque a Polícia Militar se encontrava aqui fazendo bloqueio e a informação não chegou”, disse o capitão Mauro Maia, da PM.


Felipe, de 24 anos, foi baleado com um tiro na cabeça em um estacionamento do campus. Segundo a Polícia Civil, uma testemunha disse que a vítima tirou dinheiro em um caixa eletrônico dentro da própria universidade e foi perseguido até o carro dele, um Passat blindado. O rapaz tentou entrar no veículo, mas foi atingido por um revólver calibre 380, de acordo com a polícia.

Aparentemente, nenhum objeto de valor foi roubado da vítima, mas a polícia investiga a possibilidade de uma tentativa de assalto ou homicídio praticado por alguém do convívio do rapaz.

Segundo o capitão Maia, da PM, um segurança da universidade também teria ouvido o disparo e visto uma pessoa correndo perto do local do crime. A polícia constatou ainda que a maçaneta da porta do carro do jovem foi danificada.

O pai do estudante, Ocimar Paiva, disse que o jovem já havia sido assaltado outras duas vezes dentro do ônibus e, por isso, teria comprado o carro blindado. "Eu falava para ele tomar cuidado, havia muito assalto pela região. Mas ele dizia que 'não, não tem problema'", contou o pai.

"Meu filho era um menino muito bom, gostava muito de estudar e trabalhar. Era um filho carinhoso em casa, tranquilo, não gostava de ir para a balada. O negócio dele era trabalhar, estudar e curtir a namorada", disse a mãe de Felipe, Zélia Ramos.

Segundo a família do rapaz, ele pretendia se casar após terminar a faculdade. Felipe tinha acabado de tirar passaporte internacional, e planejava viajar a lazer em breve, de acordo com a mãe do jovem.

A assessoria de imprensa da universidade confirmou a morte do rapaz pouco antes das 23h. O crime ocorreu em frente ao prédio da Faculdade de Economia e Administração (FEA). O rapaz cursava o 5º de Ciências Atuariais, no mesmo complexo.

O caso foi registrado no 91º Distrito Policial, mas as investigações estão a cargo do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).


Do Site G1-SP
Enviado por: Renato - UFRRJ

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aluno é baleado na cabeça dentro do estacionamento da FEA-USP

Segundo informações preliminares da Guarda Universitária, vítima teria falecido no local

Pedro da Rocha, do estadão.com.br
SÃO PAULO - Um aluno foi baleado na cabeça no estacionamento da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), por volta das 22 horas desta quarta-feira, 18.
Segundo informações preliminares da Guarda Universitária, a vítima teria falecido no local, após uma suposta tentativa de assalto. O caso deve ser encaminhado ao 93º Distrito Policial, no Jaguaré.


Alunos da USP farão paralisação após morte em campus

O Centro Acadêmico da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo programou para esta quinta-feira, a partir das 7h, em frente ao prédio da faculdade, um protesto contra a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, 24 anos, na noite de quarta-feira na Cidade Universitária.


De acordo com o diretor de comunicação do CA, Antonio Ravioli, o objetivo é efetuar uma paralisação das aulas nos períodos da manhã e da noite, como forma de luto pela morte do colega e para pedir mais segurança no campus.


"(a morte) é um problema recorrente que estamos sofrendo em decorrência da falta de segurança", afirma o jovem de 20 anos, que frequenta o curso de Economia. Ele estava tendo aula quando ocorreu o crime. "Todo mundo ficou preocupado, assustado, porque é algo mais grave do que o que vinha acontecendo", disse. Ele afirma ter notícia da ocorrência de pelo menos seis sequestros relâmpagos dentro do campus nos últimos dois meses.


Ravioli argumenta que a melhoria no sistema de iluminação local poderia contribuir para o aumento da segurança, e que esta é uma reivindicação bastante antiga. "Acho que falta pró-atividade da reitoria", reclama.


O caso


Um aluno da USP morreu nesta quarta-feira na Cidade Universitára após ser baleado na cabeça, por volta das 22h. Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, estava no 5º ano do curso de ciências atuariais.


Um vigia disse ter ouvido tiros e visto um visto um homem suspeito deixar o estacionamento da Faculdade de Administração e Economia.


A vítima foi encontrada caída próxima ao seu carro, um Passat preto, que tinha a porta aberta.

terça-feira, 17 de maio de 2011

TRT considera greve dos vigilantes do Rio de Janeiro abusiva

Rio - A greve dos vigilantes e demais empregados de empresas de vigilância e segurança do estado do Rio foi conisderada abusiva, nesta quarta-feira, pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic) do Tribunal Regional do Trabalho (TRT/RJ). Os trabalhadores deverão retomar suas atividades. A decisão, tomada por unanimidade dos desembargadores, considerou que a paralisação não atendeu aos requisitos previstos na lei que regulamenta o exercício do direito de greve.

De acordo com o TRT, o primeiro deles foi a não convocação de assembléia geral para que os trabalhadores pudessem deliberar sobre a paralisação dos serviços, exigência contida no artigo 4º da referida lei. Além disso, não houve comprovação de que todos os sindicatos da categoria fizeram comunicação aos empregadores antes da paralisação dos serviços. Segundo o artigo 3º, parágrafo único, da lei de greve, a entidade sindical que representa os patrões ou as próprias empresas interessadas devem ser notificados com antecedência mínima de 48 horas da paralisação.

Reajuste dos salários não foi decidido

Ainda segundo o TRT, os desembargadores ressaltaram ainda que a sessão de julgamento não teve como objeto definir o índice de reajuste a ser aplicado aos salários dos trabalhadores. Isso porque a ação ajuizada foi um dissídio coletivo de greve, denatureza jurídica, destinado a apreciar a legalidade do movimento grevista, que é um direito assegurado constitucionalmente mas deve ser exercido com a observância dos requisitos legais.
  
O reajuste da categoria deverá ser decidido através da negociação coletiva ou por meio do ajuizamento de um dissídio coletivo específico, de natureza econômica, através do qual a Justiça do Trabalho decidirá o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente, de acordo com a Constituição Federal.

Protesto

Aproximadamente 200 vigilantes do Rio, Baixada e interior protestam, nesta quarta-feira por reajuste de salário em frente às escadarias do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ), na Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro. Os trabalhadores da segurança privada afirmam que o Rio, apesar de ser a segunda economia do país, têm o piso de apenas R$ 800, sendo o 13º do Brasil, ficando atrás de estados como Acre, Amapá, Pará, Paraná e Espírito Santo.   

A manifestação acontece com faixas, cartazes, como forma de sensibilizar os desembargadores que decidirão o índice de reajuste a ser concedido aos 50 mil vigilantes registrados no Rio pela Polícia Federal. 

O dissídio na Justiça Trabalhista aconteceu por falta de acordo nas audiências de conciliação dos dias 13 e 18 de abril, entre os cinco sindicatos em greve e o sindicato das empresas de vigilância. Os profissionais de segurança haviam pedido de reajuste 10% acima da inflação de março, data base da categoria. O sindicato patronal, entretanto, ofereceu apenas 1,5%. Como não houve acordo, o processo de dissídio foi instaurado pelo Tribunal do Trabalho.

Durante os 39 dias de greve cerca de 400 bancos fecharam de norte ao sul do estado em cumprimento da Lei Federal 7.102, que proíbe que as agências abram ao público se não tiverem no mínimo dois vigilantes.

O dissídio coletivo de greve foi ajuizado pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Rio de Janeiro (Sindesp-RJ), que representa os empregadores, a partir da paralisação iniciada em março pelos vigilantes e demais empregados de empresas de vigilância e segurança do Estado do Rio de Janeiro.

Já os empregados iniciaram a greve por não concordarem com o índice de reajuste oferecido pelas empresas, de 8%, que engloba a correção inflacionária mais 1,5%. A categoria reivindica 10% de reajuste acima da inflação do período.



Fonte: Jornal O DIA

Bandidos amarram vigias e arrombam caixas eletrônicos em Alagoas

Assaltantes teriam furado pneus de viaturas para evitar perseguição policial.



Em uma ação ousada, assaltantes arrombaram dois caixas eletrônicos instalados na sede da Prefeitura de Joaquim Gomes na madrugada desta quinta-feira, 12. Eles amarraram dois vigilantes e ainda furaram os pneus de viaturas policiais para evitar uma possível perseguição.
Segundo os vigilantes, quatro homens armados teriam participado da ação criminosa. Eles renderam os dois vigilantes, os amarraram e arrombaram as portas de acesso aos caixas eletrônicos na sede da Prefeitura.
Com um maçarico, os bandidos arrombaram primeiro o terminal eletrônico da Caixa Econômica Federal (CEF). Em seguida, iniciaram o arrombamento no caixa do Banco do Brasil, mas – por motivo ainda desconhecido – não conseguiram concretizar o assalto. A polícia ainda não sabe quanto foi levado do caixa da CEF.
Ainda segundo os vigilantes rendidos, os bandidos teriam chegado ao local em uma Paraty de cor cinza e uma moto e teriam utilizado uma lona preta para cobrir a porta da sede da Prefeitura e não levantar suspeitas.
Para evitar que houvesse perseguição policial, os bandidos chegaram a colocar pregos nos pneus de uma viatura da Polícia Militar de Alagoas, e dos carros dos policiais, que estavam estacionadas em frente à delegacia da cidade.
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) foram acionados para o local. O caso deverá ser investigado pela Polícia Federal e pela Sessão Especial de Roubo à Banco (Serb) da Polícia Civil de Alagoas.
Na sede da prefeitura não há circuito fechado de TV, o que deve dificultar o trabalho da polícia. Até o momento ninguém foi preso.
Fonte:com JGNotícias

Vigilantes da Seed - SE, realizam manifestação dia 18 de maio de 2011

Após ato na porta da Assembleia, categoria fará nova manifestação


Os vigilantes das escolas da rede estadual de ensino realizaram um café da manhã nesta terça-feira, 10, na Praça Fausto Cardoso em frente à Assembléia Legislativa. O ato teve por finalidade, pedir apoio aos deputados quanto a regulamentação da jornada de trabalho. A categoria promete uma manifestação para o próximo dia 18 de maio.
De acordo com o presidente do sindicato da categoria (Sintasa), existem no estado cerca de quatro mil vigilantes, o que não é suficiente para atender à grande demanda. “Existe um déficit operacional e isso obriga os servidores a fazer horas extras. Para se ter uma idéia, seriam necessários mais 600 servidores e esse problema deveria ser solucionado com a efetivação das pessoas que foram aprovadas no concurso realizado em 2007”, acredita Waldir Santos acrescentando que os vigilantes trabalham em feriados, pontos facultativos, sábados e domingos.
A categoria promete fazer uma grande manifestação com a finalidade de mostrar a insatisfação e cobrar uma posição por parte do Governo do Estado. Em contrapartida, a informação da Secretaria de Educação é de que “todos os processos serão analisados para que seja efetuado o pagamento das horas extras em atraso e que nenhum servidor é obrigado a fazer hora extra e nenhum servidor a ser convocado do concurso realizado em 2007”.
Waldir Santos: "Seriam necessários mais 600 servidores" (Foto: Portal Infonet)

Fonte: INFONET Educação

Seminário de Segurança em Instituições de Ensino - CELACADE

O Seminário será transmitido Via Web, gratuitamente. 
Registe-se e assista ao evento no conforto do seu escritório ou da sua casa.
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Perfil Linkedin - http://bit.ly/linkedportugalwebinars1.

Enviado por:
Ulisses Nascimento,GSP,MBS,CESSecurity Manager

Grans Nascimento Associados - São Paulo - Brasil
Celular 0xx11 8834.9838 e BASE 0xx11 3533.2568
NEXTEL 0xx11 7848.0576 ID 84*135831

segunda-feira, 16 de maio de 2011

VIGILANTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI ADQUIRE TÍTULO DE DOUTOR

É com grata satisfação que comunicamos que o Vigilante da UFPI, RAIMUNDO JOSÉ DE SOUSA CASTRO (CASTRO), defendeu Tese de Doutorado, na terça-feira, 10/05/2011, OBTENDO ÊXITO EM SUA DEMANDA.

Consideramos isso uma vitória para os quadros da Vigilância e de todos os servidores das IFES e IFETS do Brasil.

Endereço Eletrônico para congratulações ao companheiro:
rjcastro33@hotmail.com.

Esse novo dado,trás uma reflexão oportuna e interessante, o da necessidade de reverem a qualificação atual, pois o máximo na carreira para técnicos de nível "D" é o de MESTRADO.

Uma pergunta que não quer calar:

- Essa história de carreira é por  natureza ou por convenção? Sendo que essa última nos torna históricamente, na linha do tempo, escravos. Escravos pós-modernos e, assim sendo, nos remete a uma universidade presa ao mundo das Trevas (I. M). O fato de não sermos doutores enquanto reconhecimento formal e financeiro dentro das IFES e IFETS nos estratifica no mundo dos SEM - sem mobilidade social e sem liberdade, mas com limites dos gestores. Kkkkkk, bem, isso é coisa ou status dos Senhores.

Portanto, minha crítica é que essa pós-modernidade não existe, e sim um puro conceito, conceito de coisas metafísicas, que o mundo  do capital, dos Senhores, nos obrigam a engulir, a chamada hierarquia do trabalho, do financeiro. Nos obrigando a reconhecer que nenhuma sigla ou conceito reverteu até agora o verdadeiro sentido e significado ampliado dos direitos humanos no mundo do trabalho, enquanto direito nosso e dever do Estado.

Essa mesma pós nos coloca em ambiente impróprio para a saúde, SEM vigilância sanitária e SEM o reconhecimento que isso tudo vai ao encontro da nossa baixa qualidade de vida, rasgando definitivamente a nossa Constituição Cidadã de 88.

Por essas e outras temos que ressaltar a reclassificação de cargos e salários já.

Uma boa luta aos que tem coragem de lutar.

Por: Gustavo Alves de Araújo (UFPI)