segunda-feira, 23 de maio de 2011

"ALUNOS INSEGUROS DEVERIAM SER ACOMPANHADOS POR GUARDA UNIVERSITÁRIO", DIZ DIRETORA DA ADUSP

Carolina Stanisci - ESTADÃO



Para a professora do departamento de Matemática da USP e diretora da Associação dos Docentes da  universidade (Adusp) Heloísa Borsari, os alunos no câmpus deveriam ter a possibilidade de acionar alguém para acompanhá-los pela Cidade Universitária sempre que sentissem “inseguros”.  “Se acharem perigoso, deveriam poder ligar para um telefone e pedir para um guarda universitário acompanhá-los. Nos EUA é assim, minha irmã viveu isso lá”, afirmou.
A Adusp é uma das principais forças dentro da USP contrárias à presença da Polícia Militar no câmpus. Em 2010, realizou um ato para marcar um ano da presença de policiais. Na época, eles foram convocados para reprimir uma greve. Heloísa acha que há muito a fazer antes de colocar a PM dentro da Cidade Universitária. “A polícia é treinada para matar. Ela não dá tiro na perna, dá tiro no coração. Tenho muito medo, sim, da polícia, pois ela  não é treinada para reprimir.”
Leia abaixo a entrevista.
A sra. ficou sabendo da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, no estacionamento da FEA-USP. O que achou?
Estamos em choque. Uma barbaridade perder um aluno assim.

A Adusp sempre foi contra a entrada da PM no câmpus. Depois do assassinato, mudou de ideia?
Nós sempre rechaçamos a entrada da PM com caráter de repressão política dos movimentos que acontecem aqui. Em 2009, a PM foi chamada para reprimir manifestações e ano passado lembramos um ano da invasão da PM, para não se repetir o que aconteceu no dia 9 de junho de 2009. O que a gente acha é que, antes de pensar na PM no câmpous, temos que pensar em medidas de prevenção. A Guarda Universitária é insuficiente no seu número e na sua formação. Temos que pensar no tipo de treinamento que a guarda oferece. Acho que a primeira medida que a gente tinha que pensar era aumentar contingente da guarda, principalmente no período noturno, ter ronda permanente, a partir do fim da tarde. E também há pontos no câmpus com péssima iluminação. Isso tem que ter iluminado. Outra coisa é que os alunos inseguros têm que ter a possibilidade de serem acompanhados, se acharem perigoso. De ligar para um telefone e pedir para um guarda universitário acompanhar até o carro, até outro lugar do câmpus. Nos Estados Unidos é assim. Minha irmã viveu isso lá nos EUA, na universidade. Esse tipo de serviço a guarda podia prestar, de acompanhar as pessoas. Outro problema é a terceirização da segurança. precisa ser repensado. Os funcionários terceirizados têm vínculo mais fluido.

Por quê mais “fluido”?
As pessoas não se envolvem com o trabalho.

A PM, então, não é solução?
Não. Se fosse assim, a gente encheria de PM e não teria crime em São Paulo. Nós não temos polícia treinada para prevenir, e sim para reprimir. Ela continua sendo polícia treinada para matar. Ela não dá tiro na perna, dá tiro no coração. Tenho muito medo (da PM no câmpus). Não me sinto segura porque a PM está do meu lado, pelo contrário. Não é o que acontece.

Houve, nos últimos tempos, muitos assaltos e sequestros-relâmpagos por lá. Os alunos estão inseguros?
Sem dúvida. Eu não vou sozinha até meu carro. Se estacionei distante, vou junto com alunos. Nunca ando sozinha. São medidas particulares do câmpus da USP, mas em São Paulo eu também não ando depois de certa hora na rua. No câmpus a gente tem expectativa de ser mais seguro, que não é real.

Piorou mesmo a violência no câmpus?
Há ondas. Houve períodos de série de estupros, depois pegaram a pessoa. Depois volta. Se você tem política constante de iluminar o câmpus, guardas etc., consegue inibir.
quando se percebe que não tem ninguém olhando… Acho que caminho é pensar em melhorar sistema de segurança que temos aqui, quepode ser mais eficiente do que é.

E se os alunos pedirem mais policiamento no câmpus?
A reitoria poderia criar uma comissão de segurança. Os alunos deveriam estar envolvidos nisso. Eles estão mais desprotegidos, saem à noite, têm festas. Os funcionários também.

Ações de segurança na UnB são insuficientes

Escrito por Amanda Martimon
01 de maio de 2011
Conselho Comunitário de Segurança da UnB decidiu, em agosto passado, elaborar um novo plano de segurança. Nove meses depois o plano não foi feito e promessas não foram cumpridas. O debate sobre falta de segurança na UnB foi intensificado, em 2010, pelo estupro de uma aluna em março, tentativa de sequestro na Faculdade de Estudos Sociais Aplicados (FA), em julho, e assalto à mão armada no estacionamento do ICC norte no mês de setembro. Mas até agora, poucas medidas foram tomadas.

O prefeito dos Campi, Paulo César Marques, admitiu que o Conselho tem trabalhado em ritmo muito lento. O plano não foi lançado ainda, segundo ele, porque tentaram contratar consultoria especializada para elaborá-lo e a licença necessária para o serviço não foi obtida pelo departamento jurídico da universidade. Diante disso, o Conselho de Segurança resolveu elaborar o plano sozinho, mas não houve avanços.

Iluminação foi um dos pontos considerados críticos pelo Conselho. Em março do ano passado, estava em processo de licitação projeto para instalar mais mil pontos de energia e reestruturar os dois mil já existentes. A previsão era terminar a obra, orçada em R$2,6 milhões, em outubro. Até o final do ano, apenas a primeira etapa do novo sistema de iluminação foi concluída. Pontos de ônibus e estacionamentos foram os locais mais reforçados. O prefeito afirma que hoje o projeto está praticamente finalizado, mas há intenção de ampliá-lo.

Outra solução proposta foi implantação de sistema de monitoramento com câmera. Quinze foram adquiridas e começarão a ser instaladas em três meses. Os locais já foram mapeados com foco nos principais acessos de pedestres e veículos. O controle de acesso aos prédios da universidade com identificação também foi proposto, mas depende da conclusão do plano de segurança.
Carro estacionado no ICC sul com objetos à mostra - Foto: Pedro Moraes
Policiamento

De acordo com o soldado Alves do 3º batalhão da polícia militar do DF, responsável por cobrir o campus Darcy Ribeiro, o maior problema registrado é de furto de objetos do interior de carros. Pertences de valor deixados a vista chamam a atenção dos ladrões. Estepes também são foco dos roubos, principalmente dos modelos em que ficam presos do lado de fora, na parte traseira. Os locais em que há mais ocorrências são: ICC, BCE, Reitoria e FT.

Charles Brindeiro, estudante de Engenharia Civil, já teve o carro arrombado três vezes no estacionamento da FT. Na primeira, levaram um violão, que estava no porta-malas. Mas nas outras duas, os objetos roubados (estepe, mochila, casaco e caixa de CDs) estavam visíveis. Além do descuido com os pertences, o soldado Alves alerta para o perigo de certos hábitos como dormir, namorar, estudar e usar drogas dentro de carros nos estacionamentos da UnB. “A polícia do campus não consegue abordar a todos e sabe que, na verdade, a maioria é estudante mesmo. Mas já teve caso de um casal de ladrões que se passaram por namorados para nos despistar.”

Foram cobradas da prefeitura providências que colaborassem com o policiamento no campus. Para a PM, a iluminação ainda é muito deficiente, principalmente no estacionamento do ICC Sul e na FE, em que há pouca movimentação. As árvores do ICC também deveriam ser podadas com frequência para facilitar a visão dos policiais e seguranças.

Reivindicações ainda sem solução
Terreno baldio foi cercado, mas tem abertura e estudantes 
ainda passam por lá - Foto: Pedro Morais




Após reagir a uma tentativa de sequestro à mão armada no estacionamento da FA no ano passado, aluna de Ciência Política pediu ajuda ao porteiro do prédio. Na ocasião, não havia rádio para comunicar o ocorrido à segurança do campus e à polícia. A prefeitura anunciou que faria licitação para equipamentos e pessoal até o final de 2010. Nenhuma providência, por enquanto, foi tomada.

“É um absurdo que há 40 anos seja o mesmo problema.” Para o chefe da Coordenadoria de Proteção ao Patrimônio (CoPP), Edmilson Lima, os problemas se repetem todos os anos porque falta investimento crescente e contínuo. Em abril de 2009, o CoPP apresentou à prefeitura um plano que pedia contratação de mais porteiros, seguranças, brigadistas e novo sistema de comunicação. Assim como os equipamentos, o quadro de pessoal não sofreu alteração. A UnB continua com 120 vigilantes orgânicos, 120 vigilantes terceirizados e 490 porteiros. Faltam também cursos de capacitação para esses funcionários. O último oferecido foi em 2009.

Na última quarta-feira (27), vigilantes evitaram estupro no ICC norte. A aluna participava de festa que acontecia no Teatro de Arena e utilizava o banheiro do prédio, quando foi abordada. A equipe da UnB acompanhou a estudante até a delegacia e evitou o linchamento do indivíduo. Em março do ano passado, estudante de Letras foi vítima de estupro ao passar por terreno baldio entre a FE e a L2 norte. Foi pedido ao dono do terreno que a área fosse isolada e o mato aparado. Hoje o local está cercado, mas há abertura para passagem.

Transporte gratuito para a L2 norte faz parte das reivindicações dos estudantes. O prefeito, Paulo César Marques, disse que a UnB não tem autorização do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). Os ônibus da universidade só podem fazer percursos que liguem suas próprias instalações, como é o caso dos que circulam entre os campi. Mas é disponibilizado transporte para o HUB, que passa pela avenida e é utilizada pelos alunos. Muitos, porém, fazem o trajeto a pé e reclamam que os ônibus não têm horário certo.

Coronel José Vicente da Silva, fala sobre segurança nas Universidades

Para assistir ao vídeo, CLIQUE AQUI!

A segurança universitária deve ser armada? Dê a sua opinião

Um estudante de 24 anos foi baleado na cabeça por volta das 21h30 de quarta-feira (18), depois de assistir a uma aula.

Últimas respostas

  • 20/05/11 03:06 - Não deve
    É uma péssima idéiaOpine
  • 20/05/11 00:30 - Paulo
    Sim, deve ser armada. Mas com pessoal frequentemente treinado para usar armas de fogo. Não é possível, sem armas, combater criminosos armados. No caso do atirador de Realengo, por exemplo, os desarmamentistas e os políticos oportunistas tentaram demonizar a arma de fogo, mas esqueceram ou omitiram o fato de que a tragédia só não foi pior porque um homem ARMADO, HOMEM DE BEM, matou o atirador criminoso. Este homem de bem estava lá por acaso. Se outros homens de bem e treinados estivessem armados naquele momento, é lógico que o homicida não teria feito tantas vítimas.Opine
  • 19/05/11 23:43 - Luanna Vanessa
    Deve sim so dessa forma que os estudantes terá mais segurançaOpine
  • 19/05/11 22:19 - reini farias
    deve sim.andar bem armado preferencia de ponto 40Opine
  • 19/05/11 22:12 - mauricio batista da silva
    Certo,de que adianta um segurança dentro de uma universidade, com todo o tipo de patrimonio, eo mesmo desarmado .Opine
  • 19/05/11 22:06 - luan henrique lima dill
    é lógica, as armas dão uma visão de superioridade se usada com inteligência.Opine
  • 19/05/11 22:05 - Ricardo
    Sempre o segurança deve andar armado.Opine
  • 19/05/11 22:00 - josé s santos
    não; o que ser feito é a mudança nas leis, essas que estão air serve só para ajudar so bandidos. ha muita inpunidade para quem cometes.Opine
  • 19/05/11 21:58 - Paulo Gerson
    Está cada vez mais dificil; não só a segurança universitária armada, como também toda a população. Chega de blá,blá,blá...é fogo contra fogo. Não satisfeito de tirar o que é nosso, o ladrão tira a vida. ESTÁ NA HORA DA POPULAÇÃO FAZER clamor por justiça armada da própria população. ESTABELECER UMA LEI DE PORTE DE ARMA GRÁTIS E LIVRE USO. Enquanto ficam com blá, blá, blá. Amanhã, depois e depois.....mais estaremos sempre mãos desses marginais.Opine
  • 19/05/11 21:51 - Eurides
    Segurança armado para que podemos ter confiança e segurança sem arma nao adianta segurança!Opine
  • 19/05/11 21:46 - valmir
    totalmente a favor ao armamento da população de bem , como os proficionais da area de segurança privada ,pois esta ai um homicida , mais exemplo uma gde vida de apenas 24 anos felizmente só o q podemos falar p/ os familiares minhas condolencia , é um absurdo!!!Opine
  • 19/05/11 21:46 - MIRO
    SIM,PORQUE BANDIDO ELE SEMPRE ESTA ARMADOOpine
  • 19/05/11 21:45 - zira
    Coloquem segurança BLINDADO , ASSIM NEM PRECISA DE ARMAS.Opine
  • 19/05/11 21:39 - Adriano Rodrigues da Silva
    A guarda Universitária devem ser armada sim, pois não existe segurança publica desarmada, como é o caso de muitas Guardas Municipais pelo Brasil. os bandidos respeitam a arma e não o uniforme, um agente de segurança publica desarmado não oferece segurança alguma nem a ele mesmo.Opine
  • 19/05/11 21:31 - cícero
    sim. a não ser que o segurança seja a prova de bala!!!!!!!!!Opine
  • 19/05/11 21:23 - Gisele Cristina Gonçalves
    concerteza deve ser armada tem muita gente que anda armado sem precisar eles precisam para selar da segurança dos alunosOpine
  • 19/05/11 21:22 - Gisele Cristina Gonçalves
    concerteza deve ser armada tem muita gente que anda armado sem precisar eles precisam para selar da segurança dos alunosOpine
  • 19/05/11 21:22 - JILBERTO
    Armado ou desarmado é irrelevante. Segurança deve ter preparo físico, psicológico e mental. Deve ter uma vida pregressa exemplar e uma vida social equilibrada. Deve ser avaliado e treinado periódicamente. Deve ter um bom salário. Vale salientar que nem todos os universitários fazem jus a esse perfil e muitos andam armados.Opine
  • 19/05/11 21:18 - Zemira Costa
    Vou reponder com uma pergunta, Existe segurança sem arma? Só a de Deus ...Os bandidos agem sem medo pq sabem q ninguem tem armas p/ reagir,principalmente as guardas municipais e universitárias.Opine
  • 19/05/11 21:16 - RENATA
    Sem dúvidas, acredito que a segurança universitária deva andar armada, ainda que não armas de fogo, mas de choque para imobilizações ou outros meios afins. No entanto, é fundamental que a polícia Militar esteja presente no campus, visto seu poder de polícia. Estamos muito inseguros ali. O medo é uma constante. Estudamos muito para conseguirmos entrar na maior universidade do país, horas de estudo duro, muitas abdicações por um ideal e um monstro destes, surge do nada e acaba com o sonho. Com o investimento de uma vida... Pior, terá direito a defesa, será visto como vítima da sociedade, um pobre coitado sem oportunidades... Ora, isso é Brasil. Que vergonha! Que este sujeito pague amargamente pela desgraça cometida. Todo sofrimento é pouco pra esta criatura macabra. Ahhh, só pra constar, culpar a educação por tudo é filosófico e fácil. Saber que tirar uma vida é o pior dos crimes não se aprende na escola, mas em casa, na igreja, na rua....Opine
  • 19/05/11 21:10 - rosana
    Sou totalmente a favor da polícia no campus. A ditadura já acabou faz tempo, não tem sentido achar que a polícia vai estar lá para reprimir as atividades de alunos, docentes e funcionários. A verdade é que muitos querem continuar tendo liberdade de usar drogas no campus, ou tem uma ideologia ultrapassada, e não pensam na segurança dos demais.Opine
  • 19/05/11 21:07 - Lúcia
    Sim!Desde q estejam preparados.Pois, sou universitária e questiono o q a segurança faria se ocorresse algo.Opine
  • 19/05/11 21:07 - genivaldo moura
    sim todos armados , bem pagos e bem preparados, sobre as armas , temos munições de borracha , gaz de pimenta e pistola de choque , cacetete enfim então da para arma, sem colocar a vidas de inocentes em risco.Opine
  • 19/05/11 21:07 - graça
    Acho que em qualquer lugar que tenha segurança tem que andar armado, ou então colocar a PM dentro destas Universidades como a USP, UFBA e outras.Opine
  • 19/05/11 21:06 - raymundo w.faustino
    sim, acho que o policiamento deve ser armado e com autorização de atirar para matar, quando dentro da universidade se encontre elementos com objetivos escusos e anti social.ou (bandidos). hoje, as leis são elaboradas para punir o cidadão e beneficiar bandidos, bandido tem direitos, cidadão tem deveres, imagens, flagrantes, testemunhos, e confições não são suficientes para condenar, quando mais manter uma condenação.Opine
  • 19/05/11 21:02 - EURICO R.SILVA
    sim a segurança deve ser armada por varios motivos mas um dos maiores motivos é que o bandido ou criminoso só teme ou respeita a força e intimidação maior que a dele ATT.Eurico -DIADEMA-SPOpine
  • 19/05/11 21:01 - fernando silva
    bom,pode até ser.mas segurança é o que deve prevalecer.é de muito risco os vigilantes andarem portando armas pois os alunos correm ainda mais risco de serem atingidos por uma bala perdida no caso de um assalto por exemplo.como estudo num colégio que recebe esse tipo de segurança e os vigilantes não fazem o uso de armamentos ou até mesmo simples revólveres.a presença desses objetos traria riscos e chamaria atenção para a escola.portanto,armas com vigias não mais trarão solução e sim problemas futuros.Opine
  • 19/05/11 20:59 - lucas
    de que adianta segurança desarmado no pais da violençia? tem que ter a rota ai dentro da faculdade para a segurança de todos..Opine
  • 19/05/11 20:58 - Vallor Campos
    Entendo que se faz necessário, considerando que a Segurança da USP não é armada. Como os bandidos estão armados, se faz mister que haja uma intervenção policial, sem desprezar portanto, as armas não letais que além de não oferecer risco à terceiros, tem poder de imobilizar o meliante.Opine
  • 19/05/11 20:57 - paulo ferreira de andrade
    todos cidadão de bem com residençia fixa e trabalhador com carteira assinada devia andar armado temos muitos bandidos andado armados porque nós não podemos aonde está a nóssa policia quando precisamos dela as delegacias e os distritos policiais fecha as 18;00 hs de segunda a sexta os bandidos agem 25;00horas p/dia 368 dias p ano a nossa policia trabalha no horario comelcial cade anossa segurança sr.secretarioOpine
  • 19/05/11 20:53 - Antonio
    Sim. Universidades nos EUA mantém polícia própria, não uma simples segurança, e os mesmos andam armados, caso contrário , que segurança se pode oferecer?Opine
  • 19/05/11 20:52 - wellington
    sim. pois os aluno (a) devem ter mais segurança.Opine
  • 19/05/11 20:52 - tiago bruno
    sim. como um segurança vai abordar um ladrao que ele segurança nao sabe se esta armado ou nao sem arma pr sua propria defesa.Opine
  • 19/05/11 20:52 - jose augusto
    e claro que deve como e que os segurança pode dar seguraça si eles propio nao tem si na hora do crime si os segurança tivesi visto na hora ele ia empedi o bandido com uma arma agora si eles tivesi armado ai sim conceteza eles empediria por que sao treinado.e eles sao tabem que se bem pago por que a vida n tem pressoOpine
  • 19/05/11 20:51 - Antonio marcos dos santos
    com certeza trabalhei de vigilante sem arma e acho que tem que usar arma sim pois no curso de formaçao nos treinamos com armas!Opine
  • 19/05/11 20:50 - John
    Simples, bandidos portam armas e seguranças desarmados serão apenas desperdício de verba, não irão intimidar a ação criminosa e poderão até morrer se tentarem fazer algo. Mas sou contra se liberarem as armas sem um treinamento e uma preparação antes, será outro desperdício de verba e aumentará ainda mais o risco dentro da universidade.Opine
  • 19/05/11 20:50 - maria mavinier
    Com certeza. Deve haver sim policiamento . É questão de segurança. Vivemos outro momento histórico e devemos nos desprender do passado.Opine
  • 19/05/11 20:49 - ana
    deve sim trabalhar armadosOpine
  • 19/05/11 20:49 - Rebecca
    Sim, nao so na USP, mas tambem em tdas as universidades federais pelo Brasil. Na Universidade Federal de Fortaleza (UFC), no campus do Benfica, ja houveram varios casos de assalto nos corredores, alem de tentativas de sequestros etc. Esta ficando muito dificil para os alunos, essa situação tem que ter um fim.Opine
  • 19/05/11 20:48 - GIOVANNA
    meu... o povo brasileiro precisa é de EDUCAÇÃOOpine
  • 19/05/11 20:48 - Gabriel de Alencar Novaes
    Sim, com toda a certeza! Uma Guarda Universitária bem treinada e bem equipada, com armas, maior número de guardas e viaturas, pode ser bem mais eficiente. E devem poder exercer força policia, não simplesmente patrimonial como é hoje. Além disso, tem que combinar a força de uma Guarda Universitária melhor treinada com a força da Polícia Militar!Opine
  • 19/05/11 20:47 - francisca maria da silva
    sim,pois os estudantes devem ter mais segurança assim como minha filhaOpine
  • 19/05/11 20:47 - jéssica
    Sim, a segurança deve der armada e receber treinamento especial para situações de perigo. Não adianta terguardas que não podem fazer nada para impedir um ato criminoso. Isso não é segurança, é teatro. É uma tentativa de aparentar uma segurança que não existe.Opine
  • 19/05/11 20:46 - gustavo
    é UMA UNIVERSIDADE lá dentro tem que ter estudo e não violênciaOpine
  • 19/05/11 21:57 - miro
    tem um, pessoalsinho,estudante demagogo que acha ter policia no local é sinonimo de violencia ,vai mora em marte
  • 19/05/11 20:46 - Alessandra
    - Sim, a segurança da Universidade deve ser ARMADA .para a segurança dos estudantes !Opine
  • 19/05/11 20:46 - Athena
    Sim, a defesa não defende sem armações para enfrentar os assaltos.Opine
  • 19/05/11 20:45 - Mariana
    eu acho que não... é uma universidade e a segurança só precisa TER porque lá não existe!!!!
Matéria do Site: Notícias R7

domingo, 22 de maio de 2011

QUATRO BANDIDOS RENDEM VIGILANTES E ASSALTAM POSTO DO BB NA CIDADE UNIVERSITáRIA

Um posto do Banco do Brasil localizado na Cidade Universitária foi assaltado por volta das 12h desta sexta-feira (20). De acordo com a Polícia Militar, quatro homens em duas motos praticaram o assalto. Os 
ladrões conseguiram levar o dinheiro, mas a quantia não foi informada. 

A ação aconteceu logo após um carro-forte abastecer o posto, que fica no anexo do Departamento de Enfermagem do Bloco A do Hospital das Clínicas. Ninguém ficou ferido, mas os bandidos quebraram o vidro do posto e renderam o vigilante. O fato de não haver câmeras no local deve dificultar a investigação do assalto. 

A quantia levada pelos assaltantes não foi informada e ninguém ficou ferido na ação; posto assaltado fica no anexo do Departamento de Enfermagem do Bloco A do Hospital das Clínicas.

Enviado por: Edinaldo
Por: Globo.com

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Segurança nas escolas será tema de audiência pública em junho

No dia 6 de junho, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado vai realizar um seminário para discutir o uso de armas, a segurança nas escolas e o bullying.

O presidente da Comissão, deputado Mendonça Prado, do Democratas de Sergipe, afirmou que depois do incidente ocorrido na escola pública em Realengo, no Rio de Janeiro, quando um homem armado matou várias crianças dentro da sala de aula, a segurança nas escolas se tornou um assunto discutido por toda a sociedade.

Entretanto, o parlamentar acredita que as medidas de segurança devem ser bem elaboradas para que as escolas não se tornem estabelecimentos prisionais.
Mendonça Prado afirmou que são necessárias medidas rápidas para evitar o aumento da violência e da entrada de drogas nas escolas.

"Nós temos alguns dados que demonstram que as crianças e os adolescentes se tornaram alvos fáceis dos bandidos, dos marginais. Nós temos, por exemplo, o aumento do consumo de crack no Brasil e de outras drogas num percentual de mais ou menos 700% foi o crescimento no nosso país nos últimos quatro anos e um dos pontos mais procurados para envolver, para viciar as nossas crianças são os estabelecimentos de ensino."

O comandante do Batalhão Escolar da Polícia Militar do Distrito Federal, tenente-coronel Eduardo Souza, também vai participar do seminário. Ele afirmou que o combate à violência nas escolas deve ser uma ação integrada entre vários órgãos. 

"Você nomeando cada pessoa a fazer seu papel, conscientizando de que cada um é importante para o processo de valorização do ser humano, de conscientização, de valorização da família, só assim que nós podemos mudar essa mentalidade e fazer com que as pessoas entendam que o ambiente escolar não é um ambiente violento e, sim, um ambiente que merece toda a atenção."

No Distrito Federal, foram apreendidas em 2010, no perímetro escolar, que compreende cem metros ao redor da escola, 11 armas de fogo e 16 armas brancas. Este ano, até maio, foram apreendidas três armas de fogo e três armas brancas.

Já o diretor da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições, Salésio Nuhs, acredita que o seminário vai ser uma oportunidade para que a indústria possa esclarecer aos presentes como é feito o controle de armas e munições no Brasil.

"Quando eu falo da importância dessa discussão, de trazer esse assunto para ser discutido, é exatamente pela falta de conhecimento e pela falta de informação. Existem algumas ONGs que são desarmamentistas, que ficam pregando o descontrole no comércio legal de armas e munições. Eu quero deixar bem claro que o comércio legal de armas e munições é extremamente controlado, é supercontrolado. Você comprar uma arma hoje no Brasil, comprar munição hoje no Brasil é 100% legal e 100% controlado. O problema nosso não são as armas legais, o problema nosso são as armas ilegais. Esse é o grande problema."

O seminário acontece no dia 6 de junho no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, das 9h da manhã às 6h da tarde.

De Brasília, Karla Alessandra.


sexta-feira, 20 de maio de 2011
Telefone: (61) 3216-1700 
Fax: (61) 3216-1715

Alunos ainda sentem insegurança no campus da UFMS em Campo Grande

Em 11 de abril uma estudante foi estuprada à luz do dia.
Comissão de segurança foi formada para tomar medidas emergenciais:

A instalação cerca de 50 metros que isola a passagem dos alunos da área de preservação permanente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) foi concluída nesta quinta-feira (19). O objetivo é evitar que pessoas estranhas entrem no campus pela mata.

O delegado Fernando Nogueira afirma que é possível criar um órgão de segurança pública dentro da universidade, mesmo tratando-se de área federal. "Há um entendimento que em crimes comuns praticados contra comuns, a competência é estadual e não federal", diz.

Foi no local que uma estudante de 20 anos foi estuprada no dia 11 de abril, em plena luz do dia. O agressor, Robson Vander Lan, confessou o crime e está preso. De lá pra cá uma comissão de segurança foi formada na universidade, com a proposta de montar um projeto para melhorar a segurança no local.

O presidente da comissão, Rogério Mayer, diz que um dos objetivos é reduzir a sensação de insegurança dos alunos e professores que frequentam a UFMS. "Pretendemos elaborar um plano de segurança que já está bem avançado, e algumas ações emergenciais já estão sendo tomadas", afirmou.

Crime em SP
A questão da segurança nas universidades públicas voltou a ser discutida em todo o pais porque na noite de quarta-feira (18) um jovem de 24 anos foi baleado no estacionamento da Universidade de São Paulo (USP), campus da capital paulista.

Felipe Ramos de Paiva cursava ciências atuariais. Testemunhas viram o jovem sendo seguido por um homem. O crime chocou colegas e principalmente a família do estudante. Um vigilante ouviu um tiro e viu uma pessoa fugindo em seguida. A polícia investiga o caso.

Em Mato Grosso do Sul, a comissão de segurança é composta por professores, estudantes, polícias civil e militar, e representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Medidas emergenciais foram tomadas após o estupro, como aumento no número e no horário de permanência dos seguranças no campus, além da instalação de seis câmaras de monitoramento.

A estudante de psicologia Juliana da Silva comenta que muitos alunos têm aulas à noite, o que contribui para a sensação de insegurança no campus. "A faculdade é muito extensa. Em questão de segurança acho que ainda falta muito a se fazer", diz.

O projeto ainda prevê medidas de longo prazo, como a instalação de cancelas em todas as entradas da UFMS, aquisição de catracas eletrônicas para a identificação dos alunos e a construção de bases das polícias Civil e Militar dentro do campus.

Fonte: portal G1
Link: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2011/05/alunos-ainda-sentem-inseguranca-no-campus-da-ufms-em-campo-grande.html

Enviado por: Marcelo Vargas - UFPeL