quinta-feira, 11 de agosto de 2011

E-MAIL DO MOZARTE (UFRGS) UM DIA ANTES DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO

Reunião com Professor Hermano na Rural do Rio, sobre a Polícia Universitária

















quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Projetos da UFMS prevêem campus 100% monitorado e controle de acesso

Medidas de segurança estão previstas em projeto encaminhado para Ministério da Educação. Universidade também busca parceria com Polícia Civil e Militar para posto policial no campus.

A administração da (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) encaminhou para o Ministério da Educação o Plano de Reforço na Segurança, com diversas medidas a médio e longo prazo que tem o objetivo de garantir a segurança no campus.

O Plano foi elaborado pela Comissão de Segurança UFMS, instituída em abril deste ano após o estupro de uma jovem de 21 anos no matagal próximo a ponte que liga o teatro Glauce Rocha ao bloco de exatas.

O presidente da Comissão, Rogério Mayer, não revelou o valor orçado no projeto para as ações, mas ressaltou três medidas principais que o plano prevê: instalação de equipamentos para o controle de acesso, monitoramento de câmeras em todo o campus e colocação de alarmes nos laboratórios e prédios da Universidade.

Com base nas análises já feitas, Rogério acredita que o controle de acesso será a medida mais importante para garantir a segurança. “Todos os agentes em segurança afirmam que não tem como garantir a segurança no campus sem o controle de acesso. Esse seria o primeiro passo”, esclarece.

O controle de entrada e saída no campus seria feito com catracas e cancelas, instaladas em todas as entradas da Universidade. Mas, segundo a Comissão, as modificações só serão feitas após consulta com os acadêmicos e engenheiros de trânsito.

“Tudo vai ser feito após uma conversa com os estudantes. Mas também é preciso saber se isso vai interferir no trânsito da região, como formar filas de veículos”, frisa.

Já o investimento em mais câmeras tem o objetivo de monitorar por completo o campus, com um sistema integrado de vigilância e a ampliação da central de monitoramento.

Para Rogério, o circuito interno de câmeras é fundamental para coibir a pratica de crimes, como também na identificação dos autores.

A outra medida prevista, com a instalação de alarmes nos prédios, tem o caráter preventivo no plano de reforço da segurança. Segundo o presidente, nunca houve nenhum roubo a um dos prédios, mas os equipamentos muitas vezes ficam vulneráveis a ação de ladrões.

O projeto depende da aprovação do Ministério da Educação e, segundo Rogério, ainda não existe um prazo para a avaliação.

Posto policial - Além dos investimentos previstos no Plano, a Comissão de Segurança também encaminhou a Sejusp (Secretaria do Estado de Justiça Segurança Pública) um projeto de parceria para a implantação de um posto policial dentro do campus.

A iniciativa quer que a Polícia Militar tenha um posto permanente no local para fazer ronda na região. “O acadêmico quando sai da UFMS também corre risco na região. Com o trabalho da PM a região ficaria ainda mais segura. As rondas poderiam ser feitas dentro e fora do campus”, justifica.

Com a Polícia Civil, o trabalho conjunto quer contribuir para a resolução de crimes, como aconteceu no caso do estupro, que teve a prisão do autor em menos de 24h.

A reportagem não conseguiu contato com a Sejusp. Em contato com o comandante de policiamento metropolitano da PM, o Coronel Bueno afirmou que a decisão depende da Sejusp, mas esclareceu que o policiamento na região já é feito pelo 10° Batalhão da PM. “Só não podemos entrar no campus, porque é um órgão federal”, explica.

Medidas emergenciais - Após o estupro, a Comissão implantou algumas medidas emergenciais de segurança. Nesta semana deve ser concluída a instalação de oito câmeras em vários pontos da UFMS.

Os equipamentos ficarão no Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS), agências bancárias e Concha Acústica, Departamento de História e estacionamento da antiga reitoria, laboratórios do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), entrada da Reitoria, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (Famez) e os fundos do prédio das Pró-Reitorias.

Também está prevista a colocação de cerca ao redor da área de estacionamento do Morenão. De acordo com a Comissão de Segurança, a medida foi necessária após várias denúncias de que o local era utilizado para uso de drogas e prostituição.

Os postos de vigilância já foram ampliados de nove para 16 e a empresa de segurança está sendo contratada. Foi aberta licitação para a instalação de guaritas pelo campus.

Os acadêmicos ainda passaram a ter um ônibus para o trajeto da biblioteca até a área do curso de química, onde aconteceu o estupro. O veículo passa a cada 30 minutos.

No site da instituição – www.ufms.br – foi disponibilizado um link com todas as informações sobre segurança. O acadêmico tem acesso a um sistema informatizado que possibilita registrar incidentes de violência e, por meio do mapa virtual da instituição, pontuar os locais tidos como inseguros.

Com isso, a Universidade quer mapear a sensação de insegurança no campus. No entanto, desde a implantação do sistema, em maio, nenhum relatório com os dados obtidos foi elaborado.

Campo Grande News
Por: Paula Vitorino
Enviado por: Mozarte - UFRGS

SEGURANÇA EM PAUTA NA UFRJ


A criação de uma Polícia Universitária Federal e a elaboração de um seminário interno da UFRJ sobre a segurança interna dos campi da universidade foram discutidos na reunião da Vigilância da UFRJ ocorrida na tarde dessa quinta-feira (04/08), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj). 

Organizada por Kátia Rodrigues da Coordenação de Comunicação Sindical e por Juscelino Ribeiro, diretor da Divisão de Segurança (Diseg), os debates giraram em torno da insatisfação com a infra- estrutura oferecida, e culminaram com a criação da Polícia Universitária Federal, baseada na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 38/11, da deputada Andreia Zito, já em tramitação na Câmara dos Deputados e aguardando aprovação.

Reuniões como a de hoje têm o objetivo de abordar todos os detalhes da criação dessa polícia para melhor atender à universidade. Juscelino completa “para a criação dessa polícia, concursos públicos têm de ser abertos, pois para o cargo de vigilante não existem mais concursos. A nossa função não está extinta, mas como as pessoas ou falecem ou se aposentam os cargos estão acabando. Muitos de nós, em 10 anos finalizaremos o nosso serviço. Essa nova polícia tem de ter um treinamento específico.”

Kátia Rodrigues diz que a polícia universitária que será criada tem que ter equipamentos especializados “para evitar assaltos e assassinatos.” O seminário que visa colher opiniões sobre a segurança, de forma democrática, irá envolver todas as unidades dos campi, como DCEs, reitoria, empresas estatais, bancos, entre outros, para que os vigilantes entendam qual o pensamento que cada unidade tem sobre o que seria a segurança, para que melhor possam atendê-los.

Segundo Juscelino, os vigilantes presentes na reunião desta quinta-feira estarão presentes também no Seminário Nacional de Pelotas, que acontece entre os dias 28 de novembro a 3 de dezembro deste ano, para abordar os assuntos discutidos na reunião de hoje.
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FONTE: Olhar Vital
Segurança em pauta
RAFAEL AMENDOLA - AGÊNCIA UFRJ DE NOTÍCIAS - CCS
Enviado por: Juscelino - UFRJ

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Relato do Jornal Agora de Rio Grande sobre por que passaram os Colegas da FURG.


Na manhã desta terça-feira, o reitor da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), João Carlos Brahm Cousin, reuniu, em seu gabinete, os dez profissionais da vigilância envolvidos em fato ocorrido no sábado, dia 29 de janeiro, em frente ao Centro Integrado de Desenvolvimento Costeiro e Oceânico (Cidec-Sul), durante solenidades de outorgas de grau. Na ocasião, convidados de um dos formandos, "embriagados", no relato dos vigilantes, teriam iniciado uma briga generalizada no local. No encontro, que se iniciou às 9h, o reitor colheu informações do fato para incluí-las num relatório técnico que será entregue às autoridades competentes a fim de apurar responsabilidades e punir os culpados.

Ainda durante a reunião, Cousin entregou Portarias de Louvor aos vigilantes em reconhecimento à bravura e ao profissionalismo no zelo pela instituição. O primeiro a receber a distinção inédita nesta gestão foi Adelson Claiton da Matta Dias. No sábado, em meio ao tumulto, o vigia sofreu agressões graves no rosto, recebeu atendimento da equipe médica local e foi encaminhado à Santa Casa do Rio Grande, onde realizou exames e permaneceu em observação. Na próxima semana, Matta Dias será submetido a uma cirurgia para reconstituir o osso do nariz.

A confusão

Segundo relatos da equipe de vigilância envolvida na confusão, tudo começou por volta das 19h de sábado, dia 29, quando um micro-ônibus de Porto Alegre chegou ao Cidec-Sul com cerca de 15 pessoas, entre familiares e convidados de um dos formandos da primeira cerimônia da noite (que agrupava os cursos de Biologia, Economia e Química - Licenciatura). O nome do formando não foi divulgado.

Os vigilantes relataram que, ao descerem do coletivo, os passageiros (alguns calçando chinelo e sem camisa) já apresentavam sinais de embriaguez. Ao ser impedido de acessar o auditório em que transcorriam as solenidades, um desses convidados teria insultado o agente, que alegava existir uma fila de espera para entrar no auditório em virtude da lotação máxima.

Conforme o chefe da equipe de vigilância, Nilo Sérgio da Silva, nesse momento, o rapaz fez diversas ameaças e chamou outros colegas. “Ele chamou todos para a briga e tirou a camiseta dizendo que iria resolver no braço”, relatou o servidor, que disse ainda que outros integrantes do micro-ônibus praticavam atos de vandalismo no estacionamento do Cidec-Sul. Segundo ele, o problema limitou-se à rua, enquanto a cerimônia transcorria normalmente.

Logo em seguida, começaram as agressões. Um vigia foi atingido por um chute e derrubado. A partir daí, estabeleceu-se um violento confronto no local. De acordo com Lemos da Silva, a Brigada Militar foi acionada logo após o início da confusão, mas teria demorado a atender justificando falta de viatura. Ao final, todos os vigias presentes sofreram algum tipo de agressão; porém, o caso mais grave foi o de Adelson Claiton da Matta Dias. Atingido no rosto, o vigia precisou ser socorrido pela equipe de paramédicos que presta atendimento à Furg. Com hemorragia, Matta Dias foi conduzido à Santa Casa do Rio Grande, onde foi diagnosticada fratura óssea no nariz. Para se recuperar do ferimento, o servidor precisará passar por uma cirurgia.

Providências
Depois de ouvir e questionar os vigilantes, o reitor classificou a situação como lamentável e afirmou que acompanhará pessoalmente os desdobramentos do caso. “Cumprirei o meu dever de levar esse episódio ao conhecimento das autoridades, tanto de ordem judicial, quanto política e midiática, porque nosso trabalho sempre busca honrar a academia, principalmente, quando se trata de um órgão público federal”, disse. Ainda durante a reunião, o reitor conversou por telefone com o prefeito municipal e com autoridades das polícias Civil, Militar e da Justiça Federal. Todos confirmaram agenda prontamente.

Novo sistema
As cerimônias de Outorga de Grau da Furg têm sido alvo de manifestações de apoio e reconhecimento por parte das pessoas envolvidas. A Outorga de Grau é de responsabilidade da universidade. O diploma é entregue durante a cerimônia sem qualquer custo para os estudantes. A Furg promoveu grandes mudanças em suas cerimônias de Outorga de Grau desde 2007. A razão foi propiciar aos acadêmicos condições iguais de participação nas formaturas. A mistura da cerimônia oficial com a festa de comemoração, como ocorria anteriormente, também motivou a universidade a realizar o plano de alterações.

A capacidade do auditório Oceanos do Cidec-Sul é de 1,3 mil pessoas sentadas. Quando há lotação, os convidados têm a opção de assistir ao evento por meio de telões disponibilizados na Asa Norte. Ainda, a partir de 2010, a Furg TV passou a transmitir ao vivo as cerimônias. “Esta é a forma de socializar e mostrar para a comunidade aquilo que se faz na universidade”, afirma o vice-reitor, Ernesto Luiz Casares Pinto.

Enviado por: Marcelo Vargas - Vigilante Federal/UFPel

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Após assalto, quatro alunos da Unijorge prestam queixa e vigilantes irão depor

A polícia espera mais depoimentos para poder colher detalhes sobre o aspecto físico dos ladrões e fazer um retrato falado.

Redação CORREIO

Os vigilantes do Centro Univeritário Jorge Amado (Unijorge) e o motorista da van que faz transporte de alunos da instituição serão convocados para prestar depoimento na manhã da terça-feira (2) sobre o assalto que aconteceu no estacionamento externo da universidade esta manhã. A van é usada para levar os estudantes do estacionamento externo para o prédio onde as aulas acontecem.

Quatro estudantes da Unijorge já prestaram queixa na 10ª Delegacia (Pau da Lima) - eles estavam acompanhados de uma assistente jurídica, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

De acordo com o delegado plantonista Antônio Cardoso Júnior, os alunos contaram que estavam na van quando foram abordados por dois ladrões, que roubaram os celulares e dinheiro dos jovens. Além deles, outras 12 pessoas estavam na van no momento do crime. Segundo a SSP, os estudantes disseram em depoimento que não houve troca de tiros neste momento.

A polícia espera mais depoimentos para poder colher detalhes sobre o aspecto físico dos ladrões e fazer um retrato falado. Não há câmeras no estacionamento externo da Unijorge, segundo a SSP.

Gol roubado
O carro roubado pelos bandidos para fugir da Unijorge, um Gol preto, foi abandonado 15 minutos depois, em frente à própria universidade. O dono do carro, um estudante do local, já havia dado queixa na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV).

De acordo com este estudante, houve troca de tiros entre os bandidos e um homem que estava na Ladeira Conjunto Paralela. Um dos tiros atingiu a parte dos fundos do veículo. Os bandidos atravessaram até o canteiro da Paralela, onde conseguiram roubar outro carro e fugiram.

O dono do carro foi orientado a levar a veículo para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para passar perícia.

Fonte: CORREIO 24H

Vigilantes são sequestrados

Os vigilantes realizavam rondas e foram rendidos por bandidos. A dupla é torturada e carro da empresa é destruído.
Local onde vigilantes são rendidos (Fotos: Cássia Santana / Portal Infonet)

Dois vigilantes da empresa Nordeste Segurança, que presta serviço à Petrobras, foram sequestrados e torturados quando realizavam rondas visando proteger poços de extração de petróleo instalados na localidade conhecida como Fazenda Aguilhada, no município de Carmópolis, distante 45 km da capital, Aracaju. Os dois vigilantes permanecem em estado de choque, deverão folgar por alguns dias e receber atendimento psicológico, segundo informou um funcionário da Nordeste Segurança, que prefere o anonimato.

O sequestro e as torturas ocorreram na noite de sexta-feira, mas só neste domingo chegou ao conhecimento doPortal Infonet, que foi à cidade, também ao local onde os vigilantes foram mantidos reféns e apurou que operários de variadas empresas que atuam na região vivem sob o domínio do medo devido aos frequentes assaltos registrados nas áreas onde estão instalados os poços da Petrobras.

"Aqui existem várias quadrilhas organizadas que atuam com violência para roubar cobre e outros produtos da Petrobras. Todo mundo trabalha com medo", diz um funcionário de uma das empresas que presta serviços à Petrobras. Atormentado por conviver com pessoas que já sofreram assaltos, o operário prefere o anonimato.

Nesta última ação de uma das quadrilhas, os dois vigilantes passaram por mais de quatro horas de terror nas mãos dos bandidos. Os dois vigilantes foram rendidos quando se aproximaram do portão de entrada na Fazenda, um ponto que funciona como parada obrigatória para todos que chegam à localidade. O portão permanece fechado. Na noite da sexta-feira, 29, um deles desceu do carro para abri-lo e quando já retornava ao veículo foi surpreendido, juntamente com o colega pelos marginais.

Um dos bandidos se apoderou da direção do veículo da empresa e todos seguiram com os dois vigilantes como reféns. Em um matagal, os dois vigilantes passaram por uma sessão de tortura física e psicológica.

De acordo com depoimento de um amigo das vítimas, os dois vigilantes, depois de torturados, foram amarrados dentro do veículo da empresa e, nesta condição, permaneceram presos por algumas horas. Para amarrá-los, os bandidos utilizaram os cadarços dos coturnos, que os operários usam rotineiramente para trabalhar. Os marginais destruíram o veículo, quebraram vidros e ainda levaram o rádio de comunicação da empresa, aparelhos celulares de ambos, R$ 50,00 de um dos vigilantes e a bateria do veículo. Sem condições de uso, o veículo foi guinchado para a garagem da empresa, em Aracaju.Sem sorteDeixados no matagal, os vigilantes conseguiram se livrar dos cadarços dos coturnos e correram para a pista em busca de socorro. Quando pediam ajuda, por azar, foram novamente surpreendidos pelos mesmos bandidos. Um deles conseguiu correr, mas o outro vigilante acabou sofrendo ao passar por uma nova sessão de tortura.

Em Carmópolis, o Portal Infonet localizou o operador de máquinas pesadas Aurino dos Santos, que já encontrou os dois na pista, juntos, pedindo socorro. “Até pensei que era Polícia. Eles estavam dando sinal de luz com uma lanterna e então parei pensando que era a Polícia”, disse. “Eles estavam muito nervosos, tremiam e pediam pelo amor Deus para que eu os tirasse dali, um deles veio sentando no colo de um colega porque não tinha vaga no caminhão”, lembra.

Aurino estava no caminhão acompanhado de mais dois outros colegas de trabalho e saía de uma base da Petrobras com destino à garagem da empresa para a qual trabalha, instalada no centro de Carmópolis. “Foi aí que vi os dois saindo do mato, com a lanterna dando sinal de luz”, informou.O Portal Infonet procurou a Nordeste Segurança, conversou com alguns funcionários que não quiseram ser identificados e localizou, por telefone, o supervisor de segurança da empresa, que se identificou como Abelardo Neto. Ele revelou que os dois vigilantes receberam assistência médica no hospital local e que foram levados para as respectivas residências depois que obtiveram alta médica. “Hoje, eles já estão em casa e passam bem”, resumiu.Ele não soube precisar se houve roubo de objetivos na Fazenda onde estão instalados os poços de extração de petróleo, assim como não soube precisar detalhes sobre a ocorrência. O supervisor informou apenas que tomou conhecimento que dois vigilantes teriam sido rendidos no veículo da empresa quando faziam as rodas de rotina.Neste domingo, 31, a Delegacia de Polícia estava fechada, sem policiais. Há informações de funcionários da Nordeste Segurança que houve registro do sequestro em Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia local. "Não é nenhuma novidade a Delegacia estar fechada em fins de semana", denuncia um funcionário de uma das empresas que presta serviços à Petrobras naquela região.

O Portal Infonet também tentou ouvir a Petrobras, mas não localizou ninguém disponível para falar sobre o assunto.

Por Cássia Santana - Portal Infonet