terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sisejufe luta pela tramitação da PEC34

Deputada Andreia Zito garante apoio e luta na CCJC pela aprovação da emenda
Na tarde de segunda-feira, 22 de agosto, às 14h, em Duque de Caxias, o diretor-presidente do Sisejufe, Roberto Ponciano acompanhado da assessora politica Vera Miranda e do diretor sindical Nilton Alves Pinheiro, se reuniram com a deputada Andreia Zito e seu chefe de gabinete, o professor Hermano Tavares. A pauta da reunião foi a luta pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 34/2007 na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC). A PEC 34 trata da ascensão funcional dos servidores públicos.

Criada pelo ex-deputado Índio da Costa, com assinatura da deputada Andreia Zito, a PEC 34 teve aprovada sua admissibilidade em 9 de setembro de 2007 pela CCJC, restabelecendo o concurso interno para ascensão funcional suprimido pelo artigo 37 da Constituição de 1988. No entanto, Índio da Costa não chegou ao final dos trâmites necessários para a PEC ser apreciada em plenário na Câmara dos Deputados. Com o fim do mandato do deputado Índio da Costa, então no DEM, a mesa diretora da Casa arquivou a emenda conforme o art. 105 do Regimento Interno, em 31 de janeiro deste ano.

Contudo, em 7 de junho, a deputada federal Andreia Zito, uma das signatárias do pedido da PEC, solicitou à mesa diretora da Câmara o desarquivamento da emenda. Em 16 de junho, já com o PEC 34 desarquivada, a deputada apresentou o requerimento nº 2192/2011, no qual solicita a abertura de uma nova Comissão Especial para emitir parecer a proposta de emenda. Um novo parecer é preciso porque quando uma emenda é arquivada – mesmo tendo sido aprovada – é necessário reiniciar o trâmite da proposta desde o início.

Demanda coletiva e importante para o Judiciário

Na reunião em Duque de Caxias, a assessora política do Sisejufe, Vera Miranda, explicitou para a deputada que a PEC 34 vem ao encontro aos interesses de todos os setores do funcionalismo público. “É uma demanda coletiva pela ascensão funcional seja no Judiciário ou os setores universitários. A ideia é firmarmos um compromisso político para unirmos forças, tanto de parlamentares quanto das categorias dos setores públicos, e realizarmos encontros com outros deputados, tecendo uma ampla mobilização”, disse Vera Miranda. De acordo com a assessora política, existe a constante preocupação com o seguimento da carreira. “A prova é que em toda mobilização ou manifestação, a ascensão funcional é reivindicada. É uma demanda que está no topo das preocupações dos servidores públicos”, afirmou.

O diretor sindical Roberto Ponciano, esclareceu para a deputada Andreia Zito que “não há dentro do serviço público quem seja contra a ideia de ascensão funcional e, portanto, mobilizar a categoria para pressionar o trâmite da PEC 34 é de interesse de todos”. “Esse pequeno grupo que está aqui é a ponta de lança de uma ação muito maior. Uma série de adesões que podemos fazer a partir de agora pela luta da PEC 34, tanto na Fenajufe, quanto na CUT estadual”, disse Ponciano.

Para Ponciano, é importante que parlamentares referendem o projeto e os sindicatos realizem mobilização no Congresso. “Nós do Sisejufe acreditamos ser fundamental a tramitação da emenda e sua aprovação. O tema tem amplo apoio da CUT e também foi aprovado durante a Plenária da Fenajufe”, ressaltou o dirigente sindical.

Segundo a deputada Andreia Zito, a mobilização era o que faltava para que a PEC 34 volte a tramitar: “Se não houver mobilização em relação a qualquer matéria no Congresso, as demandas não tem continuidade e não andam. Quando o trabalho do parlamentar tem o apoio de sindicatos e das categorias envolvida, fica difícil para a Câmara não atender a proposição”, explicou a deputada.

Chefe de gabinete pede união de forças

Para o chefe de gabinete da deputada, professor Hermano Tavares, apenas o apoio da deputada não será o bastante. Para ele, movimento precisa ser conjunto. “Todas as entidades de classe do serviço público tem de unir forças para fazer a PEC 34 ganhar adesão. Precisamos criar a comissão mista (formada por senadores e deputados) para um novo parecer”, explicou Tavares. Segundo Tavares, entidades como a Fasubra, a Fenajufe, a Federação dos Bancários, entre outras, precisam se unir e serem solidárias para garantir o trabalho de corpo a corpo com os deputados.

O chefe de gabinete da deputada concordou com o diretor do Sisejufe: a PEC 34 não pode servir para a volta dos chamados “trens da alegria”, mas sim para regulamentar um direito e um instituto que foi soterrado pelo seu péssimo uso. Hermano Tavares acredita que a sociedade só aceitará a ascensão funcional se vier com critérios claros e definidos – o que é contemplado pelo substitutivo construído pelos trabalhadores.

Imprensa Sisejufe - Texto e Foto Tatiana Lima - Edição Henri Figueiredo

Polícia Federal Recomenda Prisão de Agentes de Segurança do Judiciário Federal

30/08/2011 - Marcelo Bias

O delegado da Polícia Federal (PF) solicitou à Corregedoria Nacional de Polícia que oriente às Superintendências Regionais a aplicação dos procedimentos legais (a prisão dos agentes de segurança por porte ilegal de armas por Resoluções dos Tribunais) e afirma que os tribunais cometeram ato criminoso ao concederem o porte de arma.

A AGEPOLJUS entende ser esta uma afronta ao Judiciário, porque depois do Estatuto do Desarmamento, em consulta feita à PF, ela orientou os tribunais a emitirem seus próprios portes de armas de fogo.

Passaram-se anos e, num processo do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF apresentou uma segunda versão na qual afirma ser de sua responsabilidade a emissão dos portes do judiciário e assim o fez.

Recentemente, numa terceira versão, quando da renovação dos portes do judiciário, o STF disse que os tribunais não têm previsão constitucional para concederem tal porte. Assim, os portes não foram renovados.


Uma quarta versão foi apresentada, pela PF, com o pedido de prisão dos Agentes de Segurança do Judiciário que estiverem trabalhando armados com o porte de arma institucional.

Diante disso, o Presidente da AGEPOLJUS, Edmilton Gomes, acompanhado pelos advogados da Cassel & Ruzzarin, protocolaram documento na PF para obterem cópia do processo administrativo e entrarem com as medidas legais, ou seja, o pedido de liminar preventiva que suspenda a possível determinação de prisão dos Agentes de Segurança do Judiciário que estiverem trabalhando armados até que o CNJ tome uma decisão definitiva para essa situação.

Na oportunidade, estiveram com o diretor do SENARM, Doutor Wagner Menezes, que confirmou a ilegalidade dos atos e que as medidas deverão ser aplicadas. Enquanto isso, no Congresso, se aguarda o nome do relator do PLC 03/2010 que regulamenta o porte de arma dos Agentes de Segurança do Judiciário Federal. Durante os últimos dias, varias reuniões aconteceram com os Senadores, dentre as quais foi solicitado ao Senador Valdir Raupp (PMDB/RO) que avoque para si a relatoria do projeto.
Enviado por: Renan Canuto - UFRRJ

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Festa na UFU termina em confusão e pancadaria

UBERLÂNDIA, TRIÂNGULO MINEIRO

Uma festa realizada na noite desta sexta-feira (26) na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) terminou em confusão e pancadaria. A Polícia Militar (PM) teve que ser acionada quatro vezes durante a madrugada e os bombeiros também compareceram ao local para socorrerem um jovem que acabou sendo espancado no chão por vários outros rapazes.

O tráfego nas proximidades do Campus Santa Mônica ficou impraticável com toda a confusão. A PM teve muita dificuldade para contornar a situação que era pra ser de festa, mas acabou se tornando um tumulto regado a muita bebida e falta de preparo dos organizadores.


Fonte: Redação Uipi! Vinícius Ramos

Estudantes ocupam reitoria da Ufes em apoio a funcionários grevistas e professores


Cerca de 200 estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) ocuparam a reitoria da instituição, como forma de protesto em apoio aos servidores e professores, na tarde desta sexta-feira (26). A decisão foi tomada durante uma assembleia realizada nesta manhã, logo após a reunião dos professores, que decidiram pelo indicativo de greve no dia 5 de setembro.

Segundo um dos representantes do movimento estudantil da Ufes Gustavo de Biase, os serviços básicos da Universidade estão parados. "Os servidores estão parados a dois meses. Com isso, biblioteca e restaurante não funcionam. O Governo e Reitoria da Ufes não dão indicativo de que vão negociar, por isso resolvemos apoiar os grevistas por melhores condições", disse.

Os estudantes prometem ficar no local por tempo indeterminado, como revela o representante. "Nós fizemos a ocupação da reitoria como em algumas universidades do Brasil. Entramos lá e vamos ficar por tempo indeterminado. Cerca de 200 e deve ter aumentado. O pessoal vai ficar lá", afirmou Gustavo de Biase.

Enviado por: Jefferson Oliveira - UFES
Fonte: Folha Vitória

domingo, 28 de agosto de 2011

Bandido preso durante tentativa de "saidinha"

O assaltante Neilton da Silva Menezes, 22, tentou fugir, mas acabou sendo capturado pela Polícia Militar

A vítima foi atacada quando chegava a uma loja situada na Rua Pedro Pereira. Um dos suspeitos foi preso Uma tentativa de ´saidinha´ bancária ocorrida na tarde de ontem, no Centro de Fortaleza, terminou em tiroteio e com um dos suspeitos do crime preso por policiais militares. Neilton da Silva Menezes, 22, foi levado para o 34º DP (Centro) e autuado em flagrante por roubo.

De acordo com uma das vítimas, um técnico de som que pediu para não ser identificado, ele havia sacado R$ 2 mil, no Posto do Banco do Brasil, da Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC) e se dirigiu a uma loja situada na Rua Pedro Pereira, no Centro da Capital.

"Quando estava encostando na loja, um deles (assaltantes) me abordou com uma pistola na mão e mandou eu entregar o dinheiro. Como eu demorei a entregar, ele atirou para cima", contou a vítima. Ao ouvir os disparos, o segurança de uma loja também atirou para o alto o que assustou o assaltante.

A dupla se separou

Na tentativa de fuga, Neilton colidiu a motocicleta em que estava com um veículo no cruzamento das ruas Pedro Pereira com Barão do Rio Branco e recebeu voz de prisão dos policiais militares cabo Marcelo e soldado Gomes, da Companhia de Provisória de Moto patrulhamento. O acusado que estava com a arma fugiu a pé e algumas ruas depois roubou a moto do funcionário de uma lavanderia.

A motocicleta usada pelo segundo suspeito, identificado como Diego, foi localizada no bairro Pio XII. Equipes do Serviço Reservado da 5ª Companhia do 5º BPM (Centro) realizaram buscas na região onde o veículo foi abandonado.

Duas Rodas

Conforme o major PM Teófilo Gomes, comandante da 5ª Companhia do 5º BPM (Centro), as ocorrências do tipo ´saidinha´ e ´chegadinha´ bancária diminuíram com o aumento do policiamento realizado por policiais em motos nas ruas do Centro.

As ações do policiamento de motopatrulhas na malha central e em outros bairros de abrangência do 5ºBPM estão sendo coordenadas pelo tenente-coronel PM F. Souto. Já na área do 8º BPM (Aldeota), o tenente coronel PM Batista dos Santos está gerenciando os trabalhos dos PMs.

O chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel PM Luiz Flares, explicou que a ´Operação Duas Rodas´ foi implantada há cerca de três semanas depois de seguidas reuniões com o comandante-geral da Corporação, coronel PM Werisleik Matias. Segundo Flares, a iniciativa trouxe mais mobilidade ao policiamento.

Fonte: O Globo
Enviado por: Mozarte - UFRGS

Estudantes de Ouro Preto bebem mais


Segundo a pesquisa, que ouviu quase 20 mil universitários, 29,18% dos estudantes da Ufop assumem consumir bebidas alcóolicas sempre.
Da Redação, com TV Bandeirantes
A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) divulgou nesta terça-feira uma pesquisa que revelou que os estudantes de Ouro Preto, em Minas Gerais, são os que mais consomem bebida alcoólica no Brasil.

De acordo com o levantamento, que ouviu quase 20 mil universitários, 29,18% dos estudantes da Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) assumem consumir bebidas alcóolicas periodicamente ou sempre, número que representa mais que o dobro da média nacional, de 14%.

Em segundo lugar, vem Lavras (26%), seguida por Viçosa (25%) e Alfenas (23%). Os números fazem parte do Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais Brasileiras. A pesquisa traz informações das 56 instituições federais do país. O uso constante de bebidas alcoólicas é refletido também nas ocorrências policiais.

De acordo com a Polícia Militar, entre janeiro e julho deste ano, 71 ocorrências policiais foram registradas tendo como objeto reclamações de perturbação do sossego feitas por moradores de Ouro Preto.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Simulação de assalto poderia resultar em tragédia na UFRJ

No dia 6 de agosto, sábado, o campus do Fundão foi usado como cenário para uma simulação de assalto sem aviso prévio, o que poderia ter causado uma situação real de confronto envolvendo os vigilantes patrimoniais e a Polícia Militar.

A atividade – uma gravação do Projeto Projovem da Coope – não foi comunicada aos órgãos responsáveis, Prefeitura Universitária e Divisão de Segurança (Diseg), e a encenação do assalto foi interpretada como real pela comunidade e pela própria segurança.

“Poderia ter acontecido uma tragédia, pois não sabíamos da simulação. E a reação da nossa segurança ou a dos policiais poderia ter sido outra”, conta o diretor da Diseg, Juscelino Ribeiro.

O diretor da Diseg fez um registro da ocorrência e o enviou à Prefeitura Universitária. O prefeito da UFRJ, Ivan Carmo, considerou a questão de extrema gravidade e solicitou à direção da Coppe providências para que o episódio não se repita. “Não fomos avisados e ninguém foi consultado. Todo mundo sabe que para qualquer evento e ou filmagem tem que pedir autorização”, afirmou. Segundo Ivan, o diretor da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, informou que o professor responsável fez uma carta pedindo desculpas. E a própria direção também fez mea culpa explicando compreender a posição dos órgãos responsáveis e destacou a importância do projeto como de
interesse social.

O fato

A Diseg recebeu um telefonema do vigilante do Cetem apavorado, dizendo que um motorista estava sendo agredido por um homem no ônibus da universidade.

Três vigilantes seguiram para o local e se depararam com a seguinte cena: três homens – um armado e encapuzado apontando uma pistola para dentro do ônibus, outro em atitude ameaçadora com arma em punho e o terceiro do lado de fora como se fosse um refém. Uma quarta pessoa cai do ônibus como se tivesse sido baleada. 

Segundo Juscelino Ribeiro, diante de uma situação como essa tudo pode acontecer, mas os vigilantes souberam ter frieza para manter distância e chamar o reforço da Polícia Militar. Somente depois da abordagem de dois policiais armados de fuzil e pistola é que o professor responsável pelo projeto se apresentou e explicou que tudo
não passava de uma encenação para a filmagem de projeto e que as armas utilizadas eram cenográficas.

O professor foi advertido pelos vigilantes e os policiais o repreenderam sobre sua irresponsabilidade ao não comunicar a atividade com antecedência. Para justificar, ele respondeu que só avisara a Divisão de Transporte, informando que era o bastante na sua concepção.

Avaliação

“Esse fato não teve proporções desastrosas pela perícia e experiência dos vigilantes da UFRJ e policiais envolvidos. Caso contrário, não teria sido esse o desfecho da abordagem. O professor responsável pela atividade, por ignorar que esse campus tem uma Divisão de Segurança e não ter feito comunicado formal para obter autorização para sua gravação, colocou em risco a vida daquelas pessoas.

Um homem armado e encapuzado ameaçando um ônibus cheio, em qualquer lugar do mundo é um marginal. Um policial desavisado poderia proceder de maneira equivocada, baseado em cena evidente, provocando ferimentos. 

Estaria aí um cenário perfeito de uma tragédia na UFRJ”, avalia Juscelino.

Alerta

O diretor da Diseg informa que toda atividade nas vias públicas deve ser comunicada à Prefeitura e repassada à Divisão, principalmente nos fins de semana. Dessa forma a Diseg tomará todas as providências para garantir as atividades solicitadas isolando a área e mantendo uma viatura de prontidão.

FONTE: Jornal do SINTUFRJ
Enviado por: Juscelino - UFRJ