domingo, 4 de março de 2012

Quadrilha retorna a caixa eletrônico da Uniso em Sorocaba


Bandidos explodem dois caixas eletrônicos na Uniso


Data: 12/02/2012


Depois de uma semana da primeira tentativa, bandidos conseguiram arrombar os caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil, no térreo do bloco B do campus Cidade Universitária da Universidade de Sorocaba (Uniso), no dia 12 de março. Dois dos três aparelhos foram abertos com explosivos. Uma terceira banana de dinamite não estourou e a área teve de ser isolada. A ocorrência foi por volta da meia-noite e meia do domingo. Mesmo com o ocorrido, a prova para o concurso do Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS) transcorreu normalmente na tarde do domingo, quando a universidade recebeu cerca de 4 mil candidatos.

O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar foi chamado. Os homens do Esquadrão Anti-bomba chegaram à universidade por volta das 8h30. Como um dos artefatos não foi detonado na ação criminosa, o prédio teve de ser isolado, fato que chegou a colocar em dúvida a possibilidade da realização da prova no bloco B. Por volta das 11h, o explosivo foi retirado do caixa eletrônico. Como não apresentava riscos, não foi detonado. O material foi levado ao plantão policial Sul para o registro da ocorrência.

Segundo a tenente Luíza Maria Aidar de Oliveira Geraldi, três homens do Gate trabalharam para a remoção do artefato. Ela informou que, como as explosões atingiram o sistema eletrônico central para abertura dos caixas, o trabalho se concentrou na retirada do explosivo sem ativá-lo e sem danificar o caixa eletrônico, preservando as informações sigilosas dos clientes.

A Uniso não disponibilizou porta-voz para falar com a imprensa. Conforme dados registrados na delegacia, seis homens armados com revólveres, espingarda e pistola renderam quatro vigilantes. Eles levaram as vítimas até o local onde ficam os caixas e arrombaram a porta de vidro, tendo acesso às máquinas. A quadrilha estava encapuzada. Após explodirem dois caixas, obrigaram os vigilantes a colocarem o dinheiro em três sacolas. Não era possível estabelecer contato com os criminosos, já que o local ficou empoeirado em razão da explosão. Um dos caixas explodidos era apenas para depósito em cheques. Depois de roubarem, os assaltantes fugiram em direção aos fundos do campus, onde há um alambrado que isola a unidade de uma área com denso matagal.

No último final de semana de fevereiro, houve uma tentativa frustrada que acabou apenas por danificar um dos equipamentos e, na ocasião, os bandidos não conseguiram levar nenhum dinheiro. O explosivo teria sido insuficiente para abrir o compartimento das notas. Depois dessa primeira tentativa, a agência, que é um correspondente bancário instalado no térreo, foi cercada por tapumes. Por medida de segurança, outros caixas eletrônicos que estavam instalados nas dependências da universidade foram retirados durante a semana. Da mesma forma, três equipamentos, que ficavam no térreo dos prédios, foram desinstalados. Foram recuperados R$ 35.050,00 (R$ 32.700,00 estavam espalhados no chão, R$ 2.010,00 sob uma janela atrás dos caixas e R$ 340,00 dentro do caixa explodido).

Após arrombamento do caixa, no mês de fevereiro, bandidos voltam a Universidade para novo ataque aos caixas eletrônicos.

A mesma quadrilha que arrombou os caixas eletrônicos do posto bancário situado no campus Cidade Universitária, da Uniso, na madrugada de domingo(12/02/2012), retornou na madrugada da terça-feira (14) ao mesmo local. De acordo com o vigilante que foi rendido, os ladrões informaram que teria sobrado uma bomba no domingo, por isso, eles voltaram. Ao contrário de domingo, hoje os caixas não foram arrombados, porém o explosivo derrubou uma parede e parte do telhado caiu.

Por volta da 1h30, uma faxineira da universidade teria visto um vulto estranho no Bloco B e chamou o vigilante. Ele foi rendido por cinco homens fortemente armados com metralhadoras e espingardas, além de um explosivo que eles comentaram ter sobrado da noite de domingo. A bomba fez com que parede e telhado fossem danificados, mas o caixa eletrônico não foi arrombado. A Polícia Miltiar foi chamada e ouviu o barulho do explosivo, pediram reforço mas quando entraram os assaltantes tinham fugido pelos fundos da universidade sem levar nada. A PM fez buscas na região, mas ninguém foi preso. 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Show na USP tem 'vale cerveja' em protesto contra a PM


Alunos da USP estamparam a frase "Fora PM" em tíquetes de cerveja durante uma festa realizada na noite de quarta-feira (29/2) no campus da universidade no Butantã, na zona oeste de São Paulo.

O ato ocorre um dia após a proibição da entrada de um caminhão de cerveja na unidade na terça-feira (28/2).

A ocasião também serviu para os alunos recepcionarem os calouros com shows de artistas como Arrigo Barnabé, BNegão e Tulipa Ruiz.

O evento, organizado pelo comando de greve dos estudantes, foi ainda um protesto contra a presença da Polícia Militar no campus e um pedido de saída do reitor, João Grandino Rodas.

"A ideia [das fichinhas] surgiu durante as férias e faz parte da promoção de uma calourada mais politizada, que acontece na USP há alguns anos", explica Jéssica Trinca, 26. "Os artistas que convidamos também fazem uma crítica social e apoiam nossas causas."

Jéssica integra o comando de greve e foi expulsa com outros cinco estudantes da universidade em dezembro do ano passado, sob acusação de ter ocupado salas do Coseas (Coordenadoria de Assistência Social) em março de 2010.

Em entrevista à Folha em dezembro de 2011, Rodas disse que a expulsão se justifica porque não houve "simples ocupação", mas "ações graves" - como sumiço de documentos.
"Fui expulsa por não apresentar provas de que era inocente, o que vai contra a presunção de inocência", diz Jéssica, que era aluna do curso de letras.

A aluna de jornalismo Tatiane Ribeiro, 23, que dirige um dos centros acadêmicos que compõem a comissão gestora do Diretório Central dos Estudantes da USP, afirma que o tema da semana de calouros deste ano é a "violência e da repressão tanto dentro quanto fora do campus".

"O evento é para que os calouros entendam melhor o que está acontecendo na universidade e que é necessário mudar", disse a estudante.

Segundo Bruna Nóbrega, 24, aluna do curso de letras, os estudantes esperavam alguma repressão da diretoria, mas o evento ocorreu de maneira tranquila. "Não teve nenhum problema, nada disso", diz.

"DEMOCRATIZAÇÃO DA USP"

Hoje (1/3), às 19h, será lançado um manifesto pela "democratização da USP", que pede, entre outras coisas, a saída da PM do campus e a mudança na forma de escolha dos dirigentes da universidade, tida como "pouco democrática" e mais afeita "ao arcabouço jurídico da ditadura militar do que à Constituição Federal de 1988", segundo o documento.
O manifesto foi assinado por 231 professores da instituição de ensino, entre eles a filósofa Marilena Chaui, o jurista Fábio Konder Comparato e Vladimir Safatle, colunista da Folha. O ato de lançamento será na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

Procurada, a reitoria da USP informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a realização da festa não foi comunicada formalmente à prefeitura do campus, que é quem regulamenta esses eventos na Cidade Universitária, e que a proibição da entrada de caminhão com bebida é norma interna da instituição.

Em relação aos questionamentos quanto à forma de escolha dos dirigentes, a assessoria disse que estão ocorrendo uma série de sessões temáticas organizadas pelo conselho universitário, órgão máximo da USP, para discutir eventuais reformas no processo de eleição de quem dirige o centro de ensino.

Segundo a Polícia Militar, a inscrição da frase nos tíquetes faz parte do direito de opinião dos estudantes.

"Não arranha o nosso objetivo que é o de preservar a segurança das pessoas, inclusive a deles [dos estudantes] na universidade", afirmou o capitão Carlos Sanches, assessor de imprensa da PM.

Fonte: Folha.com
Enviado por: Renato - UFRRJ

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Com "farda do Bope", vigilantes contratados por prefeituras algemam e prendem


As autoridades de Alagoas estão investigando a atuação de grupos de vigilância privada, contratados por prefeituras, para dar segurança em eventos públicos no interior do Estado.

Segundo imagens e denúncias feitas à Secretaria de Estado da Defesa Social, os vigilantes contratados usam fardas similares a do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da PM (Polícia Militar) do Rio de Janeiro e estariam agindo com truculência, algemando e até prendendo pessoas sem autorização. A PM investiga se há militares atuando como seguranças privados.

Durante o Carnaval, pelo menos dois municípios confirmaram que contrataram grupos privados para ajudar na segurança. As duas prefeituras informaram que contrataram os vigilantes para auxiliar o trabalho da polícia, considerado por eles insuficiente para garantir a folia.Os dois municípios, porém, tiveram denúncias de problemas com os contratados.

A atuação e contratação desses grupos é questionada pelas autoridades, principalmente depois que imagens feitas pelo jornal "Gazeta de Alagoas", na última terça-feira (21), mostram um grupo composto por seis seguranças particulares prendendo e algemando um jovem durante a realização do bloco Tudo Azul, em Murici.

Uma das fotografias mostra os vigilantes com fardas pretas, boinas, cassetetes e algemas.Para as autoridades, o grupo agiu na função de polícia e usou equipamentos de uso restrito às forças de segurança pública.

Durante a festa em Murici, o policial militar Samuel Souza foi preso em flagrante, acusado de matar um jovem e ferir outros dois durante o desfile do bloco. Segundo as investigações da Polícia Civil, a confusão teve início porque um dos foliões teria levado um choque de um dos aparelhos usados pelos seguranças particulares. A Polícia Militar abriu investigação para saber se algum dos seguranças contratados é policial, já que a prática do “bico” é proibida pela corporação.

Ainda durante o Carnaval, outra cena de agressão foi filmada por um emissora de TV em uma mais tradicionais festas de do litoral do Estado, em Paripueira, na região metropolitana de Maceió. Um segurança fardado foi flagrado agindo com truculência contra o folião. A prefeitura informou que investiga o caso.

Questionamento

O secretário de Estado da Defesa Social, Dário César, afirmou ao UOL, que há uma preocupação na atuação das empresas de segurança, que estariam agindo irregularmente em eventos públicos. “O que preocupa nessas ações é que esses grupos se portam como polícia. E aí você verifica pessoas uniformizadas, ostentando algemas metálicas, algemando pessoas e fazendo o papel polícia, quando havia policiais para isso no evento. Aquela fotografia mostra claramente o equívoco quanto ao uso de seguranças privados”, destacou.

Segundo o secretário, uma documentação está sendo preparada para ser enviada a Polícia Federal, MP (Ministério Público Estadual) e Conselho de Segurança de Alagoas para que também investiguem e solicitem que as empresas de segurança se adequem às normas. Um dos questionamentos que devem ser feitos de imediato é o uso da farda, que não deve ser semelhante às das polícias.

Sobre a contratação de grupos privados por prefeituras, com objetivo de dar segurança à população, Dário César afirmou que a prática não deveria ocorrer, já que a polícia estaria apta a garantir a tranquilidade nas festas. “Você contratar a segurança do seu camarote, de um local “x”, é uma coisa. Mas fazer a segurança pública [com iniciativa privada] é totalmente equivocado.

Nós tínhamos policiais militares fazendo a ronda ostensiva. Não havia a necessidade, pois para isso foi mandado polícia para o local. Essa é uma preocupação. Mas também acho que essas questões servem de alerta. O municípios que querem contratar entes privados, podem fazer, agora tem procurar escolher empresas que atuem dentro da legalidade”, afirmou.

O comandante geral da PM de Alagoas, coronel Luciano Silva, informou que a corporação abriu investigação interna para saber se há a participação de militares no grupo que atuou durante o Carnaval. "O caso já foi encaminhado à corregedoria. Se comprovado, eles responderão a processos administrativos disciplinares e podem ser expulsos", disse.

Segundo Silva, o uso de algemas e aparelhos de choque são restritos aos órgãos de segurança pública e não poderiam ser utilizados por empresas de segurança privada. "A Polícia Militar está pronta para dar segurança a qualquer evento em Alagoas. Mas qualquer órgão que quiser contratar, verifique se a empresa é idônea, e se usa uniforme diferente ou instrumento de polícia. Pois se a PM flagrar algum segurança nessa situação, poderá prendê-lo em flagrante", afirmou.

Municípios defendem empresas

A Prefeitura de Murici informou que contratou 150 seguranças para garantir a tranquilidade daquele que é considerado o maior bloco de Carnaval de Alagoas. “Sabendo que o efetivo da polícia não é suficiente, fizemos essa contratação, que foi sugerida pelo MP. Não foi para fazer papel de polícia, mas sim para auxiliá-la. A segurança foi fundamental na organização para evitar aquelas brigas corriqueiras. A questão do assassinato que houve era impossível de se prever, ainda mais um crime praticado por um policial armado”, disse Geraldo Amorim, chefe de Gabinete da prefeitura.

O prefeito de Paripueira, Abraão Moura, também confirmou a contratação de seguranças para a festa, mas não soube precisar a quantidade. Segundo ele, a contratação existiu principalmente para dar segurança aos camarotes da festa, que reuniu 50 mil pessoas durante os quatro dias de folia.

“Contratamos para fazer segurança da área de banheiros, ma que também dão apoio a polícia. Soube de um ato de truculência e mandei apurar, mas até agora não tive retorno. Até a quarta-feira da semana antes do Carnaval tínhamos uma ameaça da PM entrar em greve. Existia uma necessidade, e não vejo nada de mais dar suporte ao evento. Nenhum folião denunciou, ou fez queixa-crime contra violência de segurança”,

Sobre o uso da farda e equipamentos de uso restrito da polícia e o ato de efetuar prisões, Amorim afirmou que são atividades definidas pela própria empresa. “A prefeitura não tem nada a ver com isso. A empresa que contratamos é legal, constituída. A roupa que usa é definição dela”, explicou. Segurança Privada, contratada pela Prefeitura de Murici e flagrada usando farda preta e algemando uma pessoa, mas o responsável pelo setor comercial disse que a assessoria jurídica da empresa orientou a PSE a não comentar sobre o assunto. A empresa tem sede em Maceió e vários clientes privados no Estado.

Fonte: Top News

Dados sobre criminalidade em SP levantam suspeitas


Um dado que sempre gerou suspeita no governo do PSDB paulista é da SSP (Secretaria de Segurança Pública). Os números divulgados, são sempre mascarados, não correspondem com a realidade.

Um exemplo são os números divulgados nesta segunda feira (27). Segundo matéria publicada no jornal Folha de São Paulo, O número de mortes por homicídio subiu 1,6% em janeiro de 2012, em comparação com janeiro do ano passado. Foram 382 mortes, contra 376 em 2011: seis a mais.

Entretanto, o número de casos de homicídio caiu 2,2% no período. Neste ano foram 352 casos, contra 360 em 2011 -oito casos a menos. A diferença ocorre porque a polícia unifica os registros de casos com mais de uma morte. Uma chacina com três mortos, por exemplo, é anotada como uma única ocorrência.

Os dados de violência foram divulgados nesta segunda-feira (27) pela SSP (Secretaria de Segurança Pública).

Segundo a secretaria, a redução dos homicídios no Estado foi liderada pela cidade de São Paulo, que registrou 84 crimes contra a vida em janeiro, contra 90 no mesmo período do ano passado.

No período, houve aumento significativo nos casos de estupro, que subiram 11,5%. Foram 944 casos em janeiro de 2012, contra 846 em janeiro 2011 - 98 casos a mais.

Os casos de lesão corporal dolosa aumentaram 2,2%. Foram 16.300 casos em janeiro de 2012, contra 15.952 casos no ano passado - 348 casos a mais.

Patrimônio

O número de vítimas de latrocínio (roubo seguido de morte) também subiu --foi de 21 para 23 entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012. Um aumento de 9,5%. Já o número de casos foi de 21 para 22. Assim como nos casos de homicídio, a polícia unifica os registros de casos com mais de uma morte. Em 2011, os latrocínios subiram 20,9% --passaram de 253 casos em 2010 para 306.

O número de roubos de veículos teve aumento significativo: subiu 10,2%. Em janeiro de 2011 foram 5.822 casos e em janeiro deste ano, 6.415. Ou seja, 593 casos a mais. Já os furtos de veículos (quando não há uso de violência) tiveram queda de 1,4%.

O número de roubos em geral teve aumento de 3% na comparação janeiro/janeiro --foram 18.077 casos em 2011 e 18.644 em 2012.

Acredita nos números divulgados pelos tucanos?

Não acredito nesses números de homicídios da SSP. São dados facilmente manipuláveis e sem credibilidade. Confio mais nos números do IML.

Quanto aos roubos e furtos, tenho certeza que seriam bem maiores se todos tivessem paciência de ficar 3 horas numa delegacia para conseguir registrar um BO ... Já sei: agora o PSDB vai privatizar a polícia, com foco na qualidade e nos resultados.

Em Minas, estatísticas de crimes também são maquiadas pelo governo tucano

Para cumprir a meta estipulada anualmente pela Secretaria de Defesa Social (Seds - que cuida da segurança pública) no governo tucano de Anastasia (PSDB/MG), policiais militares afirmam que são obrigados por superiores a manipular boletins de ocorrência (B.O.) para reduzir as estatísticas de crimes violentos. Do site Hoje em Dia publicado no sai 6 de fevereiro.

Por: Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Vigilante da UFAC mata colega de profissão com quatro tiros e depois se mata dentro de guarita


Salomão Matos - da redação de ac24horas - salomao.matos@gmail.com

Os servidores vigilantes da Universidade Federal do Acre- UFAC, Aloildo Oliveira, de 42 anos, e o seu colega de profissão Carlito Bezerra da Silva, de 58, se desentenderam na manhã deste sábado (25) e por causa de um simples prato de comida acabaram morrendo.

A principal testemunhas, o também vigilante Gilmar Reis, que estava no momento da tragédia, contou á polícia que Carlito e Aloildo discutiam na guarita da UFAC sobre uma cota de dinheiro para comprar um marmitex e em dado momento, os dois se desentenderam e Carlito sacou de um revólver e efetuou quatro disparos contra Aloido, que morreu na hora e em seguida Carlito saiu para fora de seu local de trabalho e cometeu suicídio com um tiro na cabeça.

A Policia Militar chegou ao local logo seguida isolando a área para preservar as evidencias do crime, tendo em vista que o fato ocorreu dentro do perímetro de um órgão federal, sendo a competência de investigar o caso cabe a Policia Federal.

Segundo o vice-reitor da UFAC, Pascoal Muniz, que acompanhava o incidente desde o acontecido, “as vítimas eram amigos de longas datas e trabalhavam juntos por mais de 20 anos fazendo a vigilância da instituição.

Sobre o fato de uma das vítimas estar armado fazendo a vigilância da UFAC, o que é proibido, o vice-reitor foi claro em afirmar que “é expressamente proibido qualquer um de nossos vigilantes portar qualquer tipo de arma de fogo em serviço. Vamos esperar as investigações para dar um esclarecimento mais detalhado. O momento é apenas de lamentar essa tragédia”, disse.
Fonte: AC 24horas.com

Bandidos explodem caixa eletrônico da Universidade Federal de Uberlândia


Essa madrugada, por volta das 02:30 da manhã de segunda-feira, o caixa eletrônico do Banco do Brasil do Campus de Educação Física, foi alvo de ataque de bandidos, que usaram duas bananas de dinamite para abrir o cofre do caixa.

Para quem não conhece o campus aqui, o caixa eletrônico fica junto a portaria principal do campus, só que sua entrada é para a parte externa (da rua), de modo que o bandidos não chegaram a entrar para dentro do campus, mas se quisessem fazê-lo também não seria difícil, pois só o que faz a separação é um simples alambrado.


Segue abaixo uma matéria veículada no jornal da cidade:

Bandidos explodem caixa eletrônico da UFU

O quinto caso de caixas eletrônicos arrombados neste ano foi registrado na madrugada desta segunda-feira (27) no Campus Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no bairro Aparecida, setor central de Uberlândia. O caixa do Banco do Brasil ficava na entrada externa do campus e, segundo a assessoria de comunicação da UFU, a segurança era de responsabilidade do banco.

De acordo com a Polícia Militar (PM), os criminosos usaram dinamite para explodir o caixa. A ação foi por volta das 3h e de acordo com os vigilantes do local os bandidos chegaram com uma lavanca, sairam correndo rumo a um carro cinza, se esconderam, e depois da explosão levaram a parte onde o dinheiro estava armazenado.

Uma testemunha que flagrou toda a ação, contou à PM que os bandidos fugiram em um veículo e eram escoltados por algumas motos. Os militares fizeram rastreamentos mas não chegaram aos suspeitos.
O Banco do Brasil não informou a quantia em dinheiro levada pelos suspeitos e disse que a empresa responsável já está tomando as devidas providências de troca do equipamento.

Procurado pela reportagem o delegado chefe da 9ª região em Uberlândia, Samuel Barreto, informou que as polícias Civil e Militar estão investigando os casos em conjunto.

Em levantamento preliminar o CORREIO checou ao menos seis casos de arrombamentos e explosões de outubro a dezembro de 2011. Na época, a polícia acreditava se tratar de uma quadrilha especializada e que estivesse usando dinamites que foram furtadas de uma pedreira, próximo a Uberaba, em dezembro do ano passado.

Fonte: jornal Correio de Uberlândia

Não me lembro se postei aqui, mas recentemente esse mesmo caixa também foi arrombado, só que utilizaram um maçarico.

Tiroteio em escola dos EUA deixa 4 estudantes feridos

Pessoas saem do colégio Chardon, em Ohio (Foto: AP)

Washington, 27 fev (EFE).- Ao menos quatro estudantes ficaram feridos na manhã desta segunda-feira em um tiroteio em uma escola de Ensino Médio de Chardon, nordeste de Ohio, nos Estados Unidos, e dois suspeitos foram detidos, informaram as autoridades.

John Hiscox, porta-voz da Polícia do Condado Geauga, disse à TV que tiroteio começou pouco depois das 8h (horário local), quando as aulas estavam iniciando.

Citando um funcionário da escola não identificado, o jornal "The Columbus Dispatch", detalhou que os feridos são três meninos e uma menina.

Jessica Bryant, cuja filha Allison, estava na escola e enviou mensagens pelo celular contou que o tiroteio ocorreu na lanchonete.

As autoridades da instituição fecharam a escola e suspenderam as aulas. A Polícia cercou o entorno do prédio, impedindo o acesso de veículos. Dezenas de pais e mães se reuniram nos arredores da escola em busca de notícias sobre seus filhos.

Fonte: Yahoo Notícias/EFE