segunda-feira, 9 de abril de 2012

Ufrgs exige que seguranças sejam treinados para atuar no Hospital Veterinário

Depois que um cão da raça pitbull foi morto com um tiro por um vigilante no Hospital de Clínicas Veterinárias (HCV), a direção da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e o Diretório Acadêmico do curso se reuniram com a Coordenadoria de Segurança do Campus para exigir medidas de prevenção.

Entre os pedidos, um pode preocupar as empresas de segurança. Os vigilantes que deverão atuar no local, necessariamente vão precisar ter treinamento com cães, afim de evitar um possível confronto. O sindicato da categoria informou que não existe exigência legal para esse tipo de capacitação. Outra proposta é que os vigias que eventualmente substituam os colegas que trabalham na unidade, já tenham tido contato com os animais do hospital, segundo o diretor da Faculdade, Vladimir do Nascimento.

Por outro lado, a Ufrgs também vai abrir uma sindicância para averiguar os fatos, já que os depoimentos da dona da pitbull e do vigilante são divergentes, segundo Nascimento. “Nós lamentamos o que aconteceu e nos colocamos à disposição. A informação que temos é de que o vigilante era substituto”, salientou Nascimento. Ele destacou também que as imagens das câmeras de segurança do local já foram requisitadas e a faculdade está analisando, junto com a Procuradoria da Ufrgs, a abertura de uma sindicância para investigar o ocorrido.


O caso:
Na última sexta-feira, a cadela Artemis foi baleada na cabeça quando um segurança que substituía um colega que estava de folga, supostamente se sentiu ameaçado, pois o cão latiu para ele no pátio da instituição.

Estudantes de veterinária da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) realizaram um protesto nesta segunda-feira (9), após a morte da cadela, dentro do pátio da faculdade em Porto Alegre (RS), na sexta-feira (6). 

O caso está sendo investigado pela polícia e pela universidade. Um segurança terceirizado disparou um tiro na cabeça do animal porque teria se assustado com o latido dele para outro cachorro, segundo depoimentos de testemunhas. 

A cadela, chamada Artêmis, chegou a ser levada para o hospital e morreu enquanto passava por uma cirurgia. Ela pertencia a uma estudante do nono semestre de veterinária, Mariana Simões dos Santos. Ela disse que acredita que a cachorra tenha sido assassinada pelo segurança e que o animal era dócil e que não atacava ninguém. 

A pitbull tinha dois anos. Segundo a dona, ela não tinha o movimento de uma das patas depois de ter sofrido um atropelamento quando tinha dois meses e foi abandonada. Ela já passou por diversas cirurgias e fazia fisioterapia.

A morte da cadela é investigada pela Polícia Civil. Caso seja comprovado que ela não avançou no segurança, ele poderá ser indiciado.

Fonte: Correio do Povo

Bailarinos e vigilantes do Centro Universitário UNIARAXÁ, em Araxá, MG, são feitos reféns

Assaltantes invadiram o Centro Universitário do Planalto neste domingo (8). Eles não levaram nada, mas danificaram câmeras, portas e vidros do local.

Três assaltantes invadiram o Centro Universitário do Planalto de Araxá (Uniaraxá), no Alto Paranaíba, neste domingo (8 de abril). De acordo com a Polícia Militar (PM), os homens armados chegaram à escola e renderam os três vigilantes da instituição. Eles tentaram arrombar dois caixas eletrônicos e danificaram as câmeras de segurança do circuito interno, portas e vidros do local.

A direção da escola informou que os bailarinos de uma companhia de dança que chegavam para ensaiar também foram feitos reféns. Ainda segundo a direção, como outros dançarinos estavam para chegar, os assaltantes não tiveram tempo para arrombar os caixas eletrônicos. Na fuga, as ferramentas foram deixadas no local e a PM ainda não localizou os suspeitos.

Fonte: G1.com

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Após reclamarem da infraestrutura, alunos queixam insegurança na UFG


Estudante de geografia afirma ter sido assalto no Campus Samambaia.
Reitor informou que câmeras de segurança serão instaladas na unidade.
Depois de reclamarem sobre a falta de estrutura nos campi da Universidade Federal de Goiás (UFG), os alunos queixam sobre a falta de segurança nos locais. Segundo o estudante Lennon Lustosa, a escuridão no Campus Samambaia, localizado na região norte da capital, têm propiciado roubos e assaltos na unidade.

“A universidade fica aberta durante a noite e não existem guardas para recorrermos caso aconteça alguma coisa. No ano passado fui assaltado por dois jovens que me abordaram com duas peixeiras enquanto voltava do prédio Aplicação”, conta o estudante de geografia.
Na noite da última quinta-feira (22), a TV Anhanguera flagrou vários pontos do Campus Samambaia sem iluminação e também com ausência de guardas que prestam serviço de segurança. A diretora do Diretório Central dos Estudantes(DCE), Marcela Coimbra, afirma que os seguranças da unidade são orientados a proteger somente o patrimônio da instituição. “Aqui não temos a liberdade de andarmos com materiais de alto valor como notebook e outros. Faltam guardas na universidade”, conclui.

Providências
Segundo o reitor da Universidade Federal de Goiás, Edward Madureira, todas as medidas para melhorar a qualidade do ensino serão feitas e, por isso, a infraestrutura e a segurança serão avaliadas. “Estamos instalando câmeras de segurança em todo o Campus Samambaia. Isso irá permitir que os locais sejam vigiados com cautela. Porém, temos que nos aproximar cada vez mais da comunidade e, isso, implica que alguns casos indesejáveis aconteçam”, salienta o reitor.

Fonte: TV Anhanguera - 23-03-2012
Enviado por: Magalhães - UFG

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Segundo representante de vigilantes a legislação favorece ‘calote oficial’ das empresas de terceirização

O presidente da Federação Interestadual de Vigilantes (FITV), Vicente Lourenço de Oliveira, afirmou que a legislação atual tem favorecido o “calote oficial” das empresas de terceirização sobre o trabalhador. Ele participa de audiência pública para debater o tema, promovida nesta quarta-feira (4) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Em sua opinião, é preciso aprofundar o debate, para aperfeiçoar a legislação e conscientizar os setores empresariais, para melhorar as condições de trabalho do empregado terceirizado.

Já a consultora jurídica da Federação Nacional das Empresas de Limpeza Ambiental, Celita Oliveira Sousa, afirmou que não existe a terceirização de mão de obra, e sim a terceirização de quem administra.

Segundo a consultora, a situação mais preocupante no momento é a “irresponsabilidade de administradores públicos”, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que terceirizam o trabalho e não fazem o pagamento em dia para as empresas. Além disso, observou ela, não há reajustes anuais conforme a convenção coletiva. Outro problema, disse, é que muitas empresas que trabalharam para esses órgãos públicos faliram.

O Senador Paulo Paim (PT-RS) assegurou que convidará os representantes da Caixa Econômica e do Banco do Brasil para debate sobre o tema na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para que eles possam apresentar esclarecimentos sobre o assunto. 

Fonte: Cenário MT

Polícia Federal indicia reitor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), por falsidade ideológica

A Polícia Federal no Rio Grande do Sul indiciou o reitor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Marcos Ziemer, e outras quatro pessoas por falsidade ideológica em um inquérito que investiga irregularidades no ensino à distância (EaD). Com sede em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, a universidade, que conta com 40 mil alunos em 12 cursos de EaD, é suspeita de aprová-los sem a correção das provas.

Em 2011, um ex-funcionário da Ulbra denunciou o esquema, que teria deixado de corrigir 100 mil provas de estudantes do EaD. O ex-pró-Reitor de Extensão e o ex-diretor-geral de Ensino são apontados como conhecedores e incentivadores da ilegalidade. A coordenadora dos cursos à distância e uma funcionária também participariam da fraude.

Em julho de 2011, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão, momento em que recolheu malotes de provas não corrigidas. O material foi encaminhado à perícia, que confirmou a irregularidade. Também há casos de alunos que foram aprovados mesmo tendo abandonado os cursos.

Após saber da denúncia, o Ministério da Educação (MEC) proibiu novos vestibulares para os cursos à distância. Na ocasião, a Ulbra foi instruída a refazer o seu EaD, porém ainda segue impedida de receber novos estudantes nessa modalidade. Dos 279 polos de apoio presencial em todo o País, 198 foram encerrados.

Caso sejam denunciados pelo Ministério Público Federal, os indiciados podem virar réus. A universidade informou em nota que aguardará ser citada e ter acesso ao relatório da PF para se pronunciar.

Na tarde desta quinta-feira, a reportagem tentou entrar em contato com a reitoria da Ulbra, mas ninguém atendeu às ligações. O reitor Marcos Ziemer foi nomeado para o cargo em abril de 2009, após o afastamento de Ruben Becker, acusado por funcionários de ser o responsável por inúmeras irregularidades administrativas.

A instituição passava por dificuldades. Em 2010, tinha R$ 3 bilhões em débitos tributários com a União e R$ 32 milhões com funcionários. Em abril de 2011, Becker, que estava no cargo há 36 anos, foi indiciado pela PF em um inquérito que apurava fraude em processo de execução fiscal da União.

EM UBERLÂNDIA, MAIS UM CAIXA ELETRÔNICO DENTRO DE FACULDADE É EXPLODIDO

Mais um caixa eletrônico foi roubado em Uberlândia. O fato foi registrado na madrugada desta quarta-feira (04 de abril) na Faculdade Pitágoras, que fica na avenida Vinhedos, bairro Morada da Colina, zona Sul de Uberlândia. O caixa teve a parte lateral arrancada e o dinheiro, cuja quantia não foi informada, levado.

O vigilante do local disse aos policiais que fazia ronda de rotina em um dos blocos quando foi abordado por três homens. Em seguida, os três suspeitos amarraram as mãos e os pés dele com uma fita adesiva e o deixaram trancado em uma das salas. O homem contou que os três ficaram no local por volta de uma hora e meia.

Além de terem levado o dinheiro do caixa, conforme o vigilante, a arma dele, um revólver de calibre 38 também foi roubada. Os três homens fugiram do campus da faculdade e só assim o vigilante conseguiu chamar a polícia. Foram feitos rastreamentos no local, mas ninguém foi localizado.

O capitão Davi de Brito Junior da Polícia Militar disse que a polícia tem feito acompanhamento dos casos e inclusive montou uma estratégia de intensificar o policiamento em locais onde há caixas eletrônicos isolados. “Pedimos que quando alguém ouvir qualquer barulho ou movimentação estranha próximo à esses equipamentos que liguem e informem a polícia”, disse.

A polícia acredita que essa seja uma nova modalidade de crime na região. O capitão informou que as polícias Civil e Militar estão trabalhando em conjunto para tentar identificar os autores. “Foram recolhidas imagens e dados. Repassamos para a Polícia Civil que dá continuidade ao trabalho”, disse o capitão. As investigações estão em andamento, segundo informou a PC.

Fonte: Correio de Uberlândia

terça-feira, 3 de abril de 2012

O homem detido por tiroteio nos EUA afirmou ter sofrido provocação de colegas

O detido pelo tiroteio desta segunda-feira em uma universidade de Oakland (Califórnia), que causou sete mortos e três feridos, estava nervoso com uma funcionária e com estudantes que o provocavam e não lhe tratavam "com respeito", disseram fontes policiais nesta terça-feira. 
.................................
O detido, One Goh, de origem coreana e ex-aluno da universidade, admitiu sua culpa e vinculou os fatos ao tratamento direcionado por uma funcionária da Universidade Oikos, cujo nome não foi informado por enquanto, disse o chefe da Polícia de Oakland, Howard Jordan.

Ele acrescentou que a funcionária não se encontra entre as vítimas. "Achamos que as pessoas que o provocavam não estão entre as vítimas", disse Jordan, para quem o suspeito admitiu que queria retornar ao centro e "infligir dor".

Goh, de 43 anos, abandonou a universidade em novembro por causas ainda não conhecidas. Segundo disse aos investigadores, ele não estava satisfeito com a classe e sentia que seus companheiros não lhe tratavam bem. Nos últimos tempos, eles inclusive não lhe dirigiam a palavra e lhe ignoravam.

Goh, naturalizado americano, se entregou uma hora depois do tiroteio na Universidade Oikos, que possui cursos relacionados com religião, música, enfermaria e medicina asiática, segundo sua página oficial.

Das sete vítimas, cinco morreram no local do crime e outras duas no hospital. Os feridos se encontram em situação estável. A Polícia confirmou que as vítimas são seis mulheres e um homem, com idades entre 20 e 40 anos.

Goh entrou em uma das salas de aula da universidade e ordenou aos alunos que ficassem contra uma parede antes de sacar uma pistola semiautomática.

O detido abandonou o local e se transferiu em seu automóvel até um supermercado da cidade de Alameda, a cerca de 10 quilômetros da universidade, onde anunciou que tinha atirado em várias pessoas e que deveria ser preso.

Um guarda o deteve até a aparição da Polícia. O massacre desta segunda-feira é o pior fato deste tipo em São Francisco desde o assassinato de oito pessoas em julho de 1993 em um tiroteio efetuado por um homem nos escritórios de uma empresa de advogados antes de se suicidar.

Fonte: EFE