quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Adicional de risco para vigilantes de campus universitários passa na CAS

Por: Iara Farias Borges

Projeto que autoriza o Poder Executivo a instituir adicional por atividade de risco para os vigilantes de instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica foi aprovado nesta quarta-feira (31) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A proposta recebeu decisão terminativa na comissão.

Em seu texto inicial, o projeto de lei do Senado (PLS 179/2008), de autoria do ex-senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), previa adicional a ser fixado entre 50% e 100% do vencimento básico. No entanto, a relatora na CAS, senadora Ana Amélia (PP-RS), considerou “excessivo” esse percentual e fixou o valor nos mesmos termos dos adicionais de periculosidade e de insalubridade, ou seja, 30% da remuneração básica.

A senadora ainda apresentou emenda ao projeto inicial para deixar claro que o pagamento do adicional é cumulativo com as demais vantagens recebidas e devido apenas ao trabalhador que efetivamente se exponha a risco.

- Hoje, nos campus, universitários, a gente vê problemas não só com os vigilantes, mas com os próprios alunos e professores - observou Ana Amélia, ao ressaltar a importância de medidas que preservem a segurança.

Ao justificar a proposta, Zambiasi argumentou que o aumento da criminalidade e da violência nas cidades brasileiras exige que o vigilante atue em situações perigosas. Como observou, apesar de os vigilantes serem encarregados de manter a segurança de alunos, professores e funcionários nos campi universitários, a legislação não permite que eles detenham ou prendam infratores, ação que cabe à Polícia Militar. Além disso, informou ele, esses profissionais não são autorizados a portar arma de fogo para cumprir sua atividade ou para segurança pessoal.

Fonte: Agência Senado
Envidado por: Antônio A. Azambuja - UFPEL

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Projeto de Lei 267/11

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.

Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.

Indisciplina

De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineira nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte:http://primasfalando.blogspot.com/2011/04/camara-analisa-projeto-de-lei-que-pune.html
Fonte: Conselho Municipal de Educação de Vassouras - RJ
Enviado por: Renato - UFRRJ

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Alunos da UFRGS protestam contra insegurança no Campus do Vale

Estudantes defendem que sejam contratados funcionários federais para realizar o monitoramento da universidade
Dezenas de estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) realizaram nesta quinta-feira um protesto contra a falta de segurança no campus do Vale. Os alunos defendem a contratação de funcionários federais para realizar a segurança do campus, onde teriam acontecido três estupros este ano.

Com slogans como "Campus seguro é campus ocupado", os manifestantes fizeram uma passeata no horário do almoço.

— Acreditamos que, dentro de território federal, deve haver serviço público federal. Há mais de 10 anos não existe concurso para a segurança universitária na UFRGS, e é isso que trazemos como reivindicação, além da revitalização do campus, ocupando todos os espaços e não permitindo a violência aqui dentro — explica o coordenador do Diretório Central de Estudantes (DCE), Gilian Cidade.

A comunidade acadêmica tem se reunido às segundas-feiras para discutir propostas para a segurança da universidade. Eles propõem uma audiência pública para que alunos, funcionários, professores e moradores do entorno da universidade debatam a melhor maneira de realizar a segurança do local. Os alunos que participaram do protesto se manifestaram contrários à presença da Brigada Militar no campus.

— Temos experiências, em outros locais do país, onde a presença da Brigada Militar representou mais falta de diálogo e truculência dentro da universidade. Acreditamos que esse não é o caminho — afirma a coordenadora-geral da Associação dos Estudantes de Pós-graduação, Gabriela Blanco.

FONTE: Zero Hora
Enviado por: Mozarte - UFRGS

Porteiro terceirizado é morto por vigilante, também terceirizado, dentro da UFMG

Troca de tiros que ocorreu na tarde de quinta-feira (25/10/2012) assustou os estudantes da federal de Minas Gerais


Uma possível desavença entre um porteiro da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um vigilante do Centro de Pesquisa de Microscopia terminou em tiroteio e morte na tarde desta sexta-feira (26), no Campus da Pampulha. Houve intensa mobilização da Polícia Militar, que chegou a usar um helicóptero, mas até o fechamento desta edição, ninguém havia sido preso.
Adiel Alves Corrêa da Silva, funcionário da empresa Conservo, que presta serviço de portaria para a UFMG, abordou Maximiliano Vaz da Silva Neves, que fazia a segurança do centro de pesquisa, e atirou no ombro esquerdo do vigilante. O autor do disparo estava acompanhado de um outro homem ainda não identificado.
Mesmo ferido, Maximiliano conseguiu sacar o revólver e atingir Adiel no peito. Ele morreu no local. Em relato à polícia, o vigilante disse ter visto o comparsa do porteiro fugir pela mata da universidade.
O segurança foi levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS) e não corre risco de morte. Por volta das 22h, Maximiliano foi submetido a uma cirurgia para retirada do projétil.
Premeditação 
Segundo informações obtidas pelo Hoje em Dia junto a um funcionário da Conservo, Adiel teria trocado o horário de trabalho na UFMG, que normalmente seria das 14 horas às 22 horas, para o turno das 6 horas às 14 horas. Ele teria alegado que precisava resolver problemas particulares.

O porteiro e o comparsa chegaram ao local do crime em uma moto que estava com uma placa falsa sobre a verdadeira. A Polícia Civil acredita que Adiel tenha premeditado as ações. Familiares do porteiro estiveram no local mas não quiseram dar entrevistas.
Sem motivação
A investigação do caso vai ficar sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios. A delegada Alessandra Wilke afirmou que ainda é cedo para dizer o que teria motivado o crime. “Ainda vamos conversar com mais calma com o Maximiliano. Sabemos que o Adiel veio aqui para resolver algum problema”.
Um revolver calibre 32, com a numeração raspada, foi encontrado ao lado do corpo do porteiro.
Saidinha de banco não tem ligação com morte
Uma saidinha de banco na Praça de Serviços da UFMG, na tarde desta sexta, chegou a ser uma das versões para a morte do porteiro da Faculdade de Farmácia Adiel Alves Corrêa da Silva. No entanto, uma mulher, que teve R$ 3 mil levados no momento do crime, não reconheceu o funcionário.
A vítima havia sacado o dinheiro em uma das agências que funcionam na universidade. Segundo o pró-reitor de Administração, Márcio Baptista, a mulher assaltada não tem vínculo com a UFMG.
A morte de Adiel chegou a ser ligada à saidinha de banco por causa da rota de fuga utilizada pelos suspeitos, que seguiram rumo ao local onde houve o assassinato.
Câmeras do circuito interno de TV podem ter registrado o crime. “Passamos cópias das fitas para a polícia analisar e identificar os suspeitos”, disse o pró-reitor. Como a saidinha aconteceu em uma propriedade da União, a Polícia Federal deve assumir a investigação.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ladrão é preso e segurança ferido após furto de bicicleta, na UFMS


Pedreiro furtou bicicleta, ameaçou funcionários, que utilizaram choque para conte-lo

Envolvidos na confusão no HU em frente à delegacia. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Confusão no HU (Hospital Universitário), em Campo Grande, no início da tarde desta sexta-feira terminou com um preso e um segurança da instituição ferido.

De acordo com a PM (Polícia Militar), tudo começou quando William Ferreira, 23 anos,  verificou que a bicicleta que ele havia deixado na entrada do hospital tinha sido furtada. 

O rapaz, que acompanhava uma paciente do HU, reconheceu a bicicleta com Jeferson Pedro dos Santos, 25 anos, e foi conversar com ele. Jeferson, que trabalhava como pedreiro em uma das obras do hospital já havia trocado o pneu e o banco do veículo, foi agressivo com Willian e este chamou um segurança. 

O segurança da empresa terceirizada tentou conversar com Jeferson e foi ameaçado de morte. Ele chamou outros dois trabalhadores da segurança, estes funcionários federais.

Um deles, de 53 anos e há 32 no hospital, também foi ameaçado. Segundo o funcionário público, Jeferson portava uma marreta e estava agressivo. “Ele nos ameaçou dizendo que iríamos morrer porque ele pertence ao PCC”, contou o trabalhador que preferiu não se identificar e teve um dos dedos da mão ferido na confusão.

Diante da agressividade do pedreiro, dois funcionários federais da segurança utilizaram choque para conter Jeferson até a chegada da PM (Polícia Militar). 

Testemunhas relataram ao Campo Grande News que os seguranças agrediram o pedreiro e ameaçaram uma funcionária que tentou socorrer o rapaz. 

  Para o responsável pela segurança do hospital, Joelson Sales de Brito, os trabalhadores “estavam fazendo o serviço deles”. Conforme a PM, com Jeferson foi encontrado maconha. 

  Segundo a PM, Jeferson tem passagens por furto, ameaça e tráfico de drogas.
Envidado por: Alcântara - UFMS

Assaltos no Campus da UFMA


Foram registrados três assaltos no Campus da UFMA em menos de 24h.

Os elementos estão achando fácil delinquir. Um supervisor da UFMA já havia alertado ao Diretor do Departamento de segurança dessa possibilidade. O supervisor solicitou ao Diretor que o comandante da PM fosse avisado dos assaltos anteriores e que reforçasse área que circundam o Campus.

Enviado por: Edilson Carvalho - UFMA

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Vigilante terceirizado da UFMT morre baleado durante horário de trabalho

Vigilante foi assassinado por dois rapazes, segundo a Polícia Militar.
Suspeitos fugiram em uma motocicleta e ainda não foram presos.
Do G1 MT
 
Um segurança da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi assassinado por volta das 17h deste domingo (21) na entrada principal da instituição de ensino, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. A Polícia Militar informou que ele morreu no local após ser atingido na nuca por um disparo de arma de fogo. De acordo com a Polícia Civil, no momento havia várias pessoas no local, pois estava sendo aplicada a prova de um concurso na Universidade e foram colhidas informações de algumas testemunhas, que serão chamadas a depor sobre o caso.
 
Conforme a PM, dois rapazes chegaram no local de motocicleta, durante o horário de trabalho da vítima, e começaram a discutir com o segurança. Em seguida, eles entraram em luta corporal e os suspeitos que estavam armados efetuaram um disparo contra o vigilante, o acertando na cabeça. A polícia informou que descarta a princípio a probabilidade de ser um latrocínio, pois os suspeitos fugiram sem levar nada, nem mesmo a arma da vítima, que foi encontrada no chão.
 
Os suspeitos fugiram logo depois do ocorrido e até as 19h [horário de Mato Grosso] ninguém havia sido preso, de acordo com a polícia. Uma equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi até o local do crime para analisar o caso.
 
A assessoria de imprensa da UFMT informou que o segurança é funcionário de uma empresa terceirizada contratada pela instituição de ensino.