quarta-feira, 15 de maio de 2013

Universitário é assassinado na frente da esposa

O casal foi abordado no cruzamento entre as ruas Caio Cid e Almirante Maximiniano, a poucos metros da avenida Washington Soares, na cidade de Fortaleza.

Anderson Paulo Santos Silva, 23, estudante de engenharia de telecomunicações, foi assassinado durante uma tentativa de assalto na noite desta segunda-feira (13), no Bairro Luciano Cavalcante, em Fortaleza. Segundo relato da esposa da vítima, que testemunhou o crime, o marido se assustou com a abordagem e arrancou com o veículo. Ele foi atingido no abdômen.  
O casal foi abordado no cruzamento entre as ruas Caio Cid e Almirante Maximiniano, a poucos metros da avenida Washington Soares. A tentativa de assalto aconteceu por volta de 22h30min. 
A vítima havia pego a esposa em uma universidade próxima ao local e, juntos, foram jantar. A abordagem aconteceu logo após o casal voltar para o carro. 
De acordo com a PM, após atirarem no estudante, ele perdeu o controle do carro e acabou colidindo com uma árvore. Os assaltantes fugiram sem levar nada. 
Uma equipe de resgate foi acionada, mas o estudante morreu ainda no local. Anderson Paulo Santos Silva morava em Fortaleza há três anos, era natural de Aracaju. A esposa é estudante de Direito. Até o momento, nenhum suspeito do crime foi preso.
Fonte: CNEWS

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Porte de arma no Judiciário


BSPF     -     04/05/2013

Nesta tarde (3), os coordenadores do Sindjus Ana Paula Cusinato e Jailton Assis reuniram-se com o secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça, Fábio Cesar Oliveira, para cobrar a regulamentação do artigo 7º da Lei nº 12.694, de 24 de julho de 2012.

A lei atribui ao Poder Judiciário e ao Ministério Público porte de arma institucional para uso exclusivo de servidores que efetivamente estejam no exercício de funções de segurança, remetendo regulamentação ao CNJ e ao CNMP.

Apesar de a lei ser considerada um avanço para a segurança institucional, além de ser uma demanda antiga dos servidores da área de segurança do Judiciário e do MPU, a demora na regulamentação causou estranheza e vários servidores procuraram o Sindjus para acompanhar a questão e cobrar a agilidade na regulamentação.

O secretário-geral informou que a proposta de resolução está finalizada e que o relator solicitou sua inclusão na pauta do CNJ. A previsão de ir a plenário é para este semestre e pode acontecer ainda no mês de maio.

“Não é aceitável que a regulamentação de uma lei leve mais de seis meses, principalmente sendo uma demanda do próprio Judiciário. Vamos acompanhar todas as pautas do CNJ e cobrar que a proposta seja aprovada de preferência ainda neste mês.”, afirma o coordenador-geral Jailton Assis.

Fonte: Sindjus
Enviado por: Antonio Augusto da Silva Azambuja - UFPEL

Alunos e funcionários da UFRJ relatam assaltos e furtos no campus da ilha do Fundão Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/alunos-funcionarios-da-ufrj-relatam-assaltos-furtos-no-campus-da-ilha-do-fundao-8300845#ixzz2SjtSVVQl © 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.


Número de ocorrências de furto nos dois primeiros meses deste ano já representa mais da metade dos casos de 2012.

Na semana passada, pelo menos um pesquisador e dois servidores foram alvo de violência dentro da Cidade Universitária.

“À noite, o Fundão é de quem quiser e de quem vier”. A frase parece exaltar o lado democrático do maior campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas trata-se, na verdade, de um desabafo da estudante de Farmácia Marina Tavares, de 22 anos, que definiu como “revoltantes” os frequentes assaltos e de outros tipos de violência dentro da instituição. Para denunciar o problema, Marina enviou essa frase e várias fotos mostrando o campus, vazio e escuro, para o "Eu-Estudante", seção participativa do site de Educação.

Nos dois primeiros meses deste ano, foram registradas 28 ocorrências de furto no local, segundo dados da Divisão de Segurança (Diseg) da Prefeitura Universitária. No mesmo período, no ano passado, foram três casos. O total de 2013 já representa 54% do computado ao longo de 2012.

“Nós, alunos, temos aulas à noite, e não há segurança alguma nos prédios. Sempre há histórias do que acontece por lá, e ninguém dá tanta importância. Porém, nós, que estamos lá todo dia, que saímos às 21h para pegar um ônibus e somos assaltados por um carro cheio de homens armados, que pegamos nosso carro e somos abordados por assaltantes em motos ao passar pelos radares de 50km/h ou que somos até machucados pelos mesmos nos estacionamentos desertos, estamos abismados com isso”, queixou-se a universitária, no e-mail enviado ao GLOBO.

Mas não são apenas os alunos que estão vulneráveis. Apenas na semana passada, quando O GLOBO foi ao Fundão, pelo menos três ocorrências foram registradas. Na última terça-feira, dia 30, um pesquisador estacionou o carro próximo à Coppe e, ao voltar ao local, às 12h20, tomou um susto:

— Parei o carro em uma área bem movimentada. Mas, quando cheguei, ele não estava mais lá. Estou aqui há dez anos e acho que a segurança no Fundão deixa muito a desejar. A gente vê um uma viatura espalhada aqui e ali. É pouco. Eles ficam distantes. Se estiver acontecendo alguma coisa no estacionamento, eles não dão conta, seja à luz do dia ou à noite. Quando vão ver, o assaltante já pegou a Ponte do Saber, a Linha Vermelha, a Linha Amarela. É uma área federal, uma universidade, mas estamos vulneráveis lá dentro. Na hora em que eu fui prestar queixa, havia outra pessoa que também havia sido furtada lá dentro, no mesmo dia.

Segundo o pesquisador, que pediu para não ser identificado, há falta de segurança nos três turnos de aulas:

— Outro dia, à noite, eu entrei no meu setor de trabalho, fiquei uma hora lá dentro e ninguém me abordou. A gente entra e sai de lá e ninguém dá conta. Poderia ser qualquer pessoa, um assaltante, por exemplo. A segurança lá está muito ruim. Precisa melhorar.

Que o digam os dois funcionários da Coppetec atacados na última sexta-feira, dia 3. Eles sacaram dinheiro em uma agência do Banco do Brasil, situada no Fundão, e, ao descerem do carro, nas proximidades do prédio onde trabalham, foram abordados por dois rapazes em uma moto, em torno das 15h. Como não conseguiu localizar o dinheiro que estava no cós da calça de um dos funcionários, um dos assaltantes deu uma coronhada nele e, ao bater a arma no carro, deixou cair o pente, com as balas.

Na terça-feira, 30, por volta das 18h30, uma viatura da Diseg, estacionada em frente à Faculdade de Letras, acompanhava o movimento dos estudantes. No estacionamento, o universitário Ricardo Linhares, de 20 anos, chegava para mais um dia de aula. Ele disse ter sorte de estudar à noite, por causa do maior número de vagas disponíveis para veículos, mas reclamou da falta de vigilância no local.

— Quando eu chego, no início da noite, tem muitos carros. Só que as pessoas vão indo embora e, quando termina a minha aula, só tem três, quatro carros no estacionamento. Fica tudo muito vazio. E não há vigia na guarita. Antes existia, mas desde o início deste semestre que não tem ninguém – contou ele, revelando que há professor que encerra a aula com meia hora de antecedência, por causa da insegurança no campus.

Além do carro da Diseg, pelo menos duas patrulhas do 17º Batalhão da PM faziam ronda nas vias principais em frente ao Centro de Ciências da Saúde (CCS), à Reitoria e aos prédios da Coppe e da Faculdade de Letras. Mas, de acordo com estudantes ouvidos pela reportagem, o policiamento costuma aumentar apenas após ocorrências mais rumorosas de violência no campus, como o ocorrido em fevereiro, quando cerca de 20 universitários que estavam no ponto de ônibus em frente ao CCS foram assaltados por cinco homens. Os criminosos chegaram em um carro e, pelo menos um dos bandidos, estava armado.

A estudante de Farmácia Camilla Jesus foi à aula naquela noite de fevereiro. Ficou no mesmo ponto de ônibus onde ocorreu o assalto até às 20h30, aguardando uma carona. Ela lembra que havia um carro da polícia nas proximidades.

— Depois, eles foram embora É sempre assim: chega uma hora em que não tem mais policiamento algum na universidade. Quando acontece algum problema no Fundão, eles começam a circular, mas, depois, somem novamente.

Mariana Soares, também estudante do CCS, tem a mesma opinião. Ao ver uma patrulha da PM estacionada em frente ao prédio, na terça-feira, comentou:

— Já faz um tempo que eu tenho visto mais policiamento. Acho que por causa daquele assalto no ponto de ônibus, em fevereiro. Mas, depois, tudo volta ao normal.

Às 20h30, a última das quatro lanchonetes em frente ao CCS estava cerrando as portas. A banca de revista também já estava fechada. Apenas um pequeno grupo, de três alunos, conversava no local. O estacionamento já não tinha tantos carros, e a iluminação deixava a desejar. Minutos antes, em uma das rotatórias próximas ao prédio, um vigia chamou a atenção da repórter, que andava pela calçada, e aconselhou uma troca na posição da bolsa, que estava à tiracolo, no ombro esquerdo,

— Bota a bolsa do outro lado, pois tem gente que passa de carro, de moto, puxa a bolsa e vai embora — alertou ele, que não quis se identificar.

Em 2012, foram registradas 264 ocorrências no Fundão, entre acidentes, furtos, roubos e ocorrências variadas, como sequestros-relâmpago, agressões, avarias em patrimônio e até dois homicídios, segundo dados divulgados no site da Prefeitura Universitária. Deste total, 20 foram de roubo, sendo 17 a terceiros, dois de veículos e um em carro/ ônibus - nos dois primeiros meses deste ano, já houve cinco registros semelhantes. Em 2013, os dados disponíveis, de janeiro e fevereiro, totalizam 63 ocorrências,

Comandante do 17º BPM, o coronel Dayzer Corpas negou que exista descontinuidade no esquema de policiamento no Fundão. Segundo ele, desde que assumiu a unidade, em janeiro, a corporação foi contemplada com o Regime Adicional de Serviço (RAS), por meio do qual o PM pode trabalhar para a corporação nos dias de folga.

— Isso que os alunos estão falando não procede, pois recebemos o RAS e, com isso, ganhei mais quatro viaturas para atuar no Fundão. Estamos com quatro carros fazendo o policiamento, nos turnos de 6h30 às 14h30, e de 14h30 às 22h30. Além disso, temos uma viatura que roda durante a madrugada. Posso garantir que os registros no local diminuíram – declarou, apesar de os dados da Diseg da UFRJ informarem o contrário.

Segundo o coronel, casos como o assalto ocorrido em fevereiro fazem parte do que ele chamou de movimento da mancha criminal:

— O criminoso ataca em áreas sem policiamento ou quando os policiais saem do local. Foi o que aconteceu na Fundão, pois os criminosos deixaram para atacar depois das 22h30, quando a circulação de viaturas cai – afirmou o coronel, embora os alunos assaltados tenham declarado que o crime ocorreu cerca de 10 minutos antes.

Sobre os ataques nos estacionamentos, o coronel informou que nada pode fazer, pois, pela regra, o policiamento nessas áreas, assim como dentro dos prédios da UFRJ, é de responsabilidade da segurança do Fundão. No caso da PM, o local de atuação resume-se às vias principais do campus.

Questionada sobre a insegurança no Fundão, a Prefeitura da UFRJ disse, por meio de nota, que a Diseg tem oito viaturas. “Cinco delas circulam pelo campus diariamente, até às 23h, enquanto as outras três permanecem na base, para atender a chamados. Além disso, outras duas, que estão em reparo, em breve deverão aumentar a frota”.

O órgão declarou também que, como medidas preventivas, “procura fazer o que cabe a qualquer cidade, que é manter as vias públicas bem iluminadas, fazer a poda e capina dos extensos espaços para evitar que matagais sirvam de esconderijo e locais de emboscada”. E acrescentou que “mantém ônibus internos em circulação, para transporte de estudantes e funcionários”.

Sobre o aumento significativo de furtos nos dois primeiros meses deste ano, em comparação com 2012, a Prefeitura da UFRJ explicou que o fato se deve à greve ocorrida na instituição, que modificou o período de férias. Como os estudantes estavam em aula em janeiro e fevereiro, algo unusual, os números seriam naturalmente maiores. Por fim, acrescentou que as 99 câmeras de segurança adquiridas em janeiro já começaram a ser instaladas.

Enquanto isso, o Fundão permanece um lugar para “quem quiser e quem vier”, inclusive para os assaltantes.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Estudante e vigilante da UFPB de Areia são sequestrados e obrigados a ficar nus após tentativa de roubo frustrada

Quatro homens armados tentaram arrombar, na madrugada desta quarta-feira (01), o caixa eletrônico que fica dentro da UFPB, no Campus localizado na cidade de Areia, brejo paraibano, e acabaram provocando uma madrugada de pânico para dois vigilantes e um estudante da instituição.

Segundo informações colhidas pela reportagem do PB Agora, o bando armado rendeu os dois vigilantes do prédio, um da Força Alerta, conhecido como Neto Marinésio e outro vigilante federal, conhecido apenas como Gilberto e com um maçarico tentou abrir o caixa eletrônico.

Neste momento um estudante da instituição, Alex Ursulino, foi visto por um dos bandidos que acreditou que ele teria acionado a polícia.

Os bandidos então desistiram de arrombar o caixa e roubaram o carro do estudante, um Eco Sport, obrigando a vítima e os dois vigilante a entrarem dentro do veículo para que a tentativa de assalto não fosse denunciada.

As três vítimas foram levadas como reféns até o município de Esperança. Lá, elas foram obrigadas a ficar nuas para poderem ser soltas. Após abandonar as vítimas, os bandidos fugiram levando o carro do estudante.

O caixa eletrônico que os bandidos tentaram arrombar ficou parcialmente danificado e foi lacrado. No local a direção da entidade aguarda a chegada da Polícia Federal para investigar o caso.

Ninguém foi preso até agora.
Por: Márcia Dias/PB
Enviado por: Paulo Prestes - UFPEL

terça-feira, 30 de abril de 2013

Coordenador do GT Segurança e Finanças da ASSUFRGS é recebido pela ministra Maria do Rosário, senador Paulo Paim e o deputado federal Marco Maia

Aconteceu nos dias 22 e 23, na sede do Sintifub, em Brasília, o encontro do GT Segurança Nacional, com a presença de mais de 50 representantes dos GT Seguranças dos sindicatos da base da Fasubra.

No dia 22 a reunião começou com os relatos de base, após foi deliberada a data do próximo seminário, que terá como sede a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) MG, e será entre os dias 23 e 28 de setembro. Já a data para a reunião dos representantes nacionais e regionais para elaboração da pauta e visita às dependências onde ocorrerá o evento, ficou para os dias 23 e 24 de julho, onde será deliberada a pauta e as palestras do seminário.

Após, as assessorias jurídicas dos sindicatos – Assufrgs, FURG e Assufpel, apresentaram documentos para ingressarem com denúncia ao Ministério Público quanto à terceirização do cargo de vigilante, já que o mesmo não está extinto.

No dia 23, na parte da tarde, todos os vigilantes presentes na reunião do GT Segurança Nacional se deslocaram até a Câmara Federal para percorrerem os gabinetes dos integrantes da CETASP, onde se encontra o PL 4742/2012 que dará o direito ao recebimento do adicional de risco de vida para os vigilantes das IFES e IFETS. Na visita foi entregue um documento aprovado pela Fasubra solicitando o apoio destes parlamentares.

Também foi agendada uma reunião com a relatora do PL 4742/2012, a deputada Alice Portugal (PC do B – BA), que garantiu aos vigilantes presentes na reunião que o seu voto será pela aprovação do projeto.

No dia 24 uma comissão dos vigilantes foi recebida pelo senador Paulo Paim (PT-RS) onde solicitaram apoio ao PLS 53/2011, reposicionamento dos aposentados que se encontra na CCJC do senado aguardando relatoria. O senador informou que marcará uma reunião com o presidente da CCJC para solicitar um relator para o projeto. Também foi solicitada a abertura de concurso público para vigilante das IFES e IFETS.

Posteriormente a comissão foi recebida pela ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário, onde foi entregue um dossiê com ocorrências geradas nos campi das universidades federais, um plano de política de segurança elaborado pelos integrantes do GT Segurança Nacional e documentos que comprovam que o cargo de vigilante não está extinto, o que causou bastante interesse na ministra. Novamente foi solicitado concurso público para vigilante das IFES e IFETS, e a ministra prontamente informou que iria encaminhar a solicitação e os documentos para o Ministério do Planejamento pessoalmente.

Depois da reunião com a ministra a comissão foi recebida pelo ex- presidente da Câmara Federal, deputado federal Marco Maia (PT-RS), onde entregaram os mesmos documentos e fizeram a mesma solicitação sobre a abertura de concurso para vigilante. O deputado solicitou ao seu assessor que encaminhasse para o gabinete da ministra do Planejamento os documentos com um oficio assinado por ele.
Fonte: ASSURFRGS

domingo, 28 de abril de 2013

Vigilantes agradecem a Andreia Zito por sua atuação em defesa dos servidores públicos

A deputada federal Andreia Zito (PSDB) recebeu, nesta quarta-feira (24/04), representantes dos servidores ocupantes do cargo de vigilante nas universidades federais, que foram agradecer à parlamentar por seu empenho em defender permanentemente os interesses dos servidores públicos e, especialmente, dos vigilantes, com a apresentação da PEC 38, que pretende criar a Policia Universitária Federal, e do projeto de lei que propõe a inclusão, na Lei do Desarmamento, da autorização de porte de arma para os vigilantes.

Faziam parte do grupo que visitou o gabinete da parlamentar, em Brasília, representantes das universidades federais de Pelotas/RS, Santa Maria/RS, Rural de Permambuco, Juiz de Fora/MG e Rural do Rio de Janeiro. Durante o encontro, os servidores aproveitaram para formalizar convite para que a deputada Andreia Zito participe do 22º Encontro Nacional dos Vigilantes Univeritários, que acontecerá no mês de maio próximo, em local ainda a ser definido.
Enviado por: Canuto - UFRRJ

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Suspeitos de praticarem assaltos na UFSC são presos

Investigação da Delegacia de Roubos contou com o apoio da segurança do campus

Dois homens foram presos pela Delegacia de Roubos da Capital. Eles cumpriram mandados contra dois suspeitos que atuavam no campus da UFSC. Os assaltos ocorriam principalmente no período da noite. O trabalho de investigação teve apoio da equipe de segurança da universidade, com câmeras de monitoramento.

Para assistir ao vídeo, clique no link abaixo:
Autor: RICTV


Os dois responsáveis foram presos na manhã desta quinta-feira, 25 de abril, por assalto a estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ocorrido no mês passado. Micael Francisco Lucas e Harrison Wilson Santos Flores, ambos de 18 anos, foram detidos em suas casas. O flagrante da fuga após o assalto foi registrado pelas câmeras de monitoramento da UFSC e serviu como prova para a prisão.
O assalto ocorreu no dia 26 de março, quando os rapazes abordaram um aluno da UFSC com uma pistola e levaram seu celular, óculos e cartão de crédito. Eles fugiram em direção aos fundos do Centro Socioeconômico (CSE).
Os dois eram conhecidos pelos seguranças da UFSC por furto no campus quando eram adolescentes. A prisão só aconteceu cerca de um mês depois por conta da demora na expedição do mandado de prisão e determinação judicial. Os jovens foram encaminhados à carceragem da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).
A Polícia Civil investiga ainda se há envolvimento dos dois presos em outros três assaltos que aconteceram no mês passado. As vítimas dos crimes serão chamadas para fazer o reconhecimento e confirmar a participação deles. Uma terceira pessoa também está sendo investigada pela polícia, segundo o diretor do Departamento de Segurança da UFSC, Leandro Oliveira.
Mais informações:
Departamento de Segurança da UFSC - (48)3721-4578
Leonardo Lorenzoni/ Estagiário de Jornalismo da Agecom/UFSC
Enviado por: Teles