terça-feira, 1 de julho de 2014

Na UFV Banco Itaú é alvo de bandidos durante a madrugada.

Durante a madrugada de segunda-feira 30/06, cerca de seis homens fortemente armados abordaram um veículo FOX preto que transitava sentido Ervália/Coimbra, os bandidos pegaram o motorista e um passageiro como reféns e levaram as vítimas até o Campus da UFV, onde foram até a agência do Banco Itaú arrombaram a porta de vidro que da acesso ao interior da agência e em uma sala roubaram um cofre onde estava uma quantia que ainda não foi revelada.

Os suspeitos rederam também mais dois vigias que estavam do lado de fora no campus da UFV, e obrigaram as vítimas a carregarem o cofre que estava no interior da agência, o cofre foi colocado no veículo Fox de cor preta e os autores fugiram usando como apoio uma caminhonete pequena e de cor prata. Os autores fugiram tomando sentido a veterinária da UFV.

De posse das informações a policia militar e civil de Viçosa iniciaram uma busca por toda região e localizaram o veículo Fox abandonado na estrada que dá acesso ao aeroporto de Viçosa. antes da fuga os autores roubaram celulares das vítimas e dois rádios de comunicação da vigilância da UFV.

O perito da polícia civil esteve no local e colheu impressões digitais e também foram recolhidas imagens de câmeras.

A polícia segue na tentativa de localizar os autores

Fonte: Viçosa Urgente
Enviado por: Mozarte - UFRGS

sábado, 28 de junho de 2014

Reitor da Ufal descarta guarda universitária no campus Maceió

Segundo Eurico Lôbo, função não existe no âmbito do serviço público; ele defendeu posto permanente da PM

Foto: Gazetaweb/Arquivo
Eurico Lôbo diz que função de guarda universitária não existe no serviço público
Eurico Lôbo diz que função de guarda universitária não existe no serviço público
O reitor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Eurico Lôbo, descartou, em entrevistanesta terça-feira (20), a instalação da guarda universitária no Campus A.C. Simões, situado no bairro Cidade Universitária. Segundo ele, a função não existe no âmbito do serviço público do governo. 

Questionado sobre a possibilidade de criação da guarda, para minimizar os casos de violência que assolam alunos, professores e funcionários da instituição federal, o reitor não cogitou qualquer possibilidade e fez menção, apenas, aos vigilantes, que estão sendo extintos do quadro da universidade. Segundo Eurico Lôbo, em breve, outras universidades vão extinguir a função de vigilância de suas dependências. 

“A comunidade universitária via a necessidade de que fizéssemos uma intervenção junto ao governo para que ele fizesse aquilo que é de seu dever constitucional e um direito do cidadão, porque a segurança do cidadão, esteja ele dentro ou fora da universidade, é um dever do Estado. Portanto, fui cobrar ao governo um olhar especial para dentro do campus, onde circulam 30 mil pessoas todos os dias”, informou o reitor. 

Quanto às medidas adotadas na prática, ele disse que o Estado atendeu de imediato as necessidades da comunidade universitária e, na última semana, houve rondas policiais feitas pela Cavalaria. Porém, a solicitação da reitoria é a implantação de um posto permanente dentro do campus, a exemplo da maioria das universidades do país. “Talvez a Ufal seja uma das poucas que ainda não têm. O que a gente quer é que a comunidade possa transitar aqui dentro, estudar e fazer seus trabalhos de pesquisa com tranquilidade”, assinalou Lôbo. 

Ele reforçou, também, que não pode fazer uma análise crítica do grau de insegurança que afeta o campus há alguns anos, já que a avaliação tem que ser tratada por um especialista. O gestor diz que a universidade está “encravada” em uma região com um contexto social difícil; mas, por outro lado, a instituição participa de processos de extensão, construindo uma relação amigável com as comunidades circunvizinhas. 

“Apesar de tudo, é evidente que esse processo de crescimento da insegurança e da violência é nacional. Nós temos grupos de pessoas que estudam isso do ponto de vista das intervenções de suas pesquisas. Mas existem limites e alguns problemas, não somos capazes de resolvê-los. Penso que os resultados que começam a aparecer são muito satisfatórios. Nas redes sociais, há várias manifestações favoráveis a essas medidas”, frisou.

Fonte: Portal Gazeta Web
Enviado por: Canuto - UFRRJ

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Vigilantes da UFRGS vão receber a partir do mês de junho 10% de adicional de periculosidade

Com a aprovação da lei 12.470/12 que deu o direito aos vigilantes da iniciativa privada a receber 30% de adicional de periculosidade, e com a regulamentação na Norma Regulamentadora 16 (NR 16) do Ministério do Trabalho através da portaria 1.885 de 2013, o GT Segurança da Assufrgs entendeu que os vigilantes concursados da UFRGS também teriam o direito a este beneficio.

Após a publicação de regulamentação o GT Segurança da Assufrgs agendou uma reunião com a Progespe no qual o pró reitor nos garantiu que iria fazer uma pesquisa e depois retornaria com a informação, e em uma segunda reunião com a presença de mais de 50 vigilantes entregamos os documentos para a Progespe em que alguns vigilantes de outras universidades já estavam recebendo este adicional.

Então fomos informados que no final de maio o MPOG autorizou o pagamento do adicional para todos os vigilantes das universidades federais e dos institutos federais, mas o beneficio não será de 30% como esta na lei, isto por que existe uma Ordem Normativa 06 (ON 06) que regulamenta os adicionais a serem pagos no serviço publico federal, e nesta ON 06 esta escrito que o grau máximo a ser pago de adicional de periculosidade é de 10%, então após a intervenção do GT Segurança da Assufrgs, juntamente com a administração central, os vigilantes da UFRGS terão direito a partir de junho a receber 10% de periculosidade.

Mas o GT Segurança da Assufrgs juntamente com a assessoria jurídica do sindicato já ingressou na justiça solicitando o pagamento de 30% como esta escrito na lei, pois é o entendimento do GT Segurança e a assessoria jurídica da Assufrgs.

Fonte: Assurgs
Enviado por: Mozarte - UFRGS

quarta-feira, 25 de junho de 2014

UFPI: Universidade Federal do Piauí e Polícia Militar se reúnem para buscar parceria em segurança

O Reitor da Universidade Federal do Piauí, Arimatéia Lopes, se reuniu na manhã de hoje (24) com o Comandante de Policiamento da Capital, coronel Alberto Menezes, a fim de garantir maiores condições de segurança a alunos, servidores e professores da UFPI, onde recentemente tem registrado várias ocorrências de assaltos.

De acordo com a assessoria de imprensa da UFPI, esse primeiro encontro foi realizado para que as duas instituições estudassem a melhor forma de priorizar a segurança no local e também definir a jurisprudência do policiamento.

O coronel Alberto Menezes ressaltou que a partir de um estudo mais detalhado, a Polícia Militar, através do 5º batalhão, deve atuar de forma mais incisiva no entorno do campus Ministro Petrônio Portella, que abriga a maior comunidade acadêmica do Piauí.

Fonte: GP1
Enviado por: Mozarte - UFRGS

quarta-feira, 18 de junho de 2014

AGU consegue suspender greves de professores e técnicos deINSTITUTOS E UNIVERSIDADES FEDERAIS

BSPF - 17/06/2014

Professores e técnicos administrativos de Institutos de Ensino e universidades federais não podem fazer greve ou impedir o acesso de servidores que não paralisaram as atividades, sob pena de multa diária, respectivamente, de R$ 100 mil e R$ 200 mil por ordem descumprida. A decisão foi tomada em duas ações movidas pela Advocacia-Geral da União (AGU) no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra os movimentos grevistas.

Os pedidos de suspensão têm por base acordo firmado judicialmente em 2012, para reestruturação remuneratória, entre o Governo Federal e os servidores públicos federais, incluindo os docentes e técnicos administrativos das instituições de ensino superior federais. Contudo, as entidades representativas das categorias deflagraram greve por tempo indeterminado em março deste ano. 

Os procuradores federais ajuizaram as ações contra os sindicatos sustentando que a paralisação era abusiva considerando o acordo ainda em vigor. Destacaram que houve a interrupção, por parte das categorias para tentativa de negociação, violando o artigo 14 da Lei nº 7.783/89, que prevê abuso do direito de greve no caso da paralisação após celebração de acordo, convenção ou decisão da Justiça do Trabalho. 

A Advocacia-Geral ponderou, ainda, que a greve prejudicava cerca de um milhão de estudantes em todo o país e que os serviços essenciais prestados pelas universidades e institutos estavam comprometidos. Por esse motivo, requereu a suspensão das greves e a aplicação de multas caso as ordens fossem descumpridas. 

Ao analisar os pedidos, o STJ deferiu os pedidos da AGU nas duas ações e acolheu o valor das penalidades proposto pelos procuradores em caso de descumprimento das decisões. Em uma das decisões, o ministro relator destaca como justificativas para determinar o fim das paralisações, a aproximação do encerramento do semestre letivo e os prejuízos aos serviços públicos prestados pelas entidades de ensino.

Atuou nos casos o Departamento de Contencioso da Procuradoria-Geral Federal, que é um órgão da estrutura da AGU.
Fonte: AGU

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Reitora da UFSC se reúne com comandante da PM em Santa Catarina


A reitora e o chefe de Gabinete participaram de reunião com a Polícia Militar de Santa Catarina. Foto: Comunicação PM

A reitora, Roselane Neckel, e o chefe de Gabinete, Carlos Antônio Oliveira Vieira, participaram de uma reunião, nesta quinta-feira, 12 de junho, com o coronel Valdemir Cabral, comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina. Nessa ocasião, foram discutidas ações que podem ser feitas em conjunto para reforçar a segurança no campus da UFSC e em seu entorno, definidas a partir das solicitações encaminhadas à Administração Central pela comunidade universitária, e encaminhamentos da audiência pública realizada no dia 14 de maio. Na próxima semana, haverá uma reunião entre a reitora e o delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D´Ávila.

“Levamos um pedido de diversos grupos de estudantes que desejam uma segurança mais eficaz, especialmente no campus Florianópolis”, destaca a reitora. “Estamos falando especificamente de combate a crimes como assaltos, estupros, roubos e sequestros, como o que aconteceu recentemente”, complementa. Ela frisou, durante o encontro, que, embora se reconheça que a questão da segurança seja mais ampla – e diga respeito a todo o Estado –, a Universidade está à disposição para auxiliar, inclusive, na concepção de políticas públicas que levem melhorias para toda a população. “Temos diversos especialistas, pessoas que pesquisam esse tema e podem atuar nessa área”, ressaltou.

A reitora levou ao comandante dados sobre o funcionamento do Departamento de Segurança da Universidade. Além disso, explicou que a questão da segurança no campus é uma preocupação de reitores e reitoras de todo o país, que pedem a reativação de cargos extintos nessa área, a fim de contratar novos profissionais. O chefe de Gabinete informou sobre as medidas já adotadas, como a melhoria na iluminação do campus e a instalação de novas câmeras de monitoramento.

Em maio, a Reitoria promoveu uma audiência pública para discutir segurança no campus. Uma das medidas acordadas foi a criação de uma comissão permanente para discutir e aperfeiçoar a política de segurança na instituição. “Estamos aguardando que os diversos setores contactados indiquem seus representantes. No caso dos estudantes, como estavam em processo eleitoral para o Diretório Central dos Estudantes (DCE), os nomes ainda não foram indicados. Pretendemos envolver a comunidade nessa discussão”, explica o chefe de Gabinete.

Diretoria Geral de Comunicação / UFSC

domingo, 15 de junho de 2014

O homem morreu após ser atingido por tiros na UFMA

Identificado como Igor Albert Vaz dos Santos de 19 anos, morador da Vila Bacanga, localizada próxima ao campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) na capital, morreu dentro da instituição após ser atingido por cinco disparos.
UFMA (Foto: Divulgação / Fabrício Cunha)
De acordo com informações do Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS), estava acontecendo um arraial universitário nas dependências do colégio na madrugada de sábado (14).

O suspeito de autoria dos disparos, um vigia da UFMA, teria disparado cinco vezes contra Albert. Apenas um deles acertou o jovem. O crime ocorreu próximo à Concha Acústica. De acordo com informações da assessoria de comunicação da universidade, aproximadamente 10 homens estavam assaltando os participantes do arraial realizado no campus do Bacanga.
Imagens do circuito de monitoramento da UFMA (Foto: Divulgação/UFMA)Imagens do circuito de monitoramento da UFMA
(Foto: Divulgação/UFMA)
A denúncia foi feita por uma senhora. Conforme a nota, quando os vigilantes se aproximaram, os homens que estariam assaltando começaram a apedrejar as câmeras de segurança e os próprios vigilantes. Ainda segundo a nota, um vigilante disparou três tiros para cima, com o intuito de dispersar o grupo. O grupo teria reagido atirando em direção aos vigilantes. Houve troca de tiros.

Um dos vigilantes então disparou dois tiros, sendo que só um deles atingiu o jovem identificado como Igor Albert dos Santos, 19 anos, conhecido por “Cachorrão”. Após a troca de tiros, a vigilância da Universidade acionou a Polícia Militar.

Já conforme informações do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), estava acontecendo um arraial universitário nas dependências do colégio quando ocorreu um tumulto e várias pessoas tentaram invadir o local.

Na ocasião, um dos vigilantes efetuou alguns disparos para o alto. Igor Albert Vale dos Santos teria partido para cima do mesmo, que acabou disparando contra o jovem, atingido no peito esquerdo.

A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Djalma Marques, Socorrão I. Ainda de acordo com o Ciops, o autor dos disparos fugiu do local. O supervisor da empresa na qual o vigilante que atirou trabalha informou que ele vai se apresentar à polícia com um advogado
Enviado por: Edilson Costa - UFMA