segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Criminosos tentam assaltar mais um caixa eletrônico dentro de universidade em Brasília

Assaltantes armados invadiram uma faculdade na quadra 708 Sul, na região central de Brasília, e tentaram roubar um caixa eletrônico na madrugada desta sexta-feira (7). Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, os suspeitos fugiram sem levar o dinheiro do terminal.

De acordo com a assessoria da universidade, três homens renderam o vigilante para entrar no local enquanto um quarto comparsa aguardava no carro para a fuga. Eles usaram um alicate grande para tentar arrombar os caixas, mas não conseguiram chegar ao dinheiro. A Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil investiga o caso e já está com as imagens do circuito interno.

No período de uma semana, este foi a terceira tentativa de assalto a caixas eletrônicos no DF. Na sexta-feira passada (31), criminosos explodiram um terminal bancário em um posto de combustíveis da Candangolândia (DF), mas a polícia não soube informar a quantia roubada. Três dias depois, nesta segunda-feira (3), ladrões atacaram um caixa dentro de outra faculdade, na Asa Norte, mas não conseguiram chegar ao dinheiro. 

Caixas eletrônicos viram alvo dos criminosos no DF

De acordo com dados da SSP-DF (Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal), 20 caixas eletrônicos foram explodidos em 2015, e outros 12 terminais foram arrombados. Dentre estes casos, em 14 deles os criminosos conseguiram abrir o compartimento onde fica o dinheiro, oito deles com explosivos e, nos outros seis, depois de utilizar maçaricos.

Os números deste ano, até julho, já superam os de 2014, segundo a SSP. No ano passado, a pasta registrou 11 casos de furtos a caixas eletrônicos, seis com explosivos e cinco com uso de maçaricos. Em oito destes casos, os ladrões conseguiram chegar ao dinheiro, geralmente de madrugada em postos de combustíveis ou centros comerciais.

Fonte: http://noticias.r7.com/distrito-federal/criminosos-tentam-assaltar-mais-um-caixa-eletronico-dentro-de-universidade-em-brasilia-07082015

domingo, 2 de agosto de 2015

Polícia Militar vai instalar base dentro da Cidade Universitária em SP

Depois de uma série de crimes graves registrados na maior universidade do país, a Polícia Militar terá uma base fixa na USP. Os agentes vão atuar em conjunto com a guarda universitária. Além do reforço no patrulhamento, mais de seiscentas câmeras de segurança serão instaladas no campus.

Assista ao vídeo com a reportagem:
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Fonte: bandnewstv.band.uol.com.br/

sábado, 25 de julho de 2015

Situações de terror e insegurança são vivenciadas por alunos da USP

Estudantes sofrem com assaltos nas universidade públicas de Teresina. Cerca de 5 mil alunos trocam informações sobre violência pela internet em SP.

O medo em um ambiente que deveria oferecer tranquilidade para formação dos jovens. Alunos vivem situações de terror e exigem mais segurança na maior universidade do Brasil.

Foram vários casos de assalto, sequestro-relâmpago, agressões e até estupro. Os bandidos atacam a qualquer hora do dia ou da noite.

A cicatriz no rosto é pequena. Mas é a primeira coisa que a estudante vê quando olha no espelho. Mais do que a marca no rosto, o que ela ainda não conseguiu superar é o trauma de ter sido agredida por ladrões dentro da cidade universitária. “É pânico, é pavor. É estar o tempo inteiro em alerta, olhando para todos os lados, segurando a mochila e andando mais rápido que der. É a sensação de medo quando eu fui para lá pela primeira vez que eu tive que fazer prova, eu simplesmente não conseguia respirar. Eu só saí correndo até entrar no prédio e encontrar alguém conhecido”, conta a estudante que não quis se identificar.

O assalto aconteceu no mês passado quando ela esperava os pais em um ponto de ônibus. Os ladrões queriam o celular da estudante, mas nem anunciaram o assalto. Já chegaram dando coronhadas no rosto dela. “E aí eles tentaram pegar a minha mochila. Só que como o menor que estava com a arma continuava me batendo depois que eu já tinha entregado o celular, eu fiquei com medo que ele tentasse fazer qualquer outra coisa depois que eu já tivesse entregado tudo, porque ninguém passava lá na hora”, relembra.

Um vigia da faculdade de odontologia viu tudo e acionou a segurança do campus. Na fuga, os criminosos ainda deram tiros em um carro da guarda universitária. A mãe diz que, depois disso, não fica tranquila enquanto a filha não chega em casa. “Você batalha para colocar um filho em uma das melhores faculdades desse país e que depois ela não pode nem frequentar essa faculdade porque ela corre o risco de vida de tomar um tiro”, afirma a educadora Railda Maria dos Santos.

Casos de violência tem se repetido na USP. No mais recente, no dia 11 deste mês, as câmeras de segurança gravaram ladrões agredindo um casal de idosos. No mês passado, uma aluna de 17 anos foi estuprada perto da reitoria. Nesta semana, a polícia divulgou o retrato falado do suspeito. Em março, foram pelo menos 19 casos de sequestro-relâmpago.

Recentemente, a USP trocou toda a iluminação do campus por luzes mais potentes de led. Mas ainda tem muitos pontos do campus mal iluminados. A equipe do Bom Dia Brasil só conseguir fazer gravação com a luz do equipamento. Porque, se desligar, fica escuro.

Para tentar conter a violência, a secretaria de segurança pública e a USP anunciaram um novo projeto de segurança no campus. Mas isso só deve acontecer a partir de setembro.

“É chamado de policiamento comunitário. É um projeto japonês. Dá preferência para policiais universitários. Porque ele sabe o que é universidade. É algo de inteligência”, diz o superintendente de prevenção e proteção universitária da USP José Antônio Visintin.

A presença da polícia no campus divide opiniões. A estudante colombiana acha que precisa melhorar a segurança. Mas não com armas. “Não concordo muito com ter Policia Militar, polícia armada isso eu não gosto. Ajuda polícia que tem a USP”, diz Diana Garcia.

A estudante de economia Beatriz Soares diz que campus precisa de mais cuidado. “Falta se você der uma volta vai perceber que você não vai encontrar. Eu raramente vejo viatura passado por aqui ou coisa do tipo. Também não acho que seja a necessidade da viatura em si, mas de você ter um socorro mais próximo. De ter um monitoramento melhor, por meio de câmeras, seja por meio de outro tipo de segurança que a gente possa chamar”.

A secretaria de Segurança Pública de São Paulo e a USP dizem que antes de implantar o novo sistema de segurança, vão pedir a colaboração de professores, estudantes e funcionários.

Alunos sofrem com assaltos em Teresina, no Piauí

Os estudantes também sofrem com a falta de segurança em outras universidades pelo país. Em Teresina, os alunos de duas universidades públicas do Piauí têm sofrido com os assaltos.

No Piauí, alunos e professores estão assistindo aulas trancados nas salas. No mês passado, um bandido tentou invadir uma sala da universidade estadual, mas foi impedido pelo professor.

Na universidade federal, só este ano foram 25 ocorrências de assaltos, arrombamentos e arrastões. A direção da universidade disse 115 vigilantes fazem a segurança no campus por onde passam todos os dias 30 mil pessoas. Já a universidade estadual disse que está tomando medidas para melhorar a segurança do campus.

Estudantes estão assustados com assaltos à mão no entorno de universidade, em Divinópolis

Em Divinópolis, em Minas Gerais, na Universidade Federal de São João Del Rei, os alunos estão assustados com a quantidade de assaltos a mão armada no entorno da universidade.

O prédio fica em um bairro mais afastado. Cerca de 1,5 mil alunos passam na região. O problema é que no entorno, existem muitos lotes vagos e o mato está alto, a iluminação é ruim, o que facilita a ação dos bandidos. Para conter a onda de violência, o policiamento foi reforçado, a universidade contratou mais seguranças. E colocou um porteiro em cada prédio do campus e um segurança no ponto de ônibus. Além disso, câmeras de segurança foram instaladas.

Cerca de 5 mil alunos trocam informações pela internet em São Carlos, SP

Em São Carlos, interior de São Paulo, a informação é a principal arma para tentar combater a violência nas universidades.

Os alunos se uniram e mais de 5,4 mil estudantes passaram a trocar informações sobre a violência na internet em uma rede social. Eles falam sobre pessoas, carros suspeitos no campus e também dizem quando são assaltados. Mesmo no mês de férias, alunos já relataram nove casos de assaltos. Nesta semana um homem foi preso suspeito de roubar o celular de um estudante.

Fonte: Bom dia Brasil - http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2015/07/alunos-vivem-situacoes-de-terror-e-inseguranca-na-usp.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

terça-feira, 14 de julho de 2015

Vigilantes poderão ter direito a porte de arma fora do expediente

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4340 /08, do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que isenta os vigilantes que comprarem arma para uso particular do pagamento da taxa de porte. A proposta acrescenta a medida ao Estatuto do Desarmamento (Lei10.826 /03), que determina que as armas utilizadas por esses profissionais são de propriedade, responsabilidade e guarda das empresas onde trabalham. Atualmente, de acordo com o estatuto, essas armas só podem ser utilizadas em serviço.

A isenção, segundo o projeto, valerá para os vigilantes das empresas de segurança privada e de transporte de valores que comprovarem que já utilizam arma de fogo em serviço.

O estatuto, em sua redação atual, não isenta os vigilantes do pagamento de nenhuma taxa. De acordo com as regras vigentes, são isentos os integrantes das Forças Armadas, das polícias e dos copos de bombeiros militares, entre outras categorias.

Onyx Lorenzoni argumenta que os vigilantes possuem treinamento e, portanto, capacidade para portar arma. "Apesar disso, retornam a seus lares sem o instrumento que lhes garante a segurança necessária", afirma.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://cd.jusbrasil.com.br/

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Onda de assaltos nos campi da UFU faz com que alunos cobrem maior segurança

Os roubos e furtos frequentes nas proximidades dos campi da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) têm assustado alunos e servidores da instituição. O G1 apurou pelo menos três assaltos nesta semana e um mais grave no início do ano, quando a vítima de 18 anos foi sequestrada na primeira semana de aula e levada para um terreno baldio.

O diretor de Logística da UFU, Wesley Marques da Silva, disse que novos investimentos serão feitos para reforçar a segurança. Além disso, outros métodos paliativos também estão sendo realizados no campus Santa Mônica e Umuarama. Já a Polícia Militar (PM) confirmou que não são feitos patrulhamentos dentro da universidade por ser uma instituição federal.

Uma das vítimas é o estudante de Engenharia Elétrica, Augusto Mendes da Costa, de 23 anos. Ele contou que estava em uma área do Santa Mônica com uma amiga quando foram abordados por três criminosos. “Chegaram anunciando o assalto e colocaram uma faca de açougueiro no meu pescoço, pedindo para eu não fazer nenhuma besteira. Levaram nossos celulares e dinheiro. Depois saíram como se nada tivesse acontecido e falaram que vão voltar na UFU para fazer mais desses assaltos. É preciso mais segurança, ter policiamento, porque está complicado”, relatou.

"Saíram como se nada tivesse acontecido e falaram que vão voltar na UFU para fazer mais desses assaltos". Augusto Mendes, estudante

O crime ocorreu na última segunda-feira (22) por volta das 18h30, mas o Boletim de Ocorrência só foi registrado 24 horas depois do fato porque, segundo o aluno, a Polícia Militar se recusou a atender a ocorrência informando que se trata de uma instituição federal e que a reitoria havia proibido qualquer tipo de ação policial. Augusto disse, ainda, que o BO foi feito depois que ele procurou uma nova companhia da PM e ameaçou acionar o Ministério Público Estadual (MPE).

Depois de postar o caso no Facebook, o assunto repercutiu e muitos estudantes da UFU se indignaram com a situação. Um deles chegou a informar ao estudante que, minutos após o assalto dele, viu os três suspeitos cometendo um novo roubo próximo à saída da reitoria, com a faca em punho. No início da noite desta terça-feira (24), um universitário do curso de Engenharia Mecatrônica também relatou ter sido assaltado próximo ao campus.

Aluna foi sequestrada e ameaçada de morte

Uma estudante do curso de Ciências Biológicas, que devido ao medo preferiu não ser identificada, foi assaltada e sequestrada por um criminoso na primeira semana de aula, neste ano. Em entrevista ao G1, ela contou que estava indo para a aula no campus Umuarama, às 7h30 de uma quinta-feira, quando foi abordada pelo assaltante.

“Na hora desesperei, comecei a pedir pelo amor de Deus para ele não me matar. Atravessamos a rodovia e ele não me deixava levantar a cabeça, sempre me ameaçando de morte. Fui parar no meio de um terreno onde ele me fez sentar num tronco, amarrou minhas pernas e mãos e pegou meus pertences da mochila dizendo que chamaria os bombeiros para me resgatar”, detalhou.

A vítima conseguiu se soltar e pedir socorro, porém estava determinada a interromper os estudos. Por ser de outra cidade, pediu para que o pai a buscasse porque trancaria a faculdade. Mas recebeu apoio psicológico e incentivo da coordenação do curso para que voltasse a frequentar as aulas. Alguns meses após o ocorrido, a aluna destacou que continua faltando iluminação, segurança e policiamento dentro da universidade.

Diretor pede policiamento em campus

O estudante Alfredo Henrique, também do curso de Biologia, por pouco não passou por situação semelhante em abril. Ele acompanhava uma amiga ao terminal rodoviário próximo ao campus Umuarama e foi abordado por um assaltante, porém conseguiu correr e despistá-lo.
Bloco da Biologia recebeu sistema de videomonitoramento para tentar inibir o alto índice de crimes próximo ao local, no campus Umuarama (Foto: Caroline Aleixo/G1)

Segundo o professor e diretor do Instituto de Biologia, Kleber Del Claro, ele e o coordenador do curso cobram com frequência soluções da instituição para a questão da segurança. “São assaltos, sequestros, furtos, roubo de carro, gente que bate carteira. Sempre acontecem esses crimes. Nosso curso é o único noturno neste campus, somos os corajosos e nossos alunos correm riscos todos os dias”, desabafou.

O diretor disse que foram instaladas novas câmeras pelo bloco do curso, inibindo um pouco o índice de violência e criminalidade. Contudo, ele reforça a necessidade de ser feito um plebiscito para que a reitoria ouça a maioria dos servidores e alunos que é favor de policiamento dentro dos campi.

PM X UFU

A assessoria de imprensa da PM em Uberlândia justificou que realmente não são feitos patrulhamentos dentro da universidade por ser uma instituição federal. Porém, quando acionados por vítimas ou pela própria universidade, comparecem para o registro de ocorrências. A assessoria não teve conhecimento de casos isolados sobre recusa para registrar ocorrências nestes locais.

O diretor de Logística da UFU explicou que a vigilância patrimonial na universidade é feita por uma empresa terceirizada. Quando algum crime acontece, é feito um boletim interno e, em seguida, os agentes auxiliam as vítimas a acionar a Polícia Militar (PM). “Não há nenhuma determinação ou documento por parte da instituição que proíba a entrada de policiais no âmbito da universidade e sempre que a nossa divisão de vigilância solicitou, foi atendida pela polícia”, disse Wesley.
Roubo e furtos de veículos também são comuns na área do campus Umuarama, segundo diretor do Instituto de Biologia (Foto: Caroline Aleixo/G1)

O problema quanto à iluminação, principalmente no campus Umuarama, é devido a quantidade de árvores e incidência maior de sombras, de acordo com Marques. Por isso, várias lâmpadas já foram trocadas e as copas das árvores podadas frequentemente.

Disse ainda que, neste ano serão instaladas mais câmeras de segurança nos campi. “Temos algo em torno de dez agentes em cada campus trabalhando 24h. Diariamente, um dos agentes faz a ronda noturna visando, também, identificar lâmpadas ou equipamentos de segurança danificados. Hoje temos poucas câmeras para um trabalho mais amplo, mas estamos nos ajustando para fazer novas instalações em breve”.

Fonte: G1 - http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2015/06/alunos-da-ufu-pedem-seguranca-devido-onda-de-assaltos-em-campi.html

sábado, 6 de junho de 2015

Reitor da Uerj diz que 'não há diálogo com a barbárie' e faz acusação

Após o tumulto entre estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), policiais militares e seguranças no câmpus na noite da quinta feira, 28 de maio, o reitor Ricardo Vieiralves, responsabilizou nesta sexta feira, 29 de maio, o que chamou de "falanges políticas" pela confusão.

Em nota oficial intitulada "Não há diálogo com a barbárie", o professor acusou esses grupos de terem recrutado pessoas externas à instituição, na zona norte do Rio de Janeiro, como moradores de rua e da Favela do Metrô, que é próxima, para fazer "crescer" um ato político e provocar ações violentas.

Já estudantes afirmaram que a ação dos seguranças da universidade, com mangueiras anti incêndio,
e da Polícia Militar, com bombas de gás lacrimogêneo no estacionamento do câmpus, foi desproporcional.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra quando os funcionários da instituição dispararam jatos d'água contra alunos. Nas imagens, também é possível ver que uma bomba, aparentemente de fabricação caseira, é lançada, e pessoas aparecem jogando objetos contra a portaria.

De acordo com reitor, alguns manifestantes ele diz que 200 pessoas estavam concentradas no estacionamento da instituição estavam armados com "barras de ferro, madeira, pedras e bombas" e destruíram a portaria central da universidade.

Vieiralves afirmou ainda no texto que a universidade abrirá inquérito administrativo para apurar o fato. Foi registrada pela universidade na 18ª Delegacia de Polícia (Praça da Bandeira) queixa de lesões corporais e danos ao patrimônio público.

"Estamos atentos e vigilantes para impedir que haja instauração em nossa instituição de um estado permanente de terror e violência", declarou Vieiralves.

Na última sexta feira, 22, ele já havia decretado a suspensão das atividades da universidade por medo de ações violentas, que, segundo o reitor, estariam sendo planejadas por grupos radicais de alunos para este dia. A universidade vive um período de tensão, com corte de verbas.

Pezão. O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), condenou nesta sexta feira, 29, o tumulto que causou a depredação na Uerj. "Aluno não depreda o seu local de estudo. A universidade é patrimônio deles. Toda aquela baderna foi promovida por vândalos", afirmou o governador. Segundo Pezão, não há atraso de repasse de verbas para a Uerj. O governador disse ainda que a Polícia Militar atuou, a pedido da Prefeitura do Rio, no apoio às demolições na Favela do Metrô, vizinha ao campus da universidade.

A confusão na portaria central começou quando alunos e moradores da Favela do Metrô, na Mangueira, zona norte, que protestavam nas imediações da Uerj contra a demolição de quatro imóveis na comunidade, tentaram se refugiar dentro da instituição.

Na rua, policiais militares estariam usando spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo contra a manifestação, que teria recebido a adesão de estudantes. Alguns manifestantes jogaram pedras contra os PMs. Os policiais revidaram com bombas de gás.

Para fugir da polícia, estudantes e moradores correram para a universidade. Ao chegar à portaria da Uerj, foram impedidos de entrar pelos seguranças. Alguns alunos quebraram vidros e objetos no local, enquanto eram atacados com água pelos seguranças.

Em nota, a PM nega que tenha havido invasão de moradores da Favela do Metrô na Uerj. A corporação disse ainda que não há registro de feridos no tumulto e que o policiamento nos arredores da universidade foi reforçado nesta sexta  feira.

Fonte:  ESTADÃO
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,reitor-da-uerj-diz-que-nao-ha-dialogo-com-a-barbarie-e-faz-acusacao,1696767

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Homem suspeito de estuprar aluna da Universidade Rural é preso


A polícia prendeu um homem suspeito de estuprar uma aluna no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica. Rodrigo Alves Pereira, de 35 anos, abordar e estuprar uma estudante. a vítima que conseguiu escapar acionou guardas da universidade que prendeu o suspeito.

Fonte: http://videos.r7.com/homem-suspeito-de-estuprar-aluna-da-universidade-rural-e-preso/idmedia/5563733f0cf2ce6a9178720d.html