quarta-feira, 6 de abril de 2016

Aluna é estuprada em campus da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)

Acadêmica de 25 anos foi estuprada na manhã desta segunda-feira (4) por um homem identificado pela polícia como Flávio Mauri de Souza, 36 anos. O crime aconteceu no campus da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), na Cidade Universitária.

A mãe da vítima, de 53 anos, esteve na Delegacia de Atendimento à Mulher (Dam), onde relatou que sua filha chegou da faculdade e foi direto para o banho. Em seguida, lavou a calcinha, o que causou estranheza na testemunha.

A estudante passou a conversar com a mãe e disse que uma amiga havia sido estuprada. Desconfiada, a mulher foi até o cesto de roupa e encontrou a blusa da estudante suja e a calça manchada de sangue.

A mãe então retomou a conversa com a jovem que revelou ter sido estuprada por Flávio, com quem teve um breve namoro em 2014. À época, a família não aprovava o relacionamento e a estudante terminou o namoro.

Ainda de acordo com testemunha, a acadêmica sofre de distúrbios neurológicos e faz tratamento médico desde criança. A mulher entregou as roupas da filha na delegacia e momentos depois investigadores da Dam prenderam Flávio em flagrante.

De acordo com informações repassadas pela polícia, Flávio foi autuado por vias de fato violência doméstica em 2007, furto em 2008, roubo majorado pelo emprego de arma em 2011, furto qualificado em 2013 e portar drogas para consumo em setembro e em outubro de 2015.

UNIVERSIDADES

Por meio de nota oficial, UFGD e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) repudiaram o crime. As instituições cederam à polícia imagens do sistema de filmagem e frisaram que para assegurar a integridade dos alunos estão reestruturando a iluminação e implementando plano diretor que prevê reforço na limpeza, manutenção, integração dos espaços e planejamento de segurança.

As universidades garantiram ainda que disponibilizaram acompanhamento psicológico, assistência social, jurídica e de saúde para atender a acadêmica.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/
Enviado por: Mozarte - UFRGS

Após ato contra estupros, UFRRJ assume insegurança e pede desculpa

Mulheres que estudam na Rural, em Seropédica, cobram mais segurança.
Página virtual reúne mais de 600 relatos de abuso sexual no campus.


Depois de ter o prédio ocupado por alunas cobrando providências contra crimes sexuais cometidos contra mulheres em seu campus em Seropédica, na Baixada Fluminense, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) divulgou nota pública reconhecendo falhas na segurança. No comunicado, a instituição ainda pede desculpas pelo “inadequado acompanhamento” de um dos casos de estupro ocorrido em suas dependências.

O protesto, realizado na tarde desta segunda-feira (3), mobilizou dezenas de estudantes, que se vestiram com roupas pretas e usaram batom vermelho simbolizando, respectivamente, o luto e a defesa da liberdade feminina. “Não nos calaremos”, gritavam as estudantes no prédio principal da universidade.

De acordo com uma estudante de história, de 18 anos, a mobilização foi motivada pela condição insegura das alunas da Rural, que convivem com constantes casos de abusos sexuais. Dados oficiais do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP-RJ) apontam que em 2015 foram registrados 28 casos de estupro na 48ª DP (Seropédica). Os dois primeiros meses de 2016 somam dois casos.
Alunas da Rural ocuparam o prédio da Reitoria para cobrar mais segurança para as mulheres que estudam em Seropédica (Foto: Mariana Vieira/Arquivo Pessoal)Alunas da Rural ocuparam o prédio da Reitoria para cobrar mais segurança para as mulheres que estudam em Seropédica (Foto: Mariana Vieira/Arquivo Pessoal)


As estatísticas de março ainda não foram divulgadas pelo ISP, mês em que ocorreu o caso de estupro mais recente e com maior repercussão dentro do campus da Rural.

“Uma menina foi estuprada dentro do campus por um aluno da educação física. Ele foi visto desfilando pela Rural com a calcinha da menina na cabeça, a exibindo como se fosse um troféu. A reitoria fez de tudo para abafar o caso. Foi extremamente grave. A menina abandonou a universidade, voltou para a cidade dela, enquanto o agressor continua caminhando por lá impunemente”, contou a aluna de história.

Na nota pública divulgada pela universidade, horas depois do protesto, a Reitoria afirma que tão logo tomou conhecimento do estupro ocorrido em março, o vice-reitor da instituição, Eduardo Mendes Callado, “prestou todo o apoio necessário à vítima, tendo acompanhado a mesma até a 48ª DP (Seropédica), onde foi feito o Registro de Ocorrência. Ele também a acompanhou ao Instituto Médico-Legal (IML) para a realização de exame de corpo de delito”. Destacou ainda que foi instaurado um Processo Administrativo e Disciplinar para apurar o caso e que a comissão formada para apuração dos fatos “adotará todas as providências previstas no Regimento Geral e no Código Disciplinar desta Universidade, com a aplicação integral das sanções recomendadas”.

Ao relato da aluna, somam-se outros mais de 600, registrados por meio da página “Abusos cotidianos – UFRRJ”, criada no Facebook por uma das muitas vítimas com o objetivo de denunciar a violência sofrida pelas mulheres na universidade. Há relatos de casos ocorridos desde 1970.Rotina de medo
Em um ano de curso, a estudante de história, relata já ter sido vítima de agressão dentro do campus. “Eu fui parada por um cara, puxada pelo braço e quando eu empurrei ele, me puxou, me agarrou. Ele só parou porque um amigo viu e interveio. E isso foi à luz do dia”, contou.
Página no Facebook criada em 2013 reúne relatos de mulheres sobre abusos sexuais sofridos nas dependências do campus em Seropédica. (Foto: Reprodução/Facebook)Página no Facebook criada em 2013 reúne relatos de mulheres sobre abusos sexuais sofridos nas dependências do campus em Seropédica. (Foto: Reprodução/Facebook)


Na nota publicada após o protesto desta terça-feira, a UFRRJ disse reconhecer “que existem problemas de segurança no campus Seropédica” e pediu “apoio de toda a comunidade acadêmica para ajudarmos uns aos outros”. Destacou que “aumento da ocorrência de casos de violência contra a mulher no interior das universidades brasileiras é uma dura realidade” e ressaltou que “devemos considerar as dificuldades e as limitações da nossa realidade institucional” para o atendimento propostas discutidas no Fórum para a Construção de Políticas Institucionais de Acolhimento às Vítimas de Violência Contra a Mulher, realizado entre 7 e 9 de dezembro do ano passado.

No mesmo comunicado, a UFRRJ disse ser “solidária às vítimas” e registrou “um pedido de desculpas em relação a outro caso de violência, ocorrido em 2015, ao inadequado acompanhamento do mesmo”.

“Eles deram uma resposta, finalmente, mas ainda é muito raso. Não é de hoje que cobramos uma solução. A gente briga por mais iluminação, por mais segurança. A gente não tem segurança para andar e as distâncias dentro do campus são muito longas. E não é só dentro do campus não. A maioria de nós, alunas, mora em Seropédica e a gente não sair sozinha, nem para ir ao supermercado de manhã, com medo de assalto e de ser estuprada. É um problema da cidade”, enfatizou uma estudante.

Matéria completa, visite: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/04/apos-ato-contra-estupros-ufrrj-assume-inseguranca-e-pede-desculpa.html 

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/04/apos-ato-contra-estupros-ufrrj-assume-inseguranca-e-pede-desculpa.html

sexta-feira, 4 de março de 2016

SEGURANÇA NA UFBA É REFORÇADA APÓS VÁRIAS RECLAMAÇÕES

A falta de iluminação e a insegurança fazem com que a estudante Mariana Mascarenhas, de 19 anos, entre ligeiro no carro toda vez que suas aulas noturnas do bacharelado interdisciplinar de saúde chegam ao fim no campus de Ondina da Universidade Federal da Bahia.

"Não posso parar, já saio correndo, porque o estacionamento é escuro e a gente fica com medo de assaltos", conta ela, reclamando da livre circulação de não alunos no pavilhão de aulas.

A sensação de medo pela qual Mariana passa atinge também a estudante Stephanie Luyse, 23, do curso de medicina veterinária.

Ela lembra que a reivindicação de segurança pessoal para a comunidade acadêmica é histórica, já que a Ufba só oferece proteção patrimonial em seus campi.

"O que podemos fazer é evitar os locais onde sabemos que não tem iluminação, como a Politécnica, no bairro da Federação e o Instituto de Química, em Ondina", afirma a estudante.

Reforço

Justamente por causa desses relatos, a Reitoria da Ufba informou esta semana a estudantes, funcionários e professores que colocará em prática um conjunto de medidas para reforçar a segurança da comunidade acadêmica. As ações, segundo comunicado da universidade, serão conduzidas por uma força-tarefa da Pró-Reitoria de Administração e da Superintendência de Meio Ambiente e Infraestrutura.

Entre as medidas estão a intensificação das rondas em motocicletas, o reforço e a manutenção da iluminação dos pavilhões e a instalação de guaritas nos campi de Ondina, Canela e São Lázaro. A Ufba solicitou, ainda, o aumento da patrulha da Polícia Militar e da Polícia Civil nas áreas externas da universidade, onde ocorrências de assalto aumentam.

Em nota, a PM informou à equipe de A TARDE que o policiamento da área externa dos campi é realizado pela 11ª CIPM (faculdades de Administração, Direito e Educação) e pelo 18º Batalhão (Faculdade de Medicina e Hospital das Clínicas).

"Com o retorno das aulas, a 11ª CIPM disponibilizou uma viatura para reforçar a segurança nos horários de entrada e saída, enquanto o 18º Batalhão intensificou as rondas no local", diz comunicado do órgão.

A pós-graduanda em ciências sociais Rutte Andrade, 31, afirma que a principal necessidade dos campi é o controle do acesso. Ela considera o local seguro, mas se incomoda com a falta de identificação dos transeuntes nas portarias. "Aqui é tranquilo, já estive à noite, mas não há identificação de quem entra e sai", afirma.

Campus do Canela é considerado problemático

A coordenadora-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Ufba, Lorena Pacheco, afirmou que a intensificação da segurança nos campi é vitória da pressão exercida pelos discentes sobre a atual reitoria.

Ela conta que, em reunião no final do ano passado, a atual gestão do DCE solicitou ao reitor João Carlos Salles a instalação de um novo sistema de iluminação no campus do Canela, considerado um dos mais problemáticos da universidade.

Segundo ela, a sensação de insegurança vem crescendo entre a comunidade acadêmica, “apesar de a proteção dentro dos campi ser maior que no restante da cidade”. “Nós estamos percebendo que esse sentimento vem tomando conta principalmente do entorno, dos pontos de ônibus e outras áreas da Ufba”, afirma.

A líder estudantil defende, ainda, que o apoio das polícias Militar (PM) e Civil seja limitado às áreas externas. Ela lembra que a segurança dos campi de universidades federais são exclusivamente de responsabilidade da União, o que impede a atuação da PM e de policiais civis nos pavilhões.

Sobre o assunto, a assessoria de comunicação da Ufba posicionou-se no mesmo sentido que a representante dos estudantes, defendendo o apoio da PM apenas nas imediações dos campi.

“É importante que isso ocorra, porque os pontos de ônibus e as imediações são os pontos críticos da segurança, onde ocorrem assaltos”, afirmou a universidade em comunicado oficial.

Fonte: http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias/1750304-ufba-reforca-seguranca-nos-seus-campi-apos-reclamacao

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Assaltos, furtos e tentativa de estupro na UFRJ

Mesmo com segurança da PM, de agentes particulares da universidade e instalação de câmeras, índices de crimes não caiu na universidade

O Dia
Rio - Alunos, professores e funcionários da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) têm sofrido com a violência no campus do Fundão, na Ilha do Governador. Com uma área de mais de 4,3 milhões de metros quadrados, resultado do aterro de nove ilhotas da Baía de Guanabara, o Fundão é cercado por vias expressas e comunidades – como a Favela da Maré.

Relatos mostram que a violência no campus cresceu nos últimos meses. De acordo com o estudante de Engenharia de Bioprocessos, Luiz Henrique Costa Rodrigues, de 21 anos, na última terça-feira ele, que estuda durante todo o dia na Escola de Química da UFRJ, voltava para o estacionamento por volta das 21h, quando foi informado por policiais militares que um homem havia arrombado seu carro e levado alguns pertences.

Segundo Luiz Henrique, o crime teria acontecido por voltas das 15h daquele dia. Por sorte, o assaltante foi preso. "É muito comum a gente ficar sabendo de crimes no campus. No mesmo dia que quebraram o meu carro, eu fiquei sabendo que o carro de um outro estudante, do bloco A do Centro de Tecnologia, foi assaltado e levaram o estepe, uma roda e o som", contou.

O jovem afirmou que mesmo com a segurança do local, a ousadia dos bandidos é grande. "Mesmo como os guardas, eles entram e roubam pedestres, motoristas, levam tudo, na cara de pau", finalizou.
Além disso, criminosos estariam fazendo arrastões em ônibus que circulam dentro da universidade.

Na tarde de sexta-feira, uma estudante francesa, que está no país fazendo intercâmbio, contou que foi assaltada e quase estuprada, no estacionamento do Bloco A, da UFRJ. Segundo a mulher, ela caminhava para o local onde seu carro estava estacionado quando um homem a abordou. De acordo com ela, o bandido teria a obrigou entrar no carro. "Ele repetia, perdeu, perdeu. Eu não entendi, já que não sou brasileira. O cara levou a minha bolsa com carteira e todos os meus documentos. Ele só não me estuprou porque vinha um grupo de jovens, e quando eles aproximaram do meu do meu carro e ele saiu correndo assustado", relatou. "Estou muito assustada e com raiva. Não esperava passar por uma decepção, como essa, em meu intercâmbio", contou.

Em 2007 a Divisão de Segurança da UFRJ ganhou um prédio na ilha para identificar e registrar ocorrências e divulgar estatísticas de roubos e assaltos nos campi. Já em 2013, uma estratégia de segurança foi montada pelo 17º BPM (Ilha do Governador) para reduzir problemas de segurança na Cidade Universitária. Uma das ações foi o fechamento do Portão 4, que dá acesso à Linha Vermelha. Na ocasião, foi intensificadas as rondas de guardas de bicicletas, que atuam em área federal — onde a Polícia Militar não pode entrar.

A equipe do DIA percorreu neste domingo todo o Campus do Fundão e encontrou apenas uma viatura com dois policiais militares, estacionada em frente a Ponte do Saber.

O outro lado

A reportagem procurou a reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que em nota afirmou que, 14 funcionários contratados pela Coordenação de Segurança da Prefeitura da UFRJ (Diseg) e outros 844 vigilantes terceirizados fazem a segurança do campus do Fundão durante 24 horas por dia. Segundo a instituição essa vigilância é feita em turnos.

Ainda segundo o órgão, a instituição é monitorada 24 horas por um sistema de câmeras que abrangem 80% do território da Cidade Universitária. Segundo o comunicado, "embora os integrantes da Diseg tenham sido selecionados também para fazer a segurança patrimonial, eles acabaram fazendo também o patrulhamento nas vias de conexão entre os centros acadêmicos". Ainda de acordo com a nota, o objetivo da universidade é ensinar e não fazer a segurança pública. O pronunciamento termina dizendo que "o patrulhamento das vias públicas da Cidade Universitária cabe ao 17º BPM (Ilha do governador) e as investigações sobre crimes são de competência da 37ª DP (Ilha). Furtos de patrimônio são apurados pela Polícia Federal".

A Polícia Militar também foi procurar para informar sobre o patrulhamento que é feito na universidade. Segundo o comando do 17º BPM (Ilha do Governador), agentes fazem diariamente "patrulhamento na Ilha do Fundão com quatro viaturas: uma fechando a Ponte do Saber e outra, no acesso a Linha Amarela". Segundo o comunicado, "a PM também emprega mais duas viaturas atuando diretamente nas manchas criminais". A polícia informou "que o Serviço Reservado do 17º BPM atua no Campus realizando operações de inteligência". A Polícia Militar foi questionada sobre o número de policiais que atuam dentro da instituição, mas limitou-se a dizer que "não divulga número de policiais por uma questão de estratégia". A PM finalizou afirmando que no mês de janeiro registrou, apenas, 12 ocorrências de roubo e duas prisões na Cidade Universitária.

A Polícia Civil, por telefone, informou que não sabe precisar o número de ocorrências registradas -- casos de roubos, assaltos e furtos dentro do campus do Fundão -- , já que as vítimas podem registras os boletins de ocorrência na 37ª DP (Ilha do Governador) ou em 21ª DP (Bonsucesso).

Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2016-02-02/alunos-da-ufrj-relatam-assaltos-furtos-e-tentativa-de-estupro-no-fundao.html

Relatório Final do XXIV Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Educação Básica Técnica e Tecnológica (EBTT)

A violência esta instalada em todas as cidades e em todas as camadas sociais e atingiu um nível insuportável para a população, esta violência entrou também nos campi das universidades federais, temos hoje circulando nos campi em algumas universidades um contingente de pessoas maior que muitas cidades do interior do Brasil e como tem população de cidades tem problemas de cidades também e um dos problemas é a violência contra a comunidade universitária, e com a expansão das academias com cursos a noite estas agressões estão se tornando um dos principais problemas para os administradores, hoje os campi se tornaram verdadeiros comércios a céu aberto, com estabelecimentos que passam de uma simples máquina de Xerox passando por postos de gasolina chegando até á inúmeras agências bancaria, isto atraem pessoas para dentro dos campi para cometer todo tipo de barbárie, são ocorrências contra a comunidade universitária que vão desde roubo de celulares, assaltos à mão armada, sequestros relâmpago, crime sexual, roubo a banco, etc.

Violências estas que a bem pouco tempo não aconteciam dentro dos campi, e tudo isto tem varias causas e uma delas é a falta de concurso que não acontece desde 1994, isso deixou a categoria defasada e com a idade avançada e a terceirização da segurança que devido a sua grande rotatividade causa maior sensação de insegurança.

A Universidade Federal de Minas Gerais foi sede do XXIV Seminário Nacional de segurança das IPES e EBTT, e o SINDIFES sindicato que representa os trabalhadores desta universidade entre outras, foi o patrocinador deste evento, mesmo com a dificuldade do momento, como a greve nacional dos trabalhadores das universidades federais e alguns sindicatos com falta de recursos para enviarem delegados a este evento, o XXIV seminário Nacional de Segurança contou com um publico de: 169 delegados; 43 observadores; 20 convidados e um total de 31 entidades presentes no evento. 

A UFMG foi palco de um dos melhores seminários já acontecidos ao longo destes vinte quatro anos de debates, sobre como realizar segurança de qualidade, em um ambiente acadêmico, os Seminários Nacionais de Segurança vem evoluindo ao longo destes anos, os delegados presentes debateram não só questões como EPI, EPC e também temas como Diretos Humanos, Opressão, Legalidade da Função do Vigilante, entre outros temas pertinentes a função.

No penúltimo dia de seminário aconteceram Mesas de Trabalho, os delegados presentes tiraram muitas propostas sobre o cargo de vigilante, entre as propostas não poderia de deixar de ser concurso público para a vigilância das universidades federais, EPI e EPC para a atuação destes profissionais e um GT Segurança Nacional na sede da federação com a diretoria da FASUBRA para debatermos os Projetos de Lei no Congresso, Lei 11091/05 PCCTAE, EPIS e EPCS do cargo, estas propostas serão entregues para a direção da federação na primeira reunião de direção pós greve.

A sede do XXV Seminário Nacional de Segurança será a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Mozarte Simões da Costa Junior.


XXIV Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Educação Básica Técnica e Tecnológica (EBTT)

CAPÍTULO I
DO SEMINÁRIO

Art. 1º - O XXIV Seminário Nacional de Segurança das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES) e Educação Básica Técnica e Tecnológica (EBTT), será realizado no período de 14 a 18 de setembro de 2015, na cidade de Belo Horizonte, no Auditório da Reitoria na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

CAPÍTULO II
DOS OBJETIVOS

Art. 2º - São objetivos do XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT:

I - contribuir para a organização e fortalecimento dos trabalhadores;

II - discutir e encaminhar os temas das mesas do Seminário: 

a) Direitos Humanos; 

b) Conjuntura Nacional e Internacional; 

c) Atribuições e Legalidade do Cargo de Vigilante;

d) Saúde do Trabalhador e Qualidade de Vida;

e) Combate as Opressões;

f) Reconhecimento de Saberes e Competências;

g) Eleição da Nova Coordenação para o XXV Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT e Escolha da próxima Sede.

CAPÍTULO III
DA PARTICIPAÇÃO

Art. 3º - Participam do XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT todos os trabalhadores do quadro permanente lotados no serviço de segurança e os aposentados (as), desde que sejam eleitos em assembleias ou reunião específica da segurança, na proporção de um delegado para cada cinco vigilantes lotados na Parágrafo Primeiro - As Instituições que tiverem número de Vigilantes inferior a cinco, terão garantido a participação de um (a) delegado (a) e as que tiverem número de vigilantes superior a cinco e menor que 10 (dez) terão direito a mais um (a) delegado (a).

Parágrafo Segundo - Terá direito a votar os Delegados eleitos e pertencentes ao quadro permanente de Vigilantes das IPES e EBTT, reservando à condição de observadores (as) os demais interessados (as), com direito a voz, tanto nos trabalhos de grupo como nas Plenárias. 

Parágrafo Terceiro - Não existe a figura do (a) Delegado (a) “NATO” nos Seminários de Segurança das IPES e EBTT.

Art. 4º - Será exigida no momento do credenciamento a Ata da Assembleia ou Reunião dos Setores de Segurança que teve como ponto de pauta a escolha dos Delegados (as) e Observadores (as).

Art. 5º - O credenciamento dos participantes será realizado a partir das 8 horas do dia 14.09 até as 15 horas do dia 15.09.2015

Art. 6º - Os participantes somente serão credenciados após a comprovação do pagamento da taxa de inscrição:

I - R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) para Delegados (as) e Observadores (as) externos;

II - R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) para Delegados (as) e Observadores (as) internos.

Art. 7º - Somente os Delegados (as) terão direito a voz e voto;

Art. 8º - As votações serão aferidas por contraste, erguendo se o crachá. No caso de dúvidas, será feita a contagem dos votos dos Delegados (as) presentes no Plenário, não podendo haver voto por;

Art. 9º - Somente terão direito a votar na plenária final, assim como ao Certificado, os Delegados (as) que atingirem frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de participação nos trabalhos, sendo que será feita a leitura no início da Plenária Final da frequência individual dos Delegados (as) no Seminário.

CAPÍTULO IV
DOS ORGÃOS DO SEMINÁRIO

Art. 10 - O XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT será composto dos seguintes órgãos: 

I - Comissão Organizadora

II - Comissão Diretora

IV - Pessoal de Apoio

V - Trabalhos de Grupos

CAPÍTULO V
DA COMISSÃO ORGANIZADORA

Art. 11 - A Organização do Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT ficará a cargo da Comissão Local, dos (as) Coordenadores (as) Nacionais e todos os (as) Coordenadores (as) Regionais eleitos no XXIII Seminário Nacional de Segurança das Parágrafo Único - Os (as) Coordenadores (as) Nacionais e Regionais deverão estar na Sede do Seminário no mínimo 02 (Dois) dias antes da realização do mesmo.

Art. 12 - Compete à Comissão Organizadora.

I - Organizar o Seminário;

II - Providenciar a infraestrutura, a recepção e o suporte de material necessário para realização do Seminário; 

III - Receber e processar as inscrições;

IV - Realizar o credenciamento dos participantes; 

V - Divulgar as teses ou documentos que irão subsidiar as discussões dos temas pautados por este regimento;

VI - Elaborar frequência diária dos Delegados (as) e observadora;

VII - Providenciar a distribuição do material no início dos trabalhos;

VIII - Convidar entidades e pessoas físicas para participarem do Seminário como Observador, sem direito a voto;

IX - Providenciar a(s) assessoria(s) que julgar necessária(s);

Art. 13 - Das decisões da Comissão Organizadora caberá recurso.

CAPÍTULO VI
DA COMISSÃO DIRETORA

Art. 14 - Compete à Comissão Diretora:

I - Orientar e Coordenar os trabalhos do Seminário;

II - Implementar a pauta proposto para o Seminário;

III - Encaminhar as votações;

IV - Encaminhar as moções;

V - Sistematizar as propostas dos grupos que irão à plenária;

VI - Dirimir os casos omissos;

VII - Preparar o Relatório Final.

Art. 15 - A Comissão Diretora dos trabalhos do XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT será composta por 10 (dez) Delegados (as) que serão eleitos (as) na Plenária de Abertura.

Parágrafo Único - A Comissão Diretora será composta por 30% de 

Art. 16 - Os Coordenadores Nacionais e Regionais serão eleitos entre os Delegados do XXIV Seminário Nacional, na Plenária Final, com mandato até o XXV Seminário Nacional de segurança das IPES e EBTT, a ser realizado em local a ser escolhido.

Art. 17 - Das decisões da Comissão Diretora caberá recurso ao 

CAPÍTULO VII
DAS PLENÁRIAS

Art. 18 - A Comissão Diretora coordenará os trabalhos da Plenária de Abertura e Final do XXIV Seminário Nacional de Segurança das 

Art. 19 - As Deliberações da Plenária serão por maioria absoluta.

Art. 20 - As inscrições para intervenções dos (as) Delegados (as) nas Plenárias deverão ser feitas com a entrega dos crachás à 

Art. 21 - As inscrições dos (as) oradores encerrar-se-ão ao final da fala do quinto orador (a), sendo que a coordenação da mesa deverá avisar ao plenário que a inscrição se encerrará na fala do quinto orador (a). E ao final da fala a coordenação da mesa deverá ler os nomes dos inscritos.

Parágrafo Único - A coordenação da mesa poderá reabrir nova rodada de inscrição, se julgar necessário, e desde que a Plenária 

Art. 22 - O tempo de intervenção de cada orador (a) será de 03 (três) minutos já contados os possíveis apartes.

CAPÍTULO VII
DOS GRUPOS DE TRABALHO

Art. 23 - Os Grupos de Trabalho serão formados pelos Delegados (as) e Observadores (as) presentes ao XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPES e EBTT, sendo no mínimo 1 de cada instituição em cada grupo, exceto quando a instituição não tiver Delegados (as) suficientes presentes ao Seminário, tomando-se como base a maior Delegação.

Parágrafo Primeiro - Cabe aos Delegados (as) e Observadores (as) discutirem o temário do Seminário, as teses, bem como emendar, modificar ou rejeitar as propostas contidas em documento de apoio que forem apresentas nas discussões dos grupos.

Parágrafo Segundo - Nos grupos será escolhido, entre os Delegados (as), aqueles que irão compor a mesa coordenadora dos trabalhos, sendo 01 (um) presidente (a), 01 (um) secretário (a), 01 

Parágrafo Terceiro - Os Delegados (as) escolhidos para compor a Comissão Diretora, não poderão coordenar os trabalhos de grupo.

Art. 24 - Ao final de cada trabalho dos grupos, os (as) relatores (as) se reunirão a fim de elaborar um relatório único sobre os temas em pauta que será apresentado na plenária final.

Parágrafo Primeiro - Deverá constar no relatório de cada grupo o nome e a assinatura do Presidente (a), Secretário (a) e do Relator (a) que conduziu os trabalhos.

Parágrafo Segundo - As propostas tiradas dos grupos só irão à Plenária, caso atinja, no mínimo 20% dos votos dos presentes no 

Parágrafo Terceiro - Os grupos serão montados pela Comissão Organizadora, conforme estabelecido pelo Art. 23.

Art. 25 - Todos os participantes que desejarem intervir, tanto nos debates, como nos trabalhos de grupo, deverão se inscrever junto à mesa, que será formada no início de cada trabalho e os inscritos serão chamados pela ordem de inscrição. 

CAPITULO VIII
DAS TESES E MOÇÕES

Art. 26 - As teses elaboradas deverão ser entregues à Comissão Organizadora até as 18 horas do dia 14.09.

Art. 27 - As Moções deverão ser encaminhadas por escrito e legíveis à Comissão Diretora até as 18 horas do dia 17.09.

Art. 28 - Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Diretora, cabendo recurso à Plenária, que é o órgão máximo XXIV 

Belo Horizonte, 14 de setembro de 2015.

Plenária de Abertura

Moção de agradecimento

Os vigilantes da UFRN presentes ao XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPE e EBTT, vem através desta tornar publico nosso agradecimento a direção da Associação dos professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (APURN), SINTES/RN, Progesp da UFRN, direção do centro de tecnologia, ao diretor da NUPLAN professor Carlos Bola, CREDSUP, CAURN, TVU, FUNPEC pelas valorosas contribuições dada por estas instituições que proporcionaram a participação da delegação.

A delegação agradece a UFSC e ao SITUFSC pelo apoio.

A delegação da UFPI agradece ao SINDIFES pelo belíssimo seminário, e ao SINTUFPI pelo apoio aos delegados para estarem presentes no evento.

A delegação dos vigilantes agradece a UFU e ao SINTETUFU, que deram apoio a esta delegação para se fizer presente a este evento, e a comissão organizadora do seminário.

A delegação do Ceará agradece ao SINDIFES pelo acolhimento.

O delgado Jurandir Cirilo agradece ao IFPE e ao SINASEFE/PE, pelo apoio dado para que o delegado se fizesse presente no evento.

A delegação do SISTA/MS agradece  a ASSUFMS, SICREDIUNIÂO, Reitoria da UFMS e de forma especial ao nosso sindicato que sem a ajuda destas entidades não seria possível estar presente ao evento.

A delegação da UFPE parabeniza a comissão de organização do XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPE e EBTT  pelo brilhante seminário, e em especial SINTUFEPE, SINDISEPE e a reitoria da UFPE, por apoiarem a delegação, sem eles não seria possível a delegação se fazer presente ao evento.

Moção de Repúdio

A delegação do CEARÁ repudia a atitude de toda a coordenação do SINTUFCE, pela falta de apoio para com esta delegação, mesmo depois da solicitação, a direção negou se a apoiar, a participação da delegação ao evento.

Coordenação eleita para o XXV Seminário Nacional de Segurança das IPES 

Coordenação geral:

Katia UFRJ;
Laercio UFPE;
Farias UFRN;
Denis UFU.
Região Norte:
Ronaldo Frazão UFRA;
Edizio UFAC;
Eljezer UFPA;
Eleud UFAM.

Região Nordeste I:
Teixeira UFPI;
Castro UFC;
Jacinto UFRN;
Gomes UFRN.

Região Nordeste II:
Admilson UFPE;
Elizeu UFPE;
Alda Rosa UFPE.
João de Deus UFPE
Região Centro Oeste:
Figueiredo UFMT;
Itacil UFMS;
Osmar UFG;
Carlos José UFMS.

Região Sudeste I
Edmilson UFU;
Juscelino UFRJ;
Eldecio UFV;
Manoel Patrocínio UFMG.

Região Sudeste II:
Pimentel UFES;
Renato UFRRJ;
Ademir UFSCAR;
Gutemberg UFRJ.

Região Sul:
Everton UFRGS;
Paulo Ricardo UFPEL;
Teles UFSC;
Sandro UFSM.

EBTT SINASEFE:
Sudeste I 
Aliomar da Silva
Tony Medeiros Matinho

Propostas das mesas de trabalho do XXIV Seminário Nacional de Segurança das IPE e EBTT 

Tema Terceirização:

Que os GTs de segurança de cada universidade juntamente com os sindicatos e base, e Institutos Federais, referente ao custo da terceirização fazendo a comparação com os gastos do pessoal do quadro efetivo.  

Que cada delegado no XXIV seminário nacional de segurança das IPES e EBTT ao retornarem as suas bases e se incorporem no processo para mobilizar os demais trabalhadores de suas bases juntamente com os sindicatos FASUBRA, SINASEFE e centrais sindicais solicitando as reitorias a abertura de concurso público para o cargo de vigilantes.   

RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências)

A FASUBRA e o SINASEFE levarem para as bases, realizarem uma discussão mais abrangente sobre a RSC e levar as propostas para a CONIF e ANDIFES.

Que a FASUBRA junto com seu jurídico denuncie junto ao ministério público federal o descumprimento da lei onde terceiriza o cargo de vigilante. 

Criar cartilha informativa e ilustrativa com todos os temas e propostas discutidas no seminário para ser distribuída em todas as IPES e EBTT sendo confeccionadas pelos seus devidos sindicatos. 

Que seja enviado a todos os parlamentares o relatório final sobre nossas reivindicações. 

Que sejam acionados os órgãos competentes para regularização dos equipamentos de combate a incêndio e EPIs, cursos e treinamentos no âmbito das IPES e EBTT.

Que a FASUBRA agende reunião com a ANDIFES e o SINASEFE com o CONIF com a pauta de concurso público e que os sindicatos das bases viabilizem o máximo de vigilantes nestas reuniões.

Fazer levantamento onde se faz necessário o uso de armas letais e não letais, incentivar o uso das mesmas, ressaltando que isto já é uma realidade na Universidade Rural do Rio de Janeiro e Universidade de Santa Catarina. 

Criação de posto de atendimento médico e serviço móvel dentro dos Campis das Universidades durante 24 horas, para atender Servidores, alunos que morarem dentro das Universidades e Colégio. 

Que o relatório final seja encaminhado para Fasubra e SINASEFE que seja cobrado na reunião do GT segurança nacional os encaminhamentos por ela tomado, para debatido o oficio 077/SESU, EPIs e EPCs para o cargo de vigilante.

Que o plenário reafirme o posicionamento contra a EBSERH; 

Defender a luta da FASUBRA e SINASEFE pela data base, aprimoramento da carreira pelo fim da terceirização e abertura de concurso público para todas as classes; 

Apoio ao PL 3722/2012 Deputado Peninha já em fase de relatório;

“Padronizar e alterar nome “vigilante” para “ Agente de Segurança universitário” com base no oficio 077/sesu que autoriza a CNSC alterar/atualizar a lei 11091/05.

04 – MODELO DE SEGURANÇA

Que as IPES e EBTT busquem parcerias/integração/convênios entre outros órgãos de segurança pública (PM, PC, PF, ABIN), respeitada a autonomia universitária.

07- SAÚDE DO TRABALHADOR E QUALIDADE DE VIDA

Cobrar implantação de cursos de preparação para aposentadoria onde não existe (EX UFSC – Aposentação);

Criação de curso de graduação de Gestão de Segurança nas IFES não discriminando as categorias, para que possam ter reconhecimento no IQ e reconhecimento direto para a função.

Plano de ação único para todas as vigilâncias aproveitando como exemplo o plano nacional de segurança da Fasubra para apresentação aos reitores. 

Participação da Segurança nos fóruns, seminários e debates nos DCEs e DAS. 

Propor ao órgão responsável pela capacitação das IPES e EBTT a inclusão da disciplina de direitos humanos que trata da discriminação homofobia e ataque as diferenças. 

PROPOSTA: QUE A FASUBRA SINDICAL ENCAMPE COMO PROJETO DE LUTA A DEFESA DOS PROJETOS EM TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL QUE BENEFICIAM OS TAES, EM ESPECIAL OS VIGILANTES;

TEMA: EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

PROPOSTA: QUE OS SINDICATOS LOCAIS, BEM COMO, A FEDERAÇÃO SOLICITEM AO DSST ESTUDO SOBRE QUAIS OS EPI´S NECESSÁRIOS PARA OS VIGILANTES DAS IFES E EBTT, LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO SUAS ATRIBUIÇÕES E ATIVIDADES ESPECIFICAS EFETUADAS PELA VIGILÂNCIA DE CADA INSTITUIÇÃO.

Relatório final escrito por:

Mozarte Simões da Costa Junior.
Email: mozarte1966@gmail.com

domingo, 24 de janeiro de 2016

Nota de Falecimento

É com grande pesar que comunicamos o falecimento de nosso grande amigo Greque, da Universidade Federal do Rio Grande - RS.

O companheiro Greque foi um grande guerreiro, a primeira viagem do GT Segurança da UFRGS foi para a cidade de Rio Grande a convite do companheiro, ele soube do movimento que começava a ser feito em Porto Alegre a respeito do projeto de risco de vida e convidou o GT Segurança da UFRGS para ir até a FURG.

Os vigilantes da universidade da cidade de Rio Grande organizaram uma paralisação e panfletaram na entrada do campos, nuca tinha visto isto antes, explicamos para eles o que estávamos fazendo e o companheiros abraçou a causa imediatamente, antes de qualquer outro GT ou outro vigilante, foi a primeira adesão ao nosso movimento, mesmo sem provas de que iria dar certo ele entendeu que deveríamos nos unir em torno desta causa e as outras que se sucederam. Nunca fugiu a luta, sempre cobrou que não deviríamos abandonar esta e outras lutas que surgissem.

Foi um dos que me incentivaram a sempre continuar.

Agora que ele se foi tenho certeza que o legado dele não vai sumir, temos que continuar vibrantes e mais unidos ainda, por ele e por todos vigilantes que já se foram.

Temos que manter os vigilantes unidos sempre em torno do nossos propósitos, lutando sempre pela cor da camisa que nos une, que é o nosso fardamento.

Vá em paz meu grande Irmão, Deus sabe o que faz.

RUDNEI GREQUE PRESENTE

Um abraço de um vigilante do sul do pais!
Mozarte Simões - UFRGS

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Policiais à paisana atuarão dentro da Uespi (PI) para coibir assaltos



O comandante geral da Polícia Militar, coronel Carlos Augusto Gomes, informou nesta quinta-feira em entrevista ao Jornal do Piauí, que policiais à paisana poderão atuar dentro da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). A medida visa reduzir a insegurança na instituição. Somente este mês, cinco assaltos a alunos já foram registrados.


"A comunidade universitário pode esperar a presença do comandante, se possível dentro da UESPI, pode haver inclusive policiais à paisana, para não incomodar os alunos. Queremos nos reunir com o Rone, 9º BPM e Batalhão Escolar", declarou. 

Ele destacou ter sido aluno da UESPI e disse que outras ações já haviam sido adotadas. "É preciso deixar claro para a populção que isso incomoda não só o corpo docente, mas todos os órgaos do estado. Já tínhamos determinado há uma semana reforço policial. A presença da PM dentro de uma universidade é complicada, mas vamos estar presentes se for preciso", disse. 

Ele declarou que depois da prisão de uma quadrilha de assaltantes na Universidade Federal do Piauí, os assalto reduziram. Na UESPI, segundo ele, um dos maiores problemas é que há uma facilidade muito grande de entrar no local. 

Quanto ao homem preso na noite de ontem (21) suspeito de assalto, o comandante informou que seu parceiro já foi identificado e no momento a polícia busca saber se há mais pessoas envolvidas nos assaltos. As pessoas localizadas já possuem diversas passagens pela polícia por roubo. 

Reunião com estudantes

Estudantes do curso de bacharelado em Administração foram recebidos na reunião do Conselho Universitário, na manhã desta quinta-feira, 22, no Palácio Pirajá, no campus Poeta Torquato Neto, em Teresina. Durante a reunião os estudantes solicitaram a implantação de medidas para garantir a segurança dos estudantes, professores, funcionários e comunidade que circulam na instituição.

O reitor da UESPI, professor Nouga Cardoso, explicou que já está conversando com as autoridades de segurança pública do Estado, para que sejam tomadas medidas mais eficazes de segurança . “Primeiro nós agradecemos a presença de vocês estudantes aqui, e queremos reafirmar que nós da administração superior da universidade estamos analisando mais maneiras para dirimir esses assaltos. Por exemplo, fizemos a troca da iluminação, solicitamos a limpeza de um terreno próximo à UESPI. Estamos também estudando a possibilidade de colocar catracas nas entradas do campus, entre outras ações.”

Conselho Universitário e Reitor da UESPI durante recepção aos estudantes da instituição que reivindicaram mais segurança

O estudante Cantídio Sousa relatou os anseios e preocupações dos discentes: “O que nós queremos são medidas palpáveis de proteção pela gestão da universidade. O que pode ser feito é que nós alunos podemos cobrar, e sabemos que a UESPI tem recursos limitados. Mas a universidade pode procurar as autoridades do governo para implantar medidas de segurança”.

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) convocará para a próxima semana uma audiência pública com estudantes, professores, funcionários, representantes dos bairros circunvizinhos e também da Secretaria de Segurança Pública e Polícia Militar. O objetivo é abrir a discussão para encontrar soluções para os problemas de segurança que envolvem toda a comunidade universitária.
Fonte: http://cidadeverde.com/noticias/205112/policiais-a-paisana-atuarao-dentro-da-uespi-para-coibir-assaltos