segunda-feira, 16 de maio de 2011

VIGILANTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI ADQUIRE TÍTULO DE DOUTOR

É com grata satisfação que comunicamos que o Vigilante da UFPI, RAIMUNDO JOSÉ DE SOUSA CASTRO (CASTRO), defendeu Tese de Doutorado, na terça-feira, 10/05/2011, OBTENDO ÊXITO EM SUA DEMANDA.

Consideramos isso uma vitória para os quadros da Vigilância e de todos os servidores das IFES e IFETS do Brasil.

Endereço Eletrônico para congratulações ao companheiro:
rjcastro33@hotmail.com.

Esse novo dado,trás uma reflexão oportuna e interessante, o da necessidade de reverem a qualificação atual, pois o máximo na carreira para técnicos de nível "D" é o de MESTRADO.

Uma pergunta que não quer calar:

- Essa história de carreira é por  natureza ou por convenção? Sendo que essa última nos torna históricamente, na linha do tempo, escravos. Escravos pós-modernos e, assim sendo, nos remete a uma universidade presa ao mundo das Trevas (I. M). O fato de não sermos doutores enquanto reconhecimento formal e financeiro dentro das IFES e IFETS nos estratifica no mundo dos SEM - sem mobilidade social e sem liberdade, mas com limites dos gestores. Kkkkkk, bem, isso é coisa ou status dos Senhores.

Portanto, minha crítica é que essa pós-modernidade não existe, e sim um puro conceito, conceito de coisas metafísicas, que o mundo  do capital, dos Senhores, nos obrigam a engulir, a chamada hierarquia do trabalho, do financeiro. Nos obrigando a reconhecer que nenhuma sigla ou conceito reverteu até agora o verdadeiro sentido e significado ampliado dos direitos humanos no mundo do trabalho, enquanto direito nosso e dever do Estado.

Essa mesma pós nos coloca em ambiente impróprio para a saúde, SEM vigilância sanitária e SEM o reconhecimento que isso tudo vai ao encontro da nossa baixa qualidade de vida, rasgando definitivamente a nossa Constituição Cidadã de 88.

Por essas e outras temos que ressaltar a reclassificação de cargos e salários já.

Uma boa luta aos que tem coragem de lutar.

Por: Gustavo Alves de Araújo (UFPI)

domingo, 15 de maio de 2011

O JAPÃO DESARMADO A HISTÓRIA QUE SE ESCONDE

Bene Barbosa*

O JAPÃO DESARMADO – UM FALSO EXEMPLO DE SUCESSO CONTRA A CRIMINALIDADE

Um dos exemplos mais utilizados para se propalar a falsa vantagem do desarmamento civil, é o Japão. As armas são praticamente proibidas ao cidadão e há um número extremamente baixo de homicídios. O que nunca é explicado é por que as armas são proibidas na Terra do Sol Nascente há séculos.

A arma de fogo foi introduzida no Japão em 1543 pelos portugueses, mais precisamente na ilha de Tanegashima. Elas despertaram grande interesse dos senhores feudais que quase imediatamente começaram a utilizá-las em seus exércitos. Em 30 anos, estavam plenamente difundidas por todo o Japão, sendo inclusive fabricadas localmente e largamente difundidas entre os camponeses. Em pouco tempo, o Japão possuía mais armas de fogo que qualquer outro país do mundo.

O desarmamento, ou mais precisamente a proibição que camponeses possuísse armas, ocorre durante o período de Azuchi-Momoyama (1576-1615), por ordem de seu mais fiel vassalo, Toyotomi Hideyoshi que acabara de unificar o Japão e centralizar o poder. Ele convenceu os camponeses que as armas deveriam ser entregues para que se construísse uma gigantesca imagem de Buda. Praticamente sem resistência, a população obedeceu e entregou seu armamento, colocando-se assim, definitivamente sob o jugo de seus senhores.

Havia criminalidade? Homicídios? Não, claro que não. A decisão foi puramente estratégica, pois não eram raros os levantes populares contra senhores feudais. Tais levantes, antes do acesso às armas de fogo, eram facilmente esmagados pelos samurais. Isso mudava rapidamente quando os camponeses começaram a perceber que uma arma de fogo o colocava em vantagem contra o mais bem treinado dos samurais.

Um samurai levava anos para receber o treinamento adequado, enquanto um camponês poderia manejar, com certa destreza, uma arma de fogo em poucos dias. A arma de fogo trazia, assim, treinamento muito mais fácil e rápido, além de ser muito superior às armas brancas e armaduras. Os senhores feudais perceberam o risco que corriam com a população armada e pronta para lutar. Desarmar era preciso para perpetuar o poder em suas mãos.

Surge, então, a primeira utilização conhecida e documentada do desarmamento como arma de controle social, mas essa não seria a última vez que o desarmamento da população seria usada por governos tirânicos, com resultados catastróficos aos cidadãos. Entre os exemplos mais modernos, temos como o mais contundente, e cruel o desarmamento dos judeus na Alemanha de Hitler. Mas esta macabra história, deixaremos para outro artigo.

*Bene Barbosa - Presidento do Movimento Viva Brasil.

Autorizada publicação e distribuição desde que em sua íntegra e com os devidos créditos.
Fonte: (http://www.mvb.org.br/noticias/index.php?&action=showClip&clip12_cod=1452 >) Acesso em: 15/05/2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Samuel Barreto lamenta situação dos vigilantes da rede pública estadual de Sergipe

O movimento dos vigilantes, da rede estadual de ensino de Sergipe, por melhores salários e ajuste da carga horária ganhou o apoio do deputado estadual Samuel Barreto. Para o parlamentar, o governo estadual tem o dever de regularizar a situação dos profissionais que se organizam e pedem o apoio dos parlamentares.

 “Há vigilantes que trabalham cento e cinquenta horas, cento e oitenta horas, há casos de vigilantes que ganham o dobro do colega que trabalha em outro colégio”, observou o deputado, lembrando que o momento atual é de discutir também a violência nas escolas. “Vamos tratar do assunto numa sessão conjunta das comissões de Educação e de Segurança Pública”.

O parlamentar lamentou a situação em que se encontra os vigilantes e disse que a categoria, que dá o primeiro combate à violência que assusta as escolas, precisam de atenção. “É uma categoria maltratada, não tem isonomia salarial. A deputada Ana Lucia vai tratar do assunto com o secretário de Educação (Belivaldo Chagas)”, avisou.

Segundo Samuel Barreto, não se resolverá o problema da violência nas escolas sem resolver o problema dos vigilantes, que precisam receber cursos de capacitação e ter a carga horária e os salários resolvidos. O deputado deixou a sessão e foi acompanhar o movimento dos servidores do Detran, que estão em greve.

Agência Alese

terça-feira, 10 de maio de 2011

Acusado de tentar matar ex em universidade é julgado em BH

Homem teria disparado cinco tiros contra a ex-namorada. Tentativa de assassinato aconteceu em 2008,em Belo Horizonte.


Está sendo julgado nesta terça-feira (10), em Belo Horizonte, o promotor de eventos acusado de tentar matar a ex-namorada dentro de uma universidade em 2008. Segundo a polícia, ele teria disparado cinco tiros contra a vítima. A primeira testemunha a ser ouvida foi a ex-namorada do réu.
A vítima foi interrogada pelo promotor e pelo advogado do réu por cerca de 25 minutos. Ela teria afirmado que se relacionou com o acusado por dois anos e que, no dia do crime, ele já teria chegado tirando a arma do bolso.
Em seguida, uma testemunha, amiga da vítima, foi ouvida. De acordo com a assessoria do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, onze pessoas seriam ouvidas nesta terça-feira (10), mas apenas outra testemunha foi ouvida e o resto foi dispensado pela defesa e acusação, passando direto para o depoimento do réu.
O acusado teria informado ao juiz que comprou a arma do crime de um desconhecido. Ele não tinha o porte e nem o registro da arma. Ainda segundo o réu, ele não sabia o que estava fazendo no moemento dos disparos e o motivo seria o ciúme da ex-namorada.
O primeiro julgamento do caso, que seria realizado em fevereiro deste ano, foi adiado a pedido da defesa do réu.

Entenda o caso
Em abril de 2008, o promotor de eventos de 31 anos, inconformado com o fim do namoro teria feito cinco disparos contra a ex-namorada, de 21 anos. Ela estava dentro de uma universidade, na Região Oeste da capital mineira. Três tiros acertaram a estudante. Ele foi preso dias depois e confessou o crime.

Em maio de 2009, o promotor de eventos foi solto. Conforme o habeas corpus, o rapaz estava empregado, tinha residência fixa e não oferecia mais risco por se portar de forma normal. Ele aguardava o julgamento em liberdade. A ex-namorada vive em outro estado.
Fonte: G1 Minas Gerais

Encontro dos vigilantes da UFPE e UFRPE com o Sen. Armando Monteiro

Caros amigos,

            Fomos comunicados na sexta-feira, pela CUT - PE, que a reunião com o Senador Armando Monteiro (PTB), relator da PLS 179, na C.A.S.,seria na segunda-feira, 09/05/11, às 15h na sede da CUT e que nessa reunião, iria se tratar do programa político defendido pela central e também da PLS, que ora se encontra com o senador para relatória. Assim aconteceu e devido ao curto tempo do aviso até a reunião, não podemos comunicar a todos com antecedência.

Participamos de toda reunião, a pedido do Presidente da CUT e do Senador, no final, com a presença do Senador e sua assessoria, o Presidente da CUT-PE, Sérgio Goiana e da nossa representação que foi de Laércio, Davi, Cláudia, Zamboni, Ednaldo Félix e Wanderley (UFPE) e Adilson (UFRPE), fizemos a apresentação do projeto ao Senador, dizendo que em outros poderes esse adicional já existe, mostramos a impotância do nosso trabalho em defesa da segurança física e humana da comunidade universitária, destacando o nosso papel na garantia do ensino, da pesquisa e da extensão.

Por fim,entregamos a ele o texto inicial do projeto do Senador Zambiasi, o relatório na C.E., do Senador Romeu Tuma e na CCJ, do Senador Valter Pereira, ambos com aprovação nas comissões.

O Senador destacou que os Senadores Zambiasi e Tuma, são do seu partido, quis saber do impacto com relação ao número de vigilantes que esse projeto iria atingir, disse que passaria imediatamente aos seus assessores e que teria o imenso prazer de receber em Brasília, um delegação de vigilantes de todo País.



 
Ficando assim definido:
1º _ O Senador no primeiro momento não emitiu a sua opinião, prometeu repassar os relatórios da CE e da CCJ, imediatamente a sua assessoria para uma análise e pediu o nosso contato.
 
2º _ A audiência em Brasília, é de iniciativa do companheiro da UNB Mário Fraga, que entrou em contato com o gabinete do Senador e eles ficaram de agendar, foi isso que eu falei para o Senador e ele disse que teria o imenso prazer de receber a comissão. Mário, ligou pra mim e para Mozarte, avisando da audiência e dissemos para ele que se fosse durante uma reunião do GT ou dos Coordenadores, seria mais interessante, já que estava previsto uma reunião agora em maio.
É ISSO AMIGOS, NÓS AQUI DA UFPE E DA UFRPE, ESPERAMOS TER DADO A NOSSA COLABORAÇÃO E ACREDITAMOS QUE APESAR DA DEMORA, TEREMOS SUCESSO !

Enviado por: Marcos Wanderley - UFPE