quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Crime na UFPI

NO ÚLTIMO 26/01/2011 (QUINTA) OCORREU UM CRIME NO CAMPUS DA UFPI, NA CIDADE DE TERESINA; ONDE O VIGILANTE DA EMPRESA PIV-SEG ASSASSINOU COM 05 TIROS, O SEU FISCAL. O FATO OCORREU POR VOLTA DAS 20h3min. 

O fiscal de segurança Cxxxx Axxx Xxx, 31 anos, foi morto a tiros dentro da Universidade Federal do Piauí (UFPI), no início da noite desta quinta-feira (26). O acusado do crime é o vigilante Exxx Axxx de Xxxx, 32 anos, que trabalhava com a vítima em uma empresa terceirizada que presta serviço de vigilância à UFPI. Segundo a polícia, o vigilante já havia sido advertido pelo fiscal por questões relacionadas ao trabalho.

A polícia informou também que antes dos disparos, vítima e acusado teriam discutido e a principal suspeita é de que o crime tenha sido cometido por vingança.

Após disparar quatro tiros contra o fiscal, o acusado teria se dirigido a um dos quiosques da Universidade e pedido para chamar uma ambulância. O vigilante se encontra foragido. 

Enviado por: Gustavo Alves

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Servidor deve entrar na Justiça para reaver valores

Cristiane Bonfanti
Blog do Servidor - 27/01/2012

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) orientou os servidores de sua base a entrar na Justiça com ações coletivas a fim de resgatar os valores descontados indevidamente de seus salários a título de contribuição previdenciária desde 2004, quando a Lei n.º 10.887, que trata da contribuição do Plano de Seguridade do Servidor Público, foi publicada. 

Em dezembro, o governo publicou a Medida Provisória n.º 556/11 e excluiu da contribuição previdenciária adicionais como férias, adicional noturno e assistência à saúde suplementar, entre outros. O entendimento é de que, antes de 2004, a legislação estipulava que a aposentadoria do servidor levava em conta a remuneração paga "no cargo efetivo" (ou seja, excluía os adicionais). Dessa forma, a contribuição do servidor não pode incidir sobre parcelas não computadas para o cálculo do benefício. 

A Condsef explica que, com a medida provisória, a partir de agora, não haverá novos descontos. Mas, se quiser reaver os valores já debitados, o servidor deverá entrar na Justiça. Para a confederação, antes disso, no entanto, os trabalhadores devem buscar informações nas assessorias jurídicas dos sindicatos.

Ação referente a contribuição previdenciária


Em dezembro de 2011 o governo editou uma medida provisório estabelecendo que não seria mais cobrada a contribuição previdenciária (PSS) sobre hora extra, adicional noturno, abono de permanência e adicional de férias, todavia, até dezembro do ano passado o referido tributo foi cobrado indevidamente de todos os servidores públicos federais.

Diante disso vários servidores têm ingressado na justiça tentando reaver esses valores. O judiciário tem se mostrado favorável aos servidores, de modo que eles têm conseguido reaver esse dinheiro, com juros e correção monetária.

Caso tenham interesse em ingressar com essa demanda, os associados de sindicatos e associações poderão ingressar gratuitamente pela assessoria jurídica de suas entidades, para tanto, necessário se faz o encaminhamento de cópia do RG, CPF, comprovante de residência e de algum contracheque relativo ao mês em que o servidor tirou férias.



Enviado por: Antonio Santana / IF Sertão Pernambucano - Campus Petrolina

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Vigilantes da USP reclamam mais uma vez de atrasos no pagamento

Trabalhadores não receberam as folgas trabalhadas relativas a dezembro. Problema já ocorreu em agosto e terceirizada teve contrato rescindido.

Os vigilantes que trabalham no campus da Escola Superior Luiz de Queiroz (Esalq), a USP de Piracicaba, no interior de São Paulo, estão com o pagamento atrasado pela segunda vez em cinco meses. Agora são as folgas trabalhadas e os vales-refeição relativos ao mês de dezembro, que não chegaram em dia na conta dos trabalhadores. 

“Nós poderíamos folgar, mas resolvemos vir trabalhar para ganhar um extra. Aí não recebemos esse dinheiro, fica complicado”, explica um funcionário que não quis se identificar. O salário que seria de R$ 1,2 mil chegou à conta com R$ 650. “Eles disseram que iam pagar no começo do mês, depois passou para sexta-feira (13) e nada”, completa.

Em agosto do ano passado, 240 trabalhadores ficaram sem receber os salários integrais. Por conta disso, a empresa Vise, então responsável pelo serviço, teve o contrato rescindido. No lugar, assumiu a Albatroz, no começo de outubro.

“Eu entrei na empresa logo no começo e agora já está dando problema novamente. A maioria dos vigilantes não receberam o vale refeição que disseram que temos direito. Eu trabalhei oito vezes nas minhas folgas e não recebi nenhuma. Assim fica difícil para pagar as contas do mês”, afirma outro funcionário que também não quis ter o nome revelado.

Respostas

A empresa Albatroz assumiu a culpa dos atrasos. Segundo o coordenador da empresa, Laércio Rodrigues, o problema se deu por um erro de um inspetor interno que não passou o valor correto para a Matriz repassar para os funcionários.

“Nós temos mais de 8 mil vigilantes e nunca tivemos problemas com salários. Foi uma falha individual que já está sendo sanada. Se não nos comunicarem o valor certo, não temos como saber. Mas isso já está sendo resolvido e até sexta-feira (20) tudo estará quitado”, explica.

A Coordenadoria do Campus da Esalq informou que está sabendo das reclamações por meio dos funcionários e que as irregularidades passadas estão sendo apuradas internamente.

Fonte: 18/01/2012 - EPTV.com - Nikolas Capp

Vigilante terceirizado da UNIVASF é alvejado por tiros e tem sua arma roubada

O vigilante Juracy da Silva Ramos (empresa de segurança privada) foi alvejado por tiros em pleno campus da Univesidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Centro de Petrolina.

O fato ocorreu por volta das 23h de ontem (19).De acordo com a polícia, dois homens ainda não identificados supreenderam Juracy e o colega, que estavam de plantão na vigilância e faziam a ronda entre os prédios da universidade.

Os criminosos desarmaram os vigilantes, dispararam seis tiros e fugiram em um Fiat Uno. Juracy foi levado para o Hospital de Urgências e Traumas (HUT), mas não corre risco de morte.

A polícia está investigando o caso.

Enviado por: Antonio Santana - IF Sertão Pernambucano

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

MAIS UM CASO DE VIGILANTES TERCEIRIZADOS QUE FICAM SEM RECEBER SALÁRIOS

Funcionários terceirizados que trabalham para a Secretaria de Saúde de Bauru-SP, podem fazer greve para ter pagamento
AGÊNCIA BOM DIA

Os vigilantes que trabalham nas UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) e nos Pronto-Socorros de Bauru estão ameaçando em greve. Isso porque, mais uma vez, a empresa responsável pelo setor não repassou os pagamentos.

Não é a primeira vez que o problema envolvendo a Portal Serviço de Vigilância acontece em Bauru. A empresa de Botucatu é responsável pela segurança dos locais.

Segundo informações da CUT (Central Única dos Trabalhadores) já está agendada uma reunião com o Ministério do Trabalho na segunda-feira e nesta sexta-feira (13), a UPA Mary Dota teria funcionado sem segurança durante parte do dia.

“Desde que a gente está trabalhando com essa empresa, em outubro, que estamos com problemas no salário”, disse um dos vigias que conversou com o BOM DIA.

Os funcionários não sabem ainda quando o salário vai cair, nem quando entrariam em greve. O medo de represálias limita as informações.

A empresa /O advogado da empresa, Mario José Neto, confirmou que os pagamentos estão mesmo atrasados, mas afirmou que a situação já está sendo regularizada.

Segundo ele, o atraso aconteceu por falta de repasse de alguns clientes da empresa. A Prefeitura de Bauru não está entre os clientes que teriam atrasados os repasses, mas mesmo assim foi prejudicada pela falta de pagamento.

Ele não disse, porém, o motivo de esses funcionários que trabalham com o Executivo terem ficado sem salário se a administração realizou os repasses normalmente. 

O advogado garantiu que os pagamentos serão realizados entre segunda e terça-feira da semana que vem.

Procurada, a prefeitura disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não pode intervir no caso. “A Secretaria Municipal da Saúde informa que o contrato com a empresa Portal P Serviço de Vigilância LTDA-EPP está em dia e não há como intervir na questão trabalhista”, informou a nota enviada ao BOM DIA. 

A guarda armada da empresa de Botucatu trabalha nos prédios da Saúde em turnos de 12 horas.

Ao todo, são quatro profissionais revezando em cada uma das unidades, entre UPAs e Pronto Socorro Central.

Prédios da Secretaria da Administração e da Secretaria da Educação já contam com esse serviço de guarda.

O valor total do contrato é de R$ 603,5 mil.

PARECER DO PROFESSOR HERMANO, ASSESSOR DA DEPUTADA FEDERAL ANDRÉIA ZITO

ESTUDO DO PROFESSOR HERMANO TAVARES SOBRE A NÃO EXTINÇÃO DO CARGO DE VIGILANTE DAS IFES E IFETS
A lei nº 9.632, de 07 de maio de 1998, dispôs sobre a extinção de cargos no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e da outras providencias. o seu art. 1º, assim preconizou:- "os cargos vagos integrantes da estrutura dos órgãos e entidades relacionados no anexo i desta medida provisório ficam extintos, e os cargos ocupados, constantes do anexo II,passam a integrar quadro em extinção.a vista do exposto, em 1998, nas instituições federais de ensino, no tocante aos cargos técnico-administrativo estava vigente o PUCRCE de que trata a lei nº 7.596/1987; e em sendo assim, a partir da data da vigência da lei nº 9.632, nas IFES o cargo de vigilante, entre outros, foi extinto e aqueles com respectivos ficaram para ser extintos quando da ocorrência da sua vacância, nos termos do art. 33 da lei nº 8.112, de 1990, assegurando-se a seus ocupantes todos os direitos e vantagens estabelecidos, inclusive promoção. há de se ressaltar que a extinção de cargos em relação as instituições Federais de Ensino aconteceu no plano único de classificação e retribuição de cargo e emprego - PUCRCE, vigente até 12 de janeiro de 2005.2) Em 13 de janeiro de 2005, foi publicado no diário oficial da união, a lei nº 11.091, que dispôs sobre a estrutura do plano de carreira dos cargos técnico-administrativos em educação, no âmbito das instituições federais de ensino vinculadas ao Ministério da Educação, e deu outras providências.
O seu art.1º, assim preconizou:-" fica estruturado o plano de carreira dos técnicos administrativos em educação e de técnico-marítimos de que trata a lei nº 7.596, de 10 de abril de 1987, e pelos cargos referido no § 5º art. 15 desta lei. § 1º os cargos a que se refere o caput deste artigo, vagos e ocupados, integram o quadro de pessoal das instituições federais de ensino."
Ocorre que, de acordo com o disposto no caput deste artigo, no início da vigência desta lei, as instituições não eram detentoras de cargos vagos de vigilante, pois por ter acontecido a extinção no PUCRCE, no advento desta nova lei, somente os cargos de vigilantes ocupados é que passaram a integrar o quadro de pessoal da IFES, a partir de 13 de janeiro 2005. basta observar que, o anexo II da lei 11.091/2005, que trata da distribuição dos cargos integrantes do PCCTAE, por nível e requisitos para ingresso, no nível "D" esta relacionado o cargo "vigilante", com requisitos para o ingresso, relativamente a escolaridade, de fundamental completo e curso de formação e experiência de 12 meses..
Portanto, à vista do exposto, só se pode exarar o entendimento que, no PCCTAE de que trata a lei nº 11.091/2005, esta previsto o cargo de vigilante. a lei nº 9.632, de 07 de maio de 1998 que dispôs sobre a extinção de cargos públicos, em relação as instituições federais de ensino, assim procedeu diretamente no PUCRCE de que trata a lei nº 7.596/87, pois não poderia ser no PCCTAE criado a partir de 13 de janeiro 2005.o cargo de vigilante, no PCCTAE não é extinto, e sim, com um numero de cargos no quadro de pessoal das instituições federais de ensino, insuficiente para as necessidades laborais. Portanto, objetivando desse modo o poder se pensar em reivindicação de criação de cargos públicos de vigilante para as IFES, visando desse modo zerar o seu déficit operacional. Concurso Público já!
Este é o entendimento que encaminho para apreciação e discussão, em, 02 de agosto 2010.

Professor Hermano Tavares
Assessor Especial do Decanato de Assuntos Administrativos da UFRRJ
CHEFE DO GABINETE DA DEPUTADA FEDERAL ANDRÉIA ZITO