sexta-feira, 15 de setembro de 2017

UFCG adota novas medidas de segurança no campus de Campina Grande


Instituição mudou horário de abertura de portões e veículos vão ser cadastrados.


UFCG inicia mudanças do esquema de segurança no Campus de Campina Grande

Novas medidas de segurança começaram a valer na segunda-feira (7) no campus I da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande. O objetivo é diminuir o número de assaltos a estudantes, professores e funcionários do local.

A partir de agora os portões secundários serão fechados sempre às 19h30, permanecendo aberto apenas o portão principal da universidade. Os veículos dos servidores, docentes e funcionários da instituição vão passar por um recadastramento que resultará na adoção de medidas regulatórias de acesso ao campus.

Além disso ainda foram anunciadas na própria segunda-feira medidas também para melhorar o trânsito dentro do campus. A prefeitura da UFCG vai aplicar uma multa moral, utilizando adesivos e talonário educativo para quem estacionar o veículo em locais proibidos.

Fonte: Por G1 PB - 08/08/2017
Enviado por: Mozarte - UFRGS

Campus de Goiabeiras da Ufes passa a ter rondas da Polícia Militar, em Vitória

O pedido foi feito após o número de crimes crescer no local, como roubos e tentativas de estupro. Em horários de pico, como o período noturno, entre 18h30 e 23h30, as rondas serão intensificadas.

Fonte: G1 ES
20/08/2017

O campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória, começou a ter rondas da Polícia Militar nesta sexta-feira (18). O pedido foi feito após o número de crimes crescer no local, como roubos e tentativas de estupro.

O prefeito universitário Renato Schwab informou que as rondas serão diárias e circularão pelo anel viário do campus de Goiabeiras, além de fazer pontos de parada e observação em locais indicados pela Ufes.

“A nossa vigilância já identificou lugares onde geralmente há mais ocorrências como a área da caixa d’água e o entorno do manguezal”, explicou.

Segundo o prefeito, em horários de pico, como o período noturno, entre 18h30 e 23h30, as rondas serão intensificadas. A proposta é de que a iniciativa se estenda também para os campi de Maruípe, também em Vitória, e de Alegre, no Sul do estado. No campus de São Mateus, no Norte, essa parceria com a PM já acontece.

Além das rondas, as ações de segurança nos campi da Ufes também devem ser ampliadas por meio de outras parcerias entre a universidade e o governo do estado.

O reitor Reinaldo Centoducatte explicou que os campi da universidade têm sido alvo de criminosos. Segundo ele, a Administração Central tem recebido inúmeras demandas relacionadas à segurança, de professores, técnicos-administrativos e estudantes, e que por isso foi constituída a Comissão de Segurança da Ufes.

O reitor salientou que o serviço de vigilância própria e terceirizada da universidade necessita do suporte da PM, na medida em que as ocorrências no interior e no entorno dos campi têm aumentado na mesma proporção de outras regiões do estado.

Outras universidades federais também mantêm parcerias com as polícias militares dos respectivos estados. “O objetivo é proporcionar um ambiente mais seguro nos quatro campi da Universidade”, concluiu o reitor.

Enviado por: Mozarte - UFRGS

Estudantes denunciam crimes no campus Pampulha da UFMG e convocam reuniões



Alunos do campus Pampulha divulgam informações sobre assaltos nas redes sociais. DCE quer se reunir com o reitor. Estudantes também vão promover assembleias. PM confirma que um carro foi roubado dia 23 de agosto de 2017.

Falando sobre os crimes. PM pede que vítimas registrem boletins de ocorrência

24/08/2017

Nos últimos dias, estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vêm relatando uma série de furtos e assaltos no câmpus Pampulha. O caso de maior repercussão foi registrado em 8 de agosto, quando passageiros do ônibus interno que circula na unidade foram assaltados por três adolescentes, apreendidos pela Polícia Militar (PM) no Bairro São Luiz. Diante da situação, representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) informaram que pretendem se reunir com a reitoria da universidade nesta quinta-feira para discutir medidas para conter a situação. No entanto, a instituição ainda não confirmou o encontro. 

Na madrugada de quarta-feira, estudantes usaram grupos nas redes sociais para falar de um assalto a pedestres que estavam em um ponto de ônibus em frente ao Instituto de Ciências Biológicas (ICB). A postagem mostrava uma mensagem no WhatsApp falando sobre cinco homens armados envolvidos em um arrastão. Ontem, a Polícia Militar (PM) informou que não havia registro desta ocorrência no campus. 

Os relatos continuaram. Desta vez, conforme os alunos, pelo menos dois carros e uma motocicleta teriam sido levados. Na noite passada, o DCE divulgou um comunicado alertando sobre o “surto de violência, assaltos e roubos” na universidade. “Hoje recebemos mais três relatos de casos gravíssimos: dois roubos de carros e um de roubo de moto dentro no campus. Esses três casos se somam a outras situações de roubo e violência que aconteceram nos últimos dias”, diz o texto. 

O Diretório informa que tem cobrado da reitoria medidas em relação aos crimes e informa que há uma reunião marcada para falar da situação no câmpus. “Assim que tivermos algum encaminhamento da administração da UFMG teremos maior lucidez para proceder quanto a questão de segurança na universidade. É urgente que nós comecemos a tomar medidas para trazer segurança ao campus Pampulha e toda sua comunidade que aqui transita”, informa o grupo.

Enviado por: Mozarte - UFRGS


UFJF cria fórum para discutir questões de segurança dentro do campus

Polícia Militar registrou 30 ocorrências de crimes internos de janeiro a julho de 2017.
23/08/2017

Campus da UFJF conta com sistema de câmeras de vigilância

Diante de ocorrências de crimes ocorridos dentro do campus, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) decidiu implementar o Fórum Permanente de Segurança. O objetivo é discutir questões para garantir a segurança das pessoas que passam pelo local e também de alunos e professores da instituição.

Segundo levantamento feito pela Polícia Militar (PM), de janeiro a julho de 2017 foram registradas 30 ocorrências dentro da universidade, sendo que 12 delas são referentes a furtos, oito são acidentes de trânsito e quatro roubos. Além destes crimes, também há registros de infrações contra a dignidade sexual, pichação e apropriação indébita.

Os dados registrados pela equipe de segurança da UFJF desde o início de 2017 até 23 agosto apontam para 22 registros de furto consumado, outras duas tentativas e oito suspeitas. A equipe foi solicitada também para anteder a 55 acidentes de trânsito, 595 solicitações de portas destrancadas e 19 locais sem iluminação, fatores que contribuem para garantir a segurança das pessoas e do patrimônio.


UFJF usa carrinhos elétricos para segurança interna (Foto: Reprodução/TV Integração)

Para o pró-reitor de Infraestrutura e Gestão, Marcos Tanure, que é também o responsável por presidir o Fórum, o projeto pretende contar com a participação ampla de alunos e outros grupos que frequentam a instituição. “O Fórum é um espaço pautado em dimensões institucionais e democráticas, com a participação da comunidade acadêmica”, explicou.

As reuniões serão mensais e contarão com representantes do setor de segurança, dos docentes e dos técnico-administrativos da UFJF, além do Diretório Central dos Estudantes (DCE), do Conselho Setorial de Graduação (Congrad), de Centros e Diretórios Acadêmicos (Concada) e do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino no Município de Juiz de Fora (Sintufejuf).

O presidente do DCE, Arthur Avelar, destacou a confiança no diálogo como contribuição para um avanço nas questões de segurança da instituição e lembrou que a proposta do Fórum foi uma das iniciativas de uma ocupação à Reitoria em 2015.

Tanure também revelou que, atualmente, a universidade conta com diversos sistemas de segurança, como vigilantes permanentes e terceirizados, porteiros e monitoramentos das ocorrências.
Algumas ações que podem ser desenvolvidas pelo Fórum:

· Colaboração na definição das diretrizes estratégicas da segurança na UFJF;

· Incentivo de ações de segurança na universidade, em respeito à diversidade e aos direitos humanos;

· Sugestão de boas práticas na condução da segurança no campus;

· indicação e sugestão de programas de capacitação para servidores, discentes e terceirizados em temas relacionados à segurança;

· Fomento de estudos e pesquisas sobre a segurança na UFJF;

· Promoção de seminários e campanhas de opinião pública sobre a UFJF.

Fonte: G1 Zona da Mata

Enviado por: Mozarte - UFRGS

PM promete reforçar patrulhamento no campus da UFMG após denúncias de violência

Segurança foi discutida em reunião entre representantes da reitoria e da PM. No caso mais recente, bandidos armados roubaram um carro.


Representantes da UFMG e da PM discutem segurança no campus Pampulha

A Polícia Militar (PM) prometeu nesta sexta-feira (25) reforçar o patrulhamento no campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) no período noturno. Representantes da universidade da PM se reuniram para discutir a segurança no campus da Pampulha, em Belo Horizonte.

A PM afirma que as ocorrências registradas estão dentro da média e que, desde o início do ano, faz um patrulhamento no campus. “Nós temos equipes que acompanham entrada e saída de estudantes. Nós vamos reforçar esse policiamento. Nós já temos equipes que fazem patrulhamento ostensivo no interior da UFMG. Nós vamos reforçar esse patrulhamento principalmente no turno da noite, período mais crítico, das 18h ás 22h30”, afirmou o Major Fábio Almeida, comandante da 17ª Companhia.

Estudantes reclamam de violência. No caso mais recente, bandidos armados roubaram um carro. Cinquenta mil pessoas circulam por dia no campus. O movimento e estrutura são de uma cidade: ônibus, carros, câmeras de segurança, vigilantes. Mas a insegurança na UFMG aumentou nos últimos dias. E os alunos ficaram mais cautelosos.

A polícia diz que registrou três ocorrências no campus neste mês. No dia 8, houve um arrastão em um ônibus interno, quando adolescentes chegaram a roubar celulares e dinheiro dos passageiros, mas foram apreendidos logo depois. Na semana passada, a vítima de roubo foi um homem que estava em um ponto de ônibus. E nesta quarta-feira (23) à noite aconteceu o roubo do carro: bandidos armados surpreenderam um motorista no estacionamento perto da Faculdade de Filosofia e Ciência Humanas (Fafich) e levaram o carro dele.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) encaminhou uma lista de sugestões à reitoria para tentar melhorar a segurança Entre elas, estão melhorias na iluminação, reforço na equipe de vigilância e também aumento na frequência dos ônibus internos nos horários de pico.

Em nota, a reitoria da UFMG informou que mantém contato com a Polícia Militar, que, quando solicitada, vai ao campus. Disse também que a equipe da universidade, responsável pela segurança, reforçou as rondas motorizadas e a vigilância dos ônibus de circulação.

Fonte: MGTV, Belo Horizonte
Enviado por: Mozarte - UFRGS

Mais de R$ 170 mil são roubados de homem que chegava a agência bancária na Ufal, em Maceió

O funcionário de um supermercado teve mais de R$ 170 mil roubados dentro do campus da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), localizado na parte alta de Maceió. Os suspeitos, um deles armado, conseguiram fugir.

Em nota divulgada nesta terça-feira (29), a Ufal confirma a ocorrência e afirma que a Divisão de Segurança do Campus colheu as informações relacionadas ao fato e apresentou um relato à administração central da instituição.

A universidade diz também que um ofício foi enviado à Polícia Federal para que sejam tomadas as providências cabíveis, e uma reunião foi agendada com o comando do Batalhão da Polícia de Guarda da Polícia Militar para tratar da segurança no entorno da universidade.

Por telefone, a vítima contou à reportagem do G1 como aconteceu o assalto, mas pediu para não ter o nome revelado. Ele foi abordado por dois homens em uma moto, no momento em que chegou à agência do Banco do Brasil localizada no campus, por volta das 15h.

“Saí do supermercado onde trabalho e fui para a Ufal levando um malote com o dinheiro para depositar no banco. Estacionei o carro ao lado do banco e na hora em que desci, fui abordado por um dos bandidos, que estava armado. Eles foram bem violentos comigo”, afirma a vítima.

O homem conta ainda que os suspeitos tentaram atirar nele. “Foram três vezes. Nas duas primeiras, as balas pinaram. Na terceira, a bala desviou. Foi um milagre. Depois disso, eles fugiram levando o malote. Eu não sabia quanto tinha, mas o pessoal do financeiro da empresa onde eu trabalho disse que tinha mais de R$ 170 mil”, afirma.

Uma imagem do circuito interno de segurança da universidade mostra o momento em que os bandidos estão saindo do campus pela entrada principal. Eles utilizaram uma moto preta e estavam de capacete, o que dificulta a identificação.

A imagem também mostra que o garupa está com a arma na mão. Ao fundo, dois seguranças patrimoniais da universidade.

“O pessoal que estava no banco disse que os dois chegaram na universidade 10 minutos antes de mim, e ficaram debaixo de uma árvore. Eles só se mexeram quando eu cheguei. Acredito que eles estavam me esperando”, conta a vítima.

O caso foi registrado na Central de Flagrantes. “A gente sempre usa aquela agência, e essa é a primeira vez que isso me acontece. Eu estou vivo por um milagre, mas meu psicológico está muito abalado”, conclui.

Fonte: G1 AL
Enviado por: Mozarte /  UFRGS

terça-feira, 25 de julho de 2017

Jornal de estudantes da UFU apresenta matéria sobre policiamento no campus

Policiamento na universidade: até onde estamos seguros?


Na Universidade Federal de Uberlândia a atuação da Polícia Militar tem levantado discussões.| Foto : Roberto Vicente

Nos últimos anos – em especial, após a tentativa de estupro ocorrida em um dos banheiros da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no campus Santa Mônica, em setembro de 2015 –, a Polícia Militar (PM) se fez mais presente nas imediações da Universidade, atuando com viaturas e motos. Alguns fatos ocorridos recentemente, no entanto, retomaram a discussão sobre a presença policial dentro da instituição.

Um exemplo foi o ocorrido na manhã de 06 de junho deste ano, quando, após denúncia anônima, houve um patrulhamento ostensivo dentro da UFU. A abordagem aconteceu em frente ao bloco do curso de Filosofia, 1U, com poucas testemunhas presentes. Os discentes interpelados estavam em aula vaga, sem posse de nenhum tipo de substância ilícita e, segundo relatos de fontes anônimas, a abordagem ocorreu de forma padrão, com a seguinte sentença: “todo mundo de pé, com a mão na cabeça! Nós vamos revistar!”.

Foi solicitado, inclusive, que estudantes do sexo feminino levantassem a blusa. “A gente simplesmente foi abordado desde o início. Eu já cheguei falando ‘cara, eu queria me sentir segura na universidade, o que é isso?’ Você está indo para a sua aula, são nove horas da manhã e nem café você tomou. Chegam oito policiais e mandam você levantar e pôr a mão na cabeça. No mínimo, você se pergunta se isso está acontecendo”, argumenta uma das jovens, que preferiu não se identificar.

Além disso, houve ameaças de prisão por associação ao tráfico e insinuações de que os discentes portavam drogas ilegais. Por fim, um jovem foi apreendido. Este carregava substância ilícita em sua mochila, entretanto não possuía vínculo com a UFU e não era próximo do grupo de alunos. Dois dias depois, foi realizado um patrulhamento ainda maior no campus, desta vez com apreensão de alunos da Universidade e encaminhamento para o posto policial.

O que dizem especialistas

Segundo o coordenador da Divisão de Vigilância e Segurança Patrimonial (DIVIG) da UFU, João Delfino Diniz, é um dever da Polícia Militar assegurar a segurança pública, não cabendo à DIVIG ações nessa área. Ambos devem agir em consonância. Para o coordenador, casos de abuso de força são isolados, dentro ou fora da universidade. O comando se posicionou como não conivente com essas ações.

Edilson José Graciolli, professor do Instituto de Ciências Sociais (INCIS) da UFU, mostra alguns caminhos para a resolução do problema. Para ele, num primeiro momento, seria interessante a retomada de debates, com a apreciação dos conselhos superiores sobre o uso de álcool e drogas na universidade, além do requerimento de políticas institucionais que abordem tal questão. “Não se trata, ao meu ver, de um problema de gestão, e sim de um problema institucional”, declara o docente.


Mais informações legais sobre o processo se encontram no site da Justiça Federal. O processo consta em número 0011534-56.2013.4.01.3803

Fonte: http://www.agenciaconexoes.org/single-post/2017/07/25/Policiamento-na-universidade-at%C3%A9-onde-estamos-seguros