sexta-feira, 5 de maio de 2017

Campi da UFU recebem policiamento ostensivo

A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) informa que a Polícia Militar de Minas Gerais (PM/MG) está fazendo o policiamento ostensivo dentro dos campi Santa Mônica e Umuarama, em Uberlândia. A atuação da PM na universidade está de acordo com a sentença judicial assinada pelo juiz federal Lincoln Rodrigues de Faria em 22 de setembro de 2016 (CLIQUE AQUI para acessar a sentença).

Segundo o prefeito universitário, João Jorge Ribeiro Damasceno, gestores da UFU e da PM têm se reunido nos últimos meses para construir uma parceria que atenda às necessidades de garantir a segurança nos campi e de respeitar ações comuns ao ambiente acadêmico, como manifestações pacíficas, por exemplo.

Além do policiamento ostensivo, a PM também pode ser chamada a qualquer momento e por todo estudante, servidor ou membro da comunidade externa que identifique necessidade de atuação policial dentro das dependências da UFU. Basta ligar no 190 ou no telefone (34) 3224-0750, da 170ª Companhia, situada na Rua Maria Dirce Ribeiro, 275, próxima ao Campus Santa Mônica.

A Divisão de Vigilância e Segurança Patrimonial da UFU pode ser acionada pelo telefone (34) 3292-4366.

Fonte: http://www.comunica.ufu.br/noticia/2017/05/campi-da-ufu-recebem-policiamento-ostensivo

quarta-feira, 3 de maio de 2017

UFV promete reforçar segurança após casos de violência

A incidência de crimes dentro do campus da Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Zona da Mata, levou a direção da instituição de ensino a prometer um reforço na segurança do local. Durante reunião entre reitoria, professores e vigilantes, na manhã desta terça-feira (18), foi decidido pelo aumento do número de câmeras no campus e pela instalação de uma cerca elétrica no prédio do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, onde acontece a maioria das ocorrências.

De acordo com um funcionário que não quis ser identificado, a reunião aconteceu depois que homens armados invadiram o prédio do departamento, na tarde dessa segunda-feira (17/04).

Com uma faca, um dos suspeitos teria feito uma aluna refém enquanto outros comparsas roubavam celulares e notebooks dos estudantes. Com medo, um professor teria se trancado na sala de aula com outros alunos. Ninguém foi preso.

Ainda conforme o trabalhador, o quadro de profissionais de segurança da universidade está defasado. “Não contratam ninguém há 20 anos. Hoje, são 40 homens que trabalham em rodízio. Por turno, ficam cinco homens espalhados por toda universidade de 1.500 hectares (cerca de 1.500 campos de futebol)”, conta. Ele ainda relata que várias câmeras instaladas no campus não estão funcionando. A instituição tem 20.970 alunos e 1.241 professores.

Uma aluna de mestrado da UFV diz que a onda de assaltos no local gera medo. “Eu já fui perseguida por um homem e ao passar pela guarita dos vigilantes percebi que estava vazia”, afirmou.

Questionada, a assessoria de imprensa da UFV não comentou os crimes, a suposta defasagem na equipe de segurança nem os problemas nas câmeras. A instituição apenas informou que “a universidade busca reforçar suas ações de segurança em parceria com a Polícia Militar e vigilantes do campus”.

Suspeitos. A Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora, na mesma região, que atende Viçosa, informou que está apurando as ocorrências ocorridas dentro da universidade, que é federal.

Professora conta ter sido ameaçada

Uma professora do Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa (UFV) foi ameaçada várias vezes pelo mesmo homem na última semana...

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Fonte: O Tempo

domingo, 30 de abril de 2017

Biblioteca da UFRJ tem livros raros furtados

A antiga Biblioteca Central da Universidade do Brasil – atual Biblioteca Pedro Calmon, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que abriga raridades do tempo do Império – foi furtada no ano passado, e agora, terminado o levantamento do que sumiu das prateleiras, o que se descobriu é um espanto: o maior furto de livros raros já registrado no País.

Desapareceram 303 obras raras, entre elas os 16 volumes da primeira edição dos Sermões de padre Antônio Vieira (1610) e quase toda a Coleção Brasiliana do acervo, composta por livros de viajantes europeus que registraram flora, fauna e costumes do País dos séculos 17 ao 19. Sumiram preciosidades como Expédition dans les parties centrales de l’Amérique du Sud (1850-1859), do naturalista inglês Francis de Castelnau, com centenas de litografias pintadas à mão; e um livro do etnógrafo alemão Thomas Koch-Grümberg, pioneiro da fotografia antropológica, com 141 fotos de indígenas da região do Rio Japurá, na Amazônia, retratados entre 1903 e 1905. O principal alvo foram obras com gravuras, que costumam ser cortadas a navalha e vendidas separadas.


A suspeita é de que o furto tenha se desenrolado durante os meses de uma reforma no prédio, em 2016. As estantes foram fechadas com bolsas de plástico preto – e foi dentro delas que os ladrões trabalharam.

A princípio, o crime parecia pequeno. Dois criminosos – Laéssio Rodrigues de Oliveira, de 44 anos, ex-estudante de Biblioteconomia envolvido em furtos de livros desde 1998, e Valnique Bueno, seu comparsa – foram presos pela polícia paulista em novembro, por furtar obras das Faculdades de Arquitetura e Direito da Universidade de São Paulo (USP). Como havia com eles cinco raridades da UFRJ, deu-se o alarme na Praia Vermelha. Hoje, seis meses depois, entende-se a dimensão do crime, bem maior do que a dezena de exemplares. No mercado, pode-se ter ideia de valores: apenas os 27 livros apontados como “mais raros” entre os furtados valem entre R$ 380 mil e R$ 500 mil, segundo um avaliador.

“O ladrão sabia o que roubar, não pegou a esmo”, diz o delegado Marcelo Gondim, da Delegacia de Atendimento ao Turista de São Paulo, que prendeu Laéssio e o comparsa em novembro. “Câmeras de segurança mostram a dupla furtando a USP. Na UFRJ não há imagens, mas o prendemos por receptação. A ligação ao furto no Rio são os próprios livros encontrados com Laéssio e ex-libris da UFRJ jogados em uma lixeira na casa dele.” Em março, três livros da Pedro Calmon foram recuperados pela Receita – seguiam para Europa e tinham como remetente o CPF de Laéssio. Atualmente, a Polícia Federal apura o crime.

Velho conhecido

Ainda sem saber do estrago na instituição carioca, quem trabalha na área comemorou a prisão de Laéssio. Ele é velho conhecido da classe – foi condenado pelo menos três vezes por furto de livros raros e indiciado pela mesma razão “inúmeras vezes”, como indica uma decisão judicial. Os maiores acervos do País já foram suas vítimas, como Biblioteca Mário de Andrade, Museu Nacional, Biblioteca Nacional, Palácio do Itamaraty e Fundação Oswaldo Cruz, entre outros.

A maior parte dos livros nunca foi encontrada – o índice de recuperação é 40%, segundo Raphael Greenhalgh, da Universidade de Brasília (UnB), autor de uma tese de doutorado sobre os maiores furtos no País, nenhum tão numeroso quanto o da Pedro Calmon. Quando os livros retornam, é comum virem adulterados. Num crime pelo qual Laéssio foi condenado, o furto no Museu Nacional, 14 obras raras tiveram as ilustrações navalhadas.

Com o novo crime, o pessoal das bibliotecas voltou a analisar Laéssio – e o que descobriram causou revolta. A vida do criminoso vai virar filme, financiado com dinheiro público. Confissões de um Ladrão de Livros é o título do projeto, apresentado à Agência Nacional do Cinema (Ancine) pela Boutique Filmes. A agência autorizou captação de patrocínio de R$ 771 mil por meio da Lei do Audiovisual. Até aqui a produtora recebeu R$ 600 mil, da Globo Filmes e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O fato de um notório ladrão de acervos públicos receber apoio do governo para ter a vida retratada em filme levou as vítimas a se unirem para protestar. A Câmara Técnica de Segurança de Acervos do Arquivo Nacional, ligada ao Ministério da Justiça, prepara um documento de repúdio à produção. “Parece um escárnio. Nada contra filme sobre crimes, mas, ao autorizar patrocínio, a Ancine chancela os danos ao patrimônio público”, afirma Marcelo Lima, da Câmara Técnica.

A sinopse do filme também causa descontentamento. Alguns trechos: “O melhor de tudo é que Laéssio é real, de carne e osso, e sua escalada no crime pode ser atestada por matérias jornalísticas(…)” e “ao longo de sua caminhada, Laéssio compôs um portfólio incalculável(…)”.

Para as vítimas, são sinais de que o filme pode glamourizar o ladrão. “Falta só colocar nariz de palhaço nos servidores. É o fim da picada”, diz Maria José da Silva Fernandes, diretora do centro de coleções da Biblioteca Nacional. “Não é um Robin Hood dos livros. Ele os retira de uma instituição pública e vende a um particular”, afirma o ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade Luiz Armando Bagolin. “Tentei muitas vezes leis de incentivo para conservar o acervo, e nada. Agora um ladrão da cultura nacional consegue?”, indaga José Tavares Filho, bibliotecário responsável pelo acervo da Pedro Calmon.

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Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

domingo, 23 de abril de 2017

Estudantes se assustam com ameaça de bomba na UFG

A ameaça de bomba no Restaurante Universitário da Universidade Federal de Goiás mobilizou forças policiais e assustou estudantes na tarde desta quarta-feira, 15. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar foi acionado para controlar a situação.

Uma sacola suspeita foi deixada dentro do banheiro do Restaurante e levantou suspeita dos frequentadores do local. Após detonação do objeto realizada pelo Esquadrão Antibombas, foi constatado que não se tratava de objeto explosivo.

As informações são do Diretório Central dos Estudantes da UFG.

Fonte: http://folhaz.com.br/noticias/ameaca-de-bomba-na-ufg/

Universitários são presos por desacato e venda drogas no Campus Santa Mônica da UFU

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sexta-feira, 10 de março de 2017

Apresentação de TCC na UFES é invadida por bandidos e roubam aluna

Uma aluna do curso de Desenho Industrial foi assaltada e mantida refém enquanto aguardava para apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), na Universidade Federal do Espírito Santo, no campus Goiabeiras, na manhã desta sexta-feira (10), por volta das 9h.

Ela e uma outra pessoa que participaria da banca examinadora do trabalho da estudante estavam uma sala, do Cemuni IV, no campus de Goiabeiras, acertando os últimos detalhes da apresentação. Enquanto um professor se ausentou do local, dois homens armados entraram na sala, abordaram as vítimas e anunciaram o assalto.

"Eles nos trancaram na sala e ficamos lá com eles por cerca de 10 minutos. Fiquei muito assustada, parecia uma eternidade. Hoje seria um dia feliz para mim, encerraria uma etapa da minha vida e fecharia a minha graduação. Não consegui apresentar o trabalho, estou me sentindo péssima", desabafou a estudante. 

Os assaltantes levaram dois notebooks, um da estudante e outra da própria Ufes; um projetor; os celulares das duas vítimas; dinheiro e documentos. Os bandidos trancaram a sala e a as estudantes só conseguiram sair após a saída dos dois homens. 

"Neste momento, muitos alunos já estão de férias e não tem muita gente na universidade. Por conta disso, não achei que eles entraram na sala para fazer nada a não ser pedir alguma informação. Só quando eles se aproximaram e mostraram a arma é que a ficha caiu", conta a universitária que prefere não se identificar.

UFES

Em nota, a Ufes informa que, após a Gerência de Segurança e Logística da Ufes ser acionada, os seguranças terceirizados da universidade perseguiram os suspeitos, mas eles saíram do campus antes que pudessem ser alcançados. A partir daí, a Polícia Militar foi acionada. 

A universidade diz que além de vigilantes armados próprios e terceirizados, o campus de Goiabeiras conta com um sistema de 415 câmeras que funcionam por 24 horas. Por questões de segurança, a Gerência de Segurança não expõe o quantitativo de seguranças que atuam na Universidade. Em caso de movimentação suspeita, vigilantes que rondam o campus são acionados. Caso seja necessário, é solicitado o reforço das polícias Militar e Civil. 

As imagens foram capturadas e serão disponibilizadas à polícia. 

A Gerência de Segurança da Ufes informa, ainda, que qualquer caso de roubo ou de ameaça à segurança deve ser comunicado por meio do telefone 4009-2727, que funciona 24 horas.

Fonte: http://novo.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2017/03/bandidos-invadem-apresentacao-de-tcc-e-roubam-aluna-em-sala-da-ufes-1014032502.html

quinta-feira, 9 de março de 2017

Assalto é registrado novamente no campus Santa Mônica da UFU

Um estudante foi assaltado na noite desta segunda-feira (7), no Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). De acordo com a Diretoria de Comunicação (Dirco) da instituição, um suspeito, armado com uma faca, rendeu o aluno próximos aos blocos 1J e 1F, por volta das 19h e roubou o celular da vítima. Este é o segundo roubo no campus em menos de sete dias. No último dia 1º, um aluno do curso de Administração e um professor foram assaltados dentro de uma sala de aula, no bloco 3Q.

Segundo a assessoria de comuniçação, o setor de vigilância fez um registro interno da ocorrência. O estudante foi orientado a procurar a polícia para registrar boletim de ocorrência. A PM informou ao G1 que não foi registrada nenhuma ocorrência referente ao roubo.

A UFU informou ainda que uma reunião foi realizada na tarde desta terça, mas não foi conclusiva e que a instituição está em processo de entedimento com a PM para discutir ações que possam diminuir os índices de violência nos campi. A assessoria destacou também que o motivo do encontro não foi o assalto registrado nesta segunda, pois a reunião já estava agendada.

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Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2017/03/mais-um-assalto-e-registrado-em-campus-da-ufu-em-uberlandia.html
Enviado por: Mozarte - UFRGS