terça-feira, 30 de agosto de 2016

ARTIGO: Segundo Harvard direito da posse de arma reduz criminalidade

Autores:

Walter Williams, professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.

Ron Paul, médico e ex-congressista republicano do Texas. Foi candidato a presidente dos Estados Unidos em 1988 pelo Partido Libertário e candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008 e 2012 pelo partido republicano.

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Os recentes acontecimentos em Ottawa, Canadá, comprovam, pela enésima vez, que controle de armas serve apenas para deixar uma população pacífica ainda mais vulnerável.O desarmamento não apenas deixa uma população menos livre, como também a deixa menos segura.  E não existe liberdade individual se o indivíduo está proibido de se proteger contra eventuais ataques físicos.  Liberdade e autodefesa são conceitos totalmente indivisíveis.  Sem o segundo não há o primeiro.
Respeitar o direito de cada indivíduo poder ter armas de fogo ainda é a melhor política de segurança, como os fatos listados abaixo mostrarão.  Já restringir, ou até mesmo proibir, o direito de um indivíduo ter uma arma de fogo o deixa sem nenhuma defesa efetiva contra criminosos violentos ou contra um governo tirânico.
A Universidade de Harvard, que não tem nada de conservadora, divulgou recentemente um estudo que comprova que, quanto mais armas os indivíduos de uma nação têm, menor é a criminalidade.  Em outras palavras, há uma robusta correlação positiva entre mais armas e menos crimes.  Isso é exatamente o oposto do que a mídia quer nos fazer acreditar.
Mas o fato é que tal correlação faz sentido, e o motivo é bem intuitivo: nenhum criminoso gostaria de levar um tiro.
Se o governo de um país aprova um estatuto do desarmamento, o que ele realmente está fazendo é diminuindo o medo de criminosos levarem um tiro de cidadãos honestos e trabalhadores, e aumentando a confiança desses criminosos em saber que suas eventuais vítimas — que obedecem a lei — estão desarmadas.
A seguir, 20 fatos pouco conhecidos que comprovam que, ao redor do mundo, mais armas deixam uma população mais segura.
01) Um estudo publicado pela Universidade de Harvard — Harvard Journal of Law & Public Policy — relata que países que têm mais armas tendem a ter menos crimes
02) Ao longo dos últimos 20 anos, as vendas de armas dispararam nos EUA, mas os homicídios relacionados a armas de fogo caíram 39 por cento durante esse mesmo período.  Mais ainda: “outros crimes relacionados a armas de fogo”despencaram 69%.
03) Ainda segundo o estudo da Harvard, os nove países europeus que apresentam a menor taxa de posse de armas apresentam taxas de homicídios que, em conjunto, são três vezes maiores do que as dos outro nove países europeus que apresentam a maior taxa de posse de armas.
04) Quase todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos Estados Unidos desde 1950 ocorreram em estados que possuem rígidas leis de controle de armas.
Com uma única exceção, todos os assassinatos em massa cometidos nos EUA desde 1950 ocorreram em locais em que os cidadãos são proibidos de portarem armas.  Já a Europa, não obstante sua rígida política de controle de armas, apresentou três dos seis piores episódios de chacinas em escolas.
05) Os EUA são o país número 1 do mundo em termos de posse de armas per capita, mas estão apenas na 28ª posição mundial em termos de homicídios cometidos por armas de fogo para cada 100.000 pessoas.
06) A taxa de crimes violentos nos EUA era de 757,7 por 100.000 pessoas em 1992.  Já em 2011, ela despencou para 386,3 por 100.000 pessoas.  Durante esse mesmo período, a taxa de homicídios caiu de 9,3 por 100.000 para 4,7 por 100.000.  E, também durante esse período, como já dito acima, as vendas de armas dispararam.
07) A cada ano, aproximadamente 200.000 mulheres nos EUA utilizam armas de fogo para se proteger de crimes sexuais.
08) Em termos gerais, as armas de fogo são utilizadas com uma frequência 80 vezes maior para impedir crimes do que para tirar vidas.
09) O número de fatalidades involuntárias causadas por armas de fogo caiu 58%entre 1991 e 2011.
10) Apesar da extremamente rígida lei desarmamentista em vigor no Reino Unido, sua taxa de crimes violentos é aproximadamente 4 vezes superior à dos EUA.  Em 2009, houve 2.034 crimes violentos para cada 100.000 habitantes do Reino Unido.  Naquele mesmo ano, houve apenas 466 crimes violentos para cada 100.000 habitantes nos EUA.
11) O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA.
12) Anualmente, o Reino Unido tem 133% mais vítimas de assaltos e de outras agressões físicas por 100.000 habitantes do que os EUA.
13) O Reino Unido apresenta a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências de toda a União Europeia.
14) O Reino Unido apresenta a segunda maior taxa de criminalidade de toda a União Europeia.
15) Na Austrália, os homicídios cometidos por armas de fogo aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69% após o governo instituir o desarmamento da população.
16) A cidade de Chicago havia aprovado uma das mais rígidas leis de controle de armas dos EUA.  O que houve com a criminalidade?  A taxa de homicídios foi 17% maior em 2012 em relação a 2011, e Chicago passou a ser considerada a “mais mortífera dentre as cidades globais“.  Inacreditavelmente, no ano de 2012, a quantidade de homicídios em Chicago foi aproximadamente igual à quantidade de homicídios ocorrida em todo o Japão.
17) Após essa catástrofe, a cidade de Chicago recuou e, no início de 2014, voltou a permitir que seus cidadãos andassem armados.  Eis as consequências:  o número de roubos caiu 20%; o número de arrombamentos caiu também 20%; o de furto de veículos caiu 26%; e, já no primeiro semestre, a taxa de homicídios da cidade recuou para o menor nível dos últimos 56 anos.
18) Após a cidade de Kennesaw, no estado americano da Geórgia, ter aprovado uma lei que obrigava cada casa a ter uma arma, a taxa de criminalidade caiu mais de 50% ao longo dos 23 anos seguintes.  A taxa de arrombamentos e invasões de domicílios despencou incríveis 89%.
19) Os governos ao redor do mundo chacinaram mais de 170 milhões de seus próprios cidadãos durante o século XX (Stalin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Pol Pot etc.).  A esmagadora maioria desses cidadãos havia sido desarmada por esses mesmos governos antes de serem assassinados.
20) No Brasil, 10 anos após a aprovação do estatuto do desarmamento — considerado um dos mais rígidos do mundo —, o comércio legal de armas de fogo caiu 90%.  Mas as mortes por armas de fogo aumentaram 346% ao longo dos últimos 30 anos.  Com quase 60 mil homicídios por ano, o Brasil já é, em números absolutos, o país em que mais se mata.
Quantas dessas notícias você já viu na mídia convencional, que dá voz apenas a desarmamentistas?
Armas são objetos inanimados, tão inanimados quanto facas, tesouras e pedras.  Costumes, tradições, valores morais e regras de etiqueta — e não leis e regulações estatais — são o que fazem uma sociedade ser civilizada.  Restrições sobre a posse de objetos inanimados não irão gerar civilização.
Essas normas comportamentais — as quais são transmitidas pelo exemplo familiar, por palavras e também por ensinamentos religiosos — representam todo um conjunto de sabedoria refinado por anos de experiência, por processos de tentativa e erro, e pela busca daquilo que funciona.  O benefício de se ter costumes, tradições e valores morais regulando o comportamento — em vez de atribuir essa função ao governo — é que as pessoas passam a se comportar eticamente mesmo quando não há ninguém vigiando.  Em outras palavras, é a moralidade a primeira linha de defesa de uma sociedade contra comportamentos bárbaros.
No entanto, em vez de se concentrar naquilo que funciona, os progressistas desarmamentistas querem substituir moral e ética por palavras bonitas e por leis de fácil apelo.
Por último, vale um raciocínio lógico: quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos.  Logo, um desarmamentista nunca será contra armas — afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos.
Consequentemente, um desarmamentista é necessariamente a favor de armas.  Mas ele quer que apenas o governo (que, obviamente, é composto por pessoas honestas, confiáveis, morais e virtuosas) tenha armas.
Para ler a conclusão e matéria completa, clique AQUI!


Fonte: EPOCH TIMES
https://www.epochtimes.com.br/direito-posse-de-arma-reduz-criminalidade-afirma-harvard/#.V8Yj5vkrLIU

domingo, 28 de agosto de 2016

Após agressão, professora da Unicamp processa alunos

Após fim da greve da Unicamp, mais um docente entrou com processo judicial contra alunos grevistas. A professora e coordenadora da Faculdade de Engenharia Química (FEQ), Maria Alvina Krahenbul, entrou com pedido de instauração de inquérito por agressão, após alunos tentarem impedir a realização de provas no Instituto.

Um aluno citado em boletim de ocorrência, teria empurrado a professora contra a parede e chutado suas pernas por várias vezes, de acordo com as lesões apresentadas em exame de corpo de delito.

Outra aluna que também estaria em discussão com a docente, teria empurrado o braço dela contra um leitor de cartões que fica na entrada do prédio, causando ferimentos na mão da professora. A professora teve que ser levada pelo Samu por ter uma crise de pressão na época.

O advogado da docente, Dr. Affonso Pinheiro, apresentou uma queixa crime por lesão corporal, constrangimento ilegal, ameaça, difamação e perturbação do trabalho. Segundo a coordenadora da FEQ, Maria Alvina, a abertura de processo é estritamente por uma medida educadora, já que entende que todo ato está sujeito a consequências. Ela relata que a Faculdade de Engenharia Química não fazia parte dos institutos aderentes à greve e que nenhum estudante ou professor participavam das paralisações.

Em 21 de junho, dia que seriam aplicadas avaliações para três turmas de física e uma de química nas dependências da FEQ, alunos grevistas de outros institutos fizeram um cordão de isolamento para impedir a entrada de estudantes no prédio. Ela relata que teve que fazer um “esquema” para facilitar a entrada dos alunos que fariam as provas escondidos dos manifestantes.

Professor Popov tenta dar aula  (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)Professor Popov tentando dar aula
(Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Ação recorrente
Este é o terceiro processo de docentes na universidade durante a greve, e segundo caso envolvendo processo de professores contra alunos. Recentemente, o professor de matemática Serguei Popov, teve liminar favorável da Justiça de Campinas com direito a ação indenizatória contra um grupo de  estudantes que  fizeram ameaças a ele e conseguiu a retirada de ofensas postada por alunos nas redes sociais.

Em um dos vídeos que circula na internet, o aluno Guilherme Montenegro aparece apagando a lousa do professor e interrompe a aula.  Após esta denúncia de Popov, o Ministério Público foi acionado para acompanhar a greve na Unicamp.

Em nota, a Unicamp diz desconhecer qualquer ação movida pela professora Maria Alvina Krahenbul e disse já ter enviado ao MP as informações solicitadas sobre a greve dos estudantes.

Para ler a matéria completa acesse: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/08/professora-da-unicamp-decide-processar-alunos-por-agressao.html
Fonte; G1

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Estudantes são presos fumando maconha dentro do campus da UFAC, na capital

Uma guarnição da PM prendeu na noite da última terça feira (23), três alunos da Universidade Federal do Acre no momento em que consumiam maconha á beira do lago dentro do campus da instituição.

R.S.N, de 25 anos, do curso de direito, D. M,N, de 19 anos e L. G.B.U, de 21 anos, ambos do curso de economia, estavam cada um com um cigarro de maconha e ao lado um saco plástico com cerca de 30 gramas da droga.

Aos policiais, os academicos disseram que estavam “curtindo a erva e apreciando a beleza do lago”.

O trio foi preso acusado pelo crime de posse e uso de entorpecente e levado para prestar esclarecimentos na Delegacia de Flagrantes.

Depois de ouvidos, foram liberados mediante assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

As informações constam no BO 1325 do 4º BPM da Polícia Militar do Acre.

Fonte: AC 24 horas
http://www.ac24horas.com/2016/08/24/estudantes-sao-presos-fumando-maconha-dentro-do-campus-da-ufac/?doing_wp_cron=1472166732.8717699050903320312500

domingo, 26 de junho de 2016

Na Unicamp professor tem aula interrompida e reclama de insegurança

Um grupo de alunos de outros cursos decidiram invadir a sala e interromper a aula de probabilidade do professor Serguei Popov, no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp. Até mesmo a lousa foi apagada. O ato se tornou público por meio de um vídeo gravado por outro professor, que acabou sendo compartilhado nas redes sociais.

Nas imagens é possível observar três alunos integrantes do movimento Ocupa Unicamp em frente à lousa. Apesar do batuque alto, o professor tenta continuar a aula. Mas o esforço é em vão.

Um dos alunos, que faz licenciatura na própria universidade, tenta apagar uma equação que o professor tinha acabado de escrever.

Na primeira vez, Popov consegue evitar, mas o aluno insiste e o professor não oferece resistência. Em seguida, o vídeo é interrompido, mas o professor conta que a ação não acabou ali.Nas redes sociais, há quem peça a expulsão do aluno da universidade. O ato será avaliado pela Unicamp de acordo com as normas institucionais.

“Eles invadiram a aula, forçaram a porta. Tentei fechar, mas entraram à força. Eles começaram a dizer que queriam dialogar, mas nunca vi um diálogo que começa com uma invasão. Eu não estou fazendo greve e tenho direito a dar aula, sou professor para isso. No começo eram três, depois chegaram outros com um bumbo. Continuei porque não vou me intimidar. Sou russo, sou resistente”, conta o professor.

Rotina

Há 18 anos no Brasil, Popov acredita que o problema maior é saber que a cena não foi um ato isolado e que vem acontecendo de forma rotineira em uma das melhores universidades do país. Assim como outros professores, ele se sente só e sem qualquer segurança. Em pouco mais de um mês de ocupação na universidade, ele disse ter visto coisas piores e já registrou dois boletins de ocorrência.

“Essa é a realidade com qual a gente convive diariamente aqui no Instituto de Matemática já faz mais de um mês. Aconteceram coisas até piores, eu mesmo já tive que fazer dois boletins de ocorrência e sei de tantos outros. Há outros colegas que já passaram por experiências bem mais desagradáveis", relata o professor.

Apoio

Depois da divulgação do vídeo, Popov diz ter recebido muitas manifestações de apoio e diz ter esperança de que a situação melhores. Questionada a respeito da segurança dos professores, a Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp) emitiu uma nota em que "manifesta-se contrária a qualquer ato de constrangimento a colegas ou a membros de outros segmentos relutantes ao movimento efetuado por pessoas que não pertençam à sua própria categoria".

Ainda de acordo com a nota, a associação lembra que apoiou a greve, mas que não se manifestou em relação à realização de atividades de convencimento de colegas que não aderiram de imediato à paralisação.

Já a Unicamp emitiu uma nota em que diz apenas ter tomado “ciência do vídeo que registra um estudante impedindo um professor de ministrar aula no campus de Campinas, e irá tomar providências com base em suas normas institucionais de condutas disciplinares”.

Assista ao vídeo e leia a matéria completa, AQUI!

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/06/professor-tem-aula-interrompida-na-unicamp-e-reclama-de-inseguranca.html

sábado, 25 de junho de 2016

REITORIA DETERMINA CONTROLE DE EVENTOS FESTIVOS NO CAMPUS

13/06/2016

Considerando as inaceitáveis ocorrências registradas em festas de grande porte no campus I, com descumprimentos dos termos autorizadores “de acordo com as recomendações vigentes”, gerando insatisfação e clamor da comunidade universitária, a Reitora Margareth Diniz determinou que tais eventos, permitidos nos artigo 184 e 185 do Regimento Geral da UFPB, tenham o seu pedido protocolado até 15 dias da data prevista para a sua realização, e que passe pelo seguinte fluxo processual para impedir a repetição de fatos:

“1. só ocorrerão até as 22 horas;

2. não poderá acontecer apresentação de qualquer atração comercial;

3. só será permitido o uso de som compatível com o espaço solicitado, mediante termo expressamente emitido pela Prefeitura Universitária;

4. fica vedada cobrança de valores aos participantes;

5. em hipótese alguma poderá haver uso ou venda de bebidas alcoólicas;

6. a Divisão e a Base de Segurança da UFPB, deverão emitir parecer opinativo conjunto, referente ao pleito;

7. será exigida a concordância dos diretores de centros nas áreas sob suas gestões, e da Prefeitura Universitária nas demais áreas;

8. a Prefeitura Universitária encaminhará o pedido analisado ao Gabinete da Reitoria para deliberação final sobre a autorização, até 48 horas antes da data prevista da realização;

9. caberá as Unidades de Segurança da UFPB, sob a coordenação do(a) Prefeito(a) fiscalizar e adotar providências que se fizerem necessários ao fiel cumprimento destas determinações.”

A Reitora conclamou a colaboração e o apoio de todos que fazem a UFPB, para que prevaleçam os procedimentos, que são necessários para assegurar as condições aceitáveis de urbanidade, visando a adequada realização das atividades solicitadas: “Estes eventos festivos, próprios da vivência universitária, não devem ser desvirtuados pela inserção de práticas e propósitos que nada têm a ver com a natureza acadêmica da instituição”, concluiu a Reitora Margareth Diniz.
Fonte: 
Ascom com Gabinete - http://www.ufpb.br/content/reitoria-determina-controle-de-eventos-festivos-no-campus

Estudantes temem assaltos próximo a universidades em 3 cidades da região

Em São Carlos (SP), aluno da USP foi agredido durante a madrugada.
Universitários de Pirassununga têm grupo no WhatsApp para prevenção.

Estudantes de São Carlos, Rio Claro e Pirassununga (SP) se sentem inseguros com a onda de roubos em regiões próximas às universidades. Na madrugada desta quarta-feira (15), um aluno de Hong Kong, que faz intercâmbio na Universidade de São Paulo (USP), foi agredido durante um assalto perto do campus.

Segundo a Polícia Militar, a vítima foi abordada por dois homens na Avenida Trabalhador São-carlense. A dupla roubou o celular e a carteira do estudante, que foi agredido e ficou com o rosto machucado. Um dos assaltantes fugiu. O outro, de 31 anos, foi preso.

Matéria completa, LEIA AQUI!

15/06/2016
Fonte: G1

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Violência nos campi da UFC

17 de junho de 2016


A insegurança nas imediações e na área interna nos campi da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, já se tornou algo comum na rotina diária de estudantes e funcionários da instituição. Depois de uma estudante do curso XII de Maio (cursinho preparatório ao Enem coordenado por estudantes da Faculdade de Medicina) sofrer uma tentativa de estupro dentro do campus do Porangabuçu, alunos, pais e vendedores ambulantes denunciam a insegurança dentro das instituições.

Em entrevista ao programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, a mãe de um aluno da UFC de Porangabuçu disse que o medo é constante. “A segurança aqui é uma decepção. Aqui a lei não funciona. Quando acabam as aulas, os alunos saem correndo pra entrar no ônibus com medo da insegurança daqui. Eu estou ficando doente. Se meu filho sair de casa e esquecer o celular, eu vou até aonde ele estiver só pra entregar o celular pra ele poder me dar notícia”, conta uma mãe.

Mas não são apenas pais que vão buscar e acompanhar seus filhos na instituição por medo. Parentes e até namorados se revezam para buscar alunos que ficam até tarde na universidade.

“Quase todas as noites eu venho pra dar um apoio da segurança da minha namorada. Eu nunca fui vítima, mas já escutei que alunos já foram assaltados por falta de segurança na universidade. Aqui, transita quem quer. Pode entrar pessoas desconhecidas e fazer o que quiser. A segurança que tem aqui, na verdade, é pra garantir a integridade física dos prédios”, disse Felipe de Lima, namorado de uma aluna do cursinho.

Segundo o superintendente de Infraestrutura da UFC, professor Ademar Godim, a universidade conta com uma segurança preparada e atenta para evitar esses acontecimentos. “Nós temos um efetivo que transita a todo instante dentro das universidades exatamente para evitar qualquer crime dentro da universidade”, destaca Ademar.

A assessoria da UFC informou que a instituição possui monitoramento central dia e noite em cada um dos campi, além de postos fixos de vigilância, ronda permanente e câmeras de segurança em alguns locais. Em caso de ocorrências nas dependências da Universidade, a orientação é de que a segurança interna seja acionada através do telefone de emergência 24 horas, que é o 3366.9190.

Outros Campus

Apesar do acontecimento dentro do Campus Porangabuçu, a insegurança não se restringe apenas a ele. Há um mês, alunos da Feaac (Faculdade de Economia, Administração Atuárias e Contabilidade) procuraram o Tribuna do Cearápara relatar onda de assaltos na região do campus do Benfica.

Segundo a estudante Everlene Pessoa, quem precisa realizar o tráfego entre o prédio antigo e o novo da Feaac sofre com furtos. “Nós realizamos direto o trânsito entre o prédio velho e o novo, até porque a biblioteca fica no novo edifício. Com isso, nós deixamos as coisas no antigo prédio para não sair nas ruas com objetos de valor, mas muitas vezes já registramos furtos dentro da universidade”, explica.

Para tentar diminuir a insegurança, os alunos criaram a campanha ‘Feaac + Segurança’. A ideia era incentivar estudantes a registrarem queixas. Nós escutamos várias reclamações e reclamações. Quando a gente procura os órgãos competentes, eles dizem que como não tem registro Boletim de Ocorrência, o bairro é identificado como uma região segura, fato que não é. Então a nossa campanha é pra incentivar as pessoas a realizarem queixa”, explica a estudante, que cursa Ciências Contábeis.

Na época da denúncia, a UFC informou que já estava discutindo formas de melhorar a segurança do local. Mas que já havia reforçado com a atenção maior ao controle de portarias e atuação de vigilantes durante o funcionamento do campi.

Mais informações no site: http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/segurancapublica/alunos-se-dizem-assustados-com-onda-de-violencia-nos-campi-da-ufc/

Fonte: http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/segurancapublica