domingo, 28 de agosto de 2016

Após agressão, professora da Unicamp processa alunos

Após fim da greve da Unicamp, mais um docente entrou com processo judicial contra alunos grevistas. A professora e coordenadora da Faculdade de Engenharia Química (FEQ), Maria Alvina Krahenbul, entrou com pedido de instauração de inquérito por agressão, após alunos tentarem impedir a realização de provas no Instituto.

Um aluno citado em boletim de ocorrência, teria empurrado a professora contra a parede e chutado suas pernas por várias vezes, de acordo com as lesões apresentadas em exame de corpo de delito.

Outra aluna que também estaria em discussão com a docente, teria empurrado o braço dela contra um leitor de cartões que fica na entrada do prédio, causando ferimentos na mão da professora. A professora teve que ser levada pelo Samu por ter uma crise de pressão na época.

O advogado da docente, Dr. Affonso Pinheiro, apresentou uma queixa crime por lesão corporal, constrangimento ilegal, ameaça, difamação e perturbação do trabalho. Segundo a coordenadora da FEQ, Maria Alvina, a abertura de processo é estritamente por uma medida educadora, já que entende que todo ato está sujeito a consequências. Ela relata que a Faculdade de Engenharia Química não fazia parte dos institutos aderentes à greve e que nenhum estudante ou professor participavam das paralisações.

Em 21 de junho, dia que seriam aplicadas avaliações para três turmas de física e uma de química nas dependências da FEQ, alunos grevistas de outros institutos fizeram um cordão de isolamento para impedir a entrada de estudantes no prédio. Ela relata que teve que fazer um “esquema” para facilitar a entrada dos alunos que fariam as provas escondidos dos manifestantes.

Professor Popov tenta dar aula  (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)Professor Popov tentando dar aula
(Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Ação recorrente
Este é o terceiro processo de docentes na universidade durante a greve, e segundo caso envolvendo processo de professores contra alunos. Recentemente, o professor de matemática Serguei Popov, teve liminar favorável da Justiça de Campinas com direito a ação indenizatória contra um grupo de  estudantes que  fizeram ameaças a ele e conseguiu a retirada de ofensas postada por alunos nas redes sociais.

Em um dos vídeos que circula na internet, o aluno Guilherme Montenegro aparece apagando a lousa do professor e interrompe a aula.  Após esta denúncia de Popov, o Ministério Público foi acionado para acompanhar a greve na Unicamp.

Em nota, a Unicamp diz desconhecer qualquer ação movida pela professora Maria Alvina Krahenbul e disse já ter enviado ao MP as informações solicitadas sobre a greve dos estudantes.

Para ler a matéria completa acesse: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/08/professora-da-unicamp-decide-processar-alunos-por-agressao.html
Fonte; G1

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Estudantes são presos fumando maconha dentro do campus da UFAC, na capital

Uma guarnição da PM prendeu na noite da última terça feira (23), três alunos da Universidade Federal do Acre no momento em que consumiam maconha á beira do lago dentro do campus da instituição.

R.S.N, de 25 anos, do curso de direito, D. M,N, de 19 anos e L. G.B.U, de 21 anos, ambos do curso de economia, estavam cada um com um cigarro de maconha e ao lado um saco plástico com cerca de 30 gramas da droga.

Aos policiais, os academicos disseram que estavam “curtindo a erva e apreciando a beleza do lago”.

O trio foi preso acusado pelo crime de posse e uso de entorpecente e levado para prestar esclarecimentos na Delegacia de Flagrantes.

Depois de ouvidos, foram liberados mediante assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

As informações constam no BO 1325 do 4º BPM da Polícia Militar do Acre.

Fonte: AC 24 horas
http://www.ac24horas.com/2016/08/24/estudantes-sao-presos-fumando-maconha-dentro-do-campus-da-ufac/?doing_wp_cron=1472166732.8717699050903320312500

domingo, 26 de junho de 2016

Na Unicamp professor tem aula interrompida e reclama de insegurança

Um grupo de alunos de outros cursos decidiram invadir a sala e interromper a aula de probabilidade do professor Serguei Popov, no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp. Até mesmo a lousa foi apagada. O ato se tornou público por meio de um vídeo gravado por outro professor, que acabou sendo compartilhado nas redes sociais.

Nas imagens é possível observar três alunos integrantes do movimento Ocupa Unicamp em frente à lousa. Apesar do batuque alto, o professor tenta continuar a aula. Mas o esforço é em vão.

Um dos alunos, que faz licenciatura na própria universidade, tenta apagar uma equação que o professor tinha acabado de escrever.

Na primeira vez, Popov consegue evitar, mas o aluno insiste e o professor não oferece resistência. Em seguida, o vídeo é interrompido, mas o professor conta que a ação não acabou ali.Nas redes sociais, há quem peça a expulsão do aluno da universidade. O ato será avaliado pela Unicamp de acordo com as normas institucionais.

“Eles invadiram a aula, forçaram a porta. Tentei fechar, mas entraram à força. Eles começaram a dizer que queriam dialogar, mas nunca vi um diálogo que começa com uma invasão. Eu não estou fazendo greve e tenho direito a dar aula, sou professor para isso. No começo eram três, depois chegaram outros com um bumbo. Continuei porque não vou me intimidar. Sou russo, sou resistente”, conta o professor.

Rotina

Há 18 anos no Brasil, Popov acredita que o problema maior é saber que a cena não foi um ato isolado e que vem acontecendo de forma rotineira em uma das melhores universidades do país. Assim como outros professores, ele se sente só e sem qualquer segurança. Em pouco mais de um mês de ocupação na universidade, ele disse ter visto coisas piores e já registrou dois boletins de ocorrência.

“Essa é a realidade com qual a gente convive diariamente aqui no Instituto de Matemática já faz mais de um mês. Aconteceram coisas até piores, eu mesmo já tive que fazer dois boletins de ocorrência e sei de tantos outros. Há outros colegas que já passaram por experiências bem mais desagradáveis", relata o professor.

Apoio

Depois da divulgação do vídeo, Popov diz ter recebido muitas manifestações de apoio e diz ter esperança de que a situação melhores. Questionada a respeito da segurança dos professores, a Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp) emitiu uma nota em que "manifesta-se contrária a qualquer ato de constrangimento a colegas ou a membros de outros segmentos relutantes ao movimento efetuado por pessoas que não pertençam à sua própria categoria".

Ainda de acordo com a nota, a associação lembra que apoiou a greve, mas que não se manifestou em relação à realização de atividades de convencimento de colegas que não aderiram de imediato à paralisação.

Já a Unicamp emitiu uma nota em que diz apenas ter tomado “ciência do vídeo que registra um estudante impedindo um professor de ministrar aula no campus de Campinas, e irá tomar providências com base em suas normas institucionais de condutas disciplinares”.

Assista ao vídeo e leia a matéria completa, AQUI!

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/06/professor-tem-aula-interrompida-na-unicamp-e-reclama-de-inseguranca.html

sábado, 25 de junho de 2016

REITORIA DETERMINA CONTROLE DE EVENTOS FESTIVOS NO CAMPUS

13/06/2016

Considerando as inaceitáveis ocorrências registradas em festas de grande porte no campus I, com descumprimentos dos termos autorizadores “de acordo com as recomendações vigentes”, gerando insatisfação e clamor da comunidade universitária, a Reitora Margareth Diniz determinou que tais eventos, permitidos nos artigo 184 e 185 do Regimento Geral da UFPB, tenham o seu pedido protocolado até 15 dias da data prevista para a sua realização, e que passe pelo seguinte fluxo processual para impedir a repetição de fatos:

“1. só ocorrerão até as 22 horas;

2. não poderá acontecer apresentação de qualquer atração comercial;

3. só será permitido o uso de som compatível com o espaço solicitado, mediante termo expressamente emitido pela Prefeitura Universitária;

4. fica vedada cobrança de valores aos participantes;

5. em hipótese alguma poderá haver uso ou venda de bebidas alcoólicas;

6. a Divisão e a Base de Segurança da UFPB, deverão emitir parecer opinativo conjunto, referente ao pleito;

7. será exigida a concordância dos diretores de centros nas áreas sob suas gestões, e da Prefeitura Universitária nas demais áreas;

8. a Prefeitura Universitária encaminhará o pedido analisado ao Gabinete da Reitoria para deliberação final sobre a autorização, até 48 horas antes da data prevista da realização;

9. caberá as Unidades de Segurança da UFPB, sob a coordenação do(a) Prefeito(a) fiscalizar e adotar providências que se fizerem necessários ao fiel cumprimento destas determinações.”

A Reitora conclamou a colaboração e o apoio de todos que fazem a UFPB, para que prevaleçam os procedimentos, que são necessários para assegurar as condições aceitáveis de urbanidade, visando a adequada realização das atividades solicitadas: “Estes eventos festivos, próprios da vivência universitária, não devem ser desvirtuados pela inserção de práticas e propósitos que nada têm a ver com a natureza acadêmica da instituição”, concluiu a Reitora Margareth Diniz.
Fonte: 
Ascom com Gabinete - http://www.ufpb.br/content/reitoria-determina-controle-de-eventos-festivos-no-campus

Estudantes temem assaltos próximo a universidades em 3 cidades da região

Em São Carlos (SP), aluno da USP foi agredido durante a madrugada.
Universitários de Pirassununga têm grupo no WhatsApp para prevenção.

Estudantes de São Carlos, Rio Claro e Pirassununga (SP) se sentem inseguros com a onda de roubos em regiões próximas às universidades. Na madrugada desta quarta-feira (15), um aluno de Hong Kong, que faz intercâmbio na Universidade de São Paulo (USP), foi agredido durante um assalto perto do campus.

Segundo a Polícia Militar, a vítima foi abordada por dois homens na Avenida Trabalhador São-carlense. A dupla roubou o celular e a carteira do estudante, que foi agredido e ficou com o rosto machucado. Um dos assaltantes fugiu. O outro, de 31 anos, foi preso.

Matéria completa, LEIA AQUI!

15/06/2016
Fonte: G1

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Violência nos campi da UFC

17 de junho de 2016


A insegurança nas imediações e na área interna nos campi da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, já se tornou algo comum na rotina diária de estudantes e funcionários da instituição. Depois de uma estudante do curso XII de Maio (cursinho preparatório ao Enem coordenado por estudantes da Faculdade de Medicina) sofrer uma tentativa de estupro dentro do campus do Porangabuçu, alunos, pais e vendedores ambulantes denunciam a insegurança dentro das instituições.

Em entrevista ao programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, a mãe de um aluno da UFC de Porangabuçu disse que o medo é constante. “A segurança aqui é uma decepção. Aqui a lei não funciona. Quando acabam as aulas, os alunos saem correndo pra entrar no ônibus com medo da insegurança daqui. Eu estou ficando doente. Se meu filho sair de casa e esquecer o celular, eu vou até aonde ele estiver só pra entregar o celular pra ele poder me dar notícia”, conta uma mãe.

Mas não são apenas pais que vão buscar e acompanhar seus filhos na instituição por medo. Parentes e até namorados se revezam para buscar alunos que ficam até tarde na universidade.

“Quase todas as noites eu venho pra dar um apoio da segurança da minha namorada. Eu nunca fui vítima, mas já escutei que alunos já foram assaltados por falta de segurança na universidade. Aqui, transita quem quer. Pode entrar pessoas desconhecidas e fazer o que quiser. A segurança que tem aqui, na verdade, é pra garantir a integridade física dos prédios”, disse Felipe de Lima, namorado de uma aluna do cursinho.

Segundo o superintendente de Infraestrutura da UFC, professor Ademar Godim, a universidade conta com uma segurança preparada e atenta para evitar esses acontecimentos. “Nós temos um efetivo que transita a todo instante dentro das universidades exatamente para evitar qualquer crime dentro da universidade”, destaca Ademar.

A assessoria da UFC informou que a instituição possui monitoramento central dia e noite em cada um dos campi, além de postos fixos de vigilância, ronda permanente e câmeras de segurança em alguns locais. Em caso de ocorrências nas dependências da Universidade, a orientação é de que a segurança interna seja acionada através do telefone de emergência 24 horas, que é o 3366.9190.

Outros Campus

Apesar do acontecimento dentro do Campus Porangabuçu, a insegurança não se restringe apenas a ele. Há um mês, alunos da Feaac (Faculdade de Economia, Administração Atuárias e Contabilidade) procuraram o Tribuna do Cearápara relatar onda de assaltos na região do campus do Benfica.

Segundo a estudante Everlene Pessoa, quem precisa realizar o tráfego entre o prédio antigo e o novo da Feaac sofre com furtos. “Nós realizamos direto o trânsito entre o prédio velho e o novo, até porque a biblioteca fica no novo edifício. Com isso, nós deixamos as coisas no antigo prédio para não sair nas ruas com objetos de valor, mas muitas vezes já registramos furtos dentro da universidade”, explica.

Para tentar diminuir a insegurança, os alunos criaram a campanha ‘Feaac + Segurança’. A ideia era incentivar estudantes a registrarem queixas. Nós escutamos várias reclamações e reclamações. Quando a gente procura os órgãos competentes, eles dizem que como não tem registro Boletim de Ocorrência, o bairro é identificado como uma região segura, fato que não é. Então a nossa campanha é pra incentivar as pessoas a realizarem queixa”, explica a estudante, que cursa Ciências Contábeis.

Na época da denúncia, a UFC informou que já estava discutindo formas de melhorar a segurança do local. Mas que já havia reforçado com a atenção maior ao controle de portarias e atuação de vigilantes durante o funcionamento do campi.

Mais informações no site: http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/segurancapublica/alunos-se-dizem-assustados-com-onda-de-violencia-nos-campi-da-ufc/

Fonte: http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/segurancapublica


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora anuncia medidas iniciais para segurança nos campi da UFJF

Melhorar a infraestrutura e desenvolver políticas de identificação, apoio e prevenção aos casos de violência, sem fechar o acesso ao campus à comunidade e na dependência de um orçamento limitado. Junto com a implantação da ouvidoria e do Fórum de Segurança estas são as metas apresentadas pelo reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Marcus David, em entrevista coletiva do fim da manha desta terça-feira (11). Segundo ele, as medidas são iniciais na questão da segurança relativa aos campi em Juiz de Fora e Governador Valadares, além das demais instituições vinculadas à UFJF.

“A universidade não vai ser insensível aos temas de segurança e ela terá uma prioridade mesmo no cenário de crise nacional. O nosso desafio vai ser fazer muito mais com os recursos que nós temos. É uma situação muito difícil, bastante complicada. A nossa proposta é fazer uma discussão desta crise, deste orçamento com a universidade. E de uma forma participativa decidir as prioridades”, disse o reitor Marcus David.

Ainda segundo o reitor, o diagnóstico do orçamento da instituição e da situação das obras em andamento será apresentado ainda nesta semana pela administração superior.
Caixa eletrônico arrombado em fevereiro (Foto: Ramon Chaia/G1)

Infraestrutura e melhoria de gestão

Neste ano, o G1 noticiou quatro ocorrências policiais no campus em Juiz de Fora. Desde o arrombamento de um caixa eletrônico aos roubos a mão armada de um segurança e a uma jovem que teve a mochila levada ao passar perto do escadão que leva ao bairro Dom Bosco. 

Também houve a agressão sofrida por uma professora na Faculdade de Engenharia durante uma tentativa de roubo. A UFJF não informou dados de registro de casos, mas alegou que as medidas anunciadas nesta terça-feira são a primeira resposta da atual gestão, que completou um mês à frente da instituição.

De acordo com o reitor, na escada de acesso ao Bairro Dom Bosco foram instalados postes e refletores e estão em andamento a limpeza e a capina. A pista de skate na Praça Cívica também teve as lâmpadas substituídas. Ainda é realizado um levantamento de outras demandas, como a do escadão proximo à entrada do São Pedro. Além disso, em vários pontos do campus houve a ativação do sistema de câmeras que já está instalado.

"É fundamental você ter iluminação no campus. A gente estava com muitos problemas de manutenção. Outro ponto é potencializar o uso do sistema de monitoramento, que já esta em andamento, com algumas câmeras já capturando imagens", explicou Marcus David.
Escadão que liga Campus da UFJF ao Bairro Dom Bosco recebeu melhorias na iluminação e limpeza (Foto: Roberta Oliveira/G1)

Dentro deste contexto está a melhoria da distribuição dos vigilantes. Por questões de segurança, a instituição não divulgou o número total do quadro de funcionários - entre funcionários da UFJF e terceirizados, mas garantiu que é satisfatório diante das atuais demandas. Atualmente, segundo a Direção de Segurança, os vigilantes que ficam na guarita estão armados. O reitor também conta com o apoio das decisões do Fórum de Segurança para a organização mais produtiva dos profissionais.

“Nós entendemos que o dimensionamento do quadro cumpre a necessidade fundamental. Estamos trabalhando a melhoria da gestão desta força de trabalho. Sabemos que a universidade está em ampliação, o que gera necessidade de novos vigilantes. Eis onde entra o trabalho do Fórum de Segurança, que vai nos ajudar a estabelecer as estratégias de onde colocar a segurança armada, o vigia, ou onde priorizar a vigilância humana e a eletrônica”, comentou.
Implantação do monitoramento por câmeras é uma das metas, diz reitor (Foto: Roberta Oliveira/G1)

O reitor reforçou a importância de manter uma parceria com a Polícia Militar (PM), no entanto, a responsabilidade da segurança nos campi permanece como responsabilidade da UFJF.

“A universidade continua fazendo a segurança interna através da sua estrutura de vigilância. A nossa parceria com a PM é para intensificar esta relação, principalmente no que diz respeito ao aspecto de trânsito e a casos específicos”, acrescentou.

O reitor lembrou que a criação da ouvidoria especializada será apresentada ao Conselho Superior (Consu) na reunião deste mês de maio. Enquanto isso, o grupo integrante do Fórum de Segurança, já aprovado pelo Consu será implantado e constituído pela administração superior para iniciar as atividades. “É um modelo de gestão participativa que a comunidade universitária pode falar da concepção das políticas de segurança. A ouvidoria especializada vem para ajudar a encarar o problema da violência sofrida por públicos específicos e que não conseguiam denunciar e cria o canal para que estes problemas possam ser acolhidos e a universidade o enfrente”, ressaltou Marcus David.

Portas abertas

Tudo isso será feito considerando a prioridade de não restringir o acesso ao campus, uma das prioridades apontadas pelo reitor. “Queremos a aproximação com a comunidade do nosso entorno, despertar nestas pessoas o desejo de vir para a universidade, além de criar ao mesmo tempo a oportunidade de formação para os nossos estudantes que poderão trabalhar. O desafio é garantir a segurança de uma universidade aberta, não de uma universidade fechada”, ressaltou.

A pró-reitora de Extensão, Ana Lívia Coimbra, disse que editais que incentivem professores e servidores técnico-administrativos a apresentarem propostas que envolvam a comunidade estão em elaboração e que alguns projetos já existentes serão ampliados.

“Vamos rearticular e ampliar o ‘Boa Vizinhança’, que existe desde 2003. A vizinhança compreendida como segmentos que se articulam e quem podem conviver em uma universidade aberta, plural, solidária. Aqui não há concepção de que o entorno é uma ameaça, ele convive com a universidade e as relações precisam ser ressignificadas por meio dos projetos de extensão. Queremos a articulação de projetos das mais diferentes áreas – saúde, educação, cultura, arte para que o entorno e a cidade tenham acesso àquilo que a universidade produz”, afirmou.

Fonte: http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2016/05/reitor-anuncia-medidas-iniciais-para-seguranca-nos-campi-da-ufjf.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar